Bem, a proposta do desenho era apresentar uma imagem que convergisse os diversos meios de comunicação: TV (antena), Rádio (alto-falante), Impresso (letras)e Internet (teclado)como forma de representação da disciplina: Tecnologia, Informação e Sociedade. O chapéu do primeiro, e maior boneco, seria essa representação. Seu rosto representa o globo terrestre e a interligação da tecnologia e informação na sociedade em rede, reforçada pelos bonecos em tamanho descrescente, ícone das diversas gerações: idoso, adulto, jovem e criança. Todos influenciados e influenciadores dos M.C.M. Domínio e Submissão lado a lado na era global.
Certeza apenas de que muitas dúvidas ainda virão...
Insatisfação, inconformismo, às vezes, perco o controle de mim mesma.
Imagens, pensamentos, desejos e sonhos ressurgem como tormentos em minha cabeça.
Ser, não ser, afinal, o que sou? O que serei? Parece que quero adiantar meu futuro, na busca incansável de um aperfeiçoamento ou melhoramento...
Mas fazer “tudo” ao mesmo tempo – mesmo no seu sentido relativo - é impossível!
Por outro lado, saber o que priorizar é complicado...
E se concentrar, então! Que sina!
Memória... parece que ela não tem trabalhado...
Será a influência de tantas telas que me rodeiam a todo instante?
Será, pouco a pouco, o fim da inteligência humana?
Será um reflexo do que viveremos a alguns anos: seres manipulados por máquinas?
Utopia ou não, certamente uma hipótese...
E as mutações já estão acontecendo.
Mudanças de hábito são visíveis em nosso dia-a-dia.
O calor intenso nos faria retornar aos tempos primitivos, se a agitação e a inconstância não fossem mais explícitas que a simples satisfação de estar quase nu....
Positivo?
Não em um ambiente rodeado por seres inescrupulosos...
Terceiras intenções certamente surgem na cabeça daqueles que observam os quase despidos...
Mas, como temos que nos adaptar, quem sabe acharemos natural andar como nossos ancestrais... (mesmo não estando em meio a florestas e mananciais no afago da mãe-natureza).
Exagero?
Depende do ponto de vista.
Afinal, quando pêlos quase inexistirem em nosso corpo ou quando os quatro insuportáveis e últimos inquilinos bucais resolverem não mais nascer, veremos em que espécie estamos nos transformando.
Se hoje duvidamos de OVNIs, amanhã seremos nós OVNIs de nós mesmos!
Diretor: William Anrntz, Betsy Chasse e Mark Vicente (EUA, 2004)
Narrativa que mescla ciência e filosofia.... Documentário e ficção intermediam-se em Quem somos nós, expressando nossas dúvidas mais íntimas. Explicações biológicas, químicas, Física Quântica são apresentadas por meio de desenhos coloridos e dinâmicos, associados ao dia-a-dia e pensamentos de Amanda, a protagonista das tantas indagações que vem à tona ao acompanharmos a narrativa.
"Somos co-produtores do nosso futuro. Projetamos, criamos enquanto também refletimos sobre concepções diversas e nos preparamos para as surpresas", afirmações de especialistas 'titulados' ao final do filme.
De acordo com eles, desenvolvemos nosso cérebro através de ações constantes que ativam as células nervosas e produzem ligações químicas. "Se cortamos um pensamento, desligamos células que poderiam fazer parte de uma cadeia criativa, posteriormente. Todos somos 'Deuses, Budas, Jesuses'. Não há bom ou mau, certo ou errado. Há caminhos que levam a resultados mais- ou menos- satisfatórios".
Nessas diversas questões, a narrativa desmistifica velhos conceitos e continua: -"se você pensa que está entrando num colapso nervoso, acalme-se! Você está apenas vivendo outras experiências".
Isso! Experimentar a vida parece ser a proposta desses físicos, contraditoriamente dependentes das regras sociais: dinheiro, dicotomias, fé... Para eles, existe uma força, coisa que consideramos Deus e isso traz conforto, um possível equilíbrio para nós, humanos, seres tão complexos...
Quem somos nós oscila da fase adolescente à velhice, demonstrando o quanto necessitamos nos entorpecer, em certas crises existenciais, mas, ao mesmo tempo, transcender esta matéria e atingir o nível espiritual. É como se fossemos observadores de nós mesmos, desenvolvendo novas habilidades, passando a entender o outro diante de nossas prórias atitudes.
Nesse sentido, a narrativa segue com a renovação psico-espiritual de Amanda, no objetivo de fazer com que os telespectadores saboreem a novidade na rotina e aceitem desafios.
Telas cada vez menores fazem, por vezes, os olhos se esforçarem no intuito de enxergar o que se passa no minúsculo aparelho.
“Otimização” da Tecnologia, dos processos produtivos. É isso que acontece nesta era, diga-se de passagem, de maneira incansável.
Como Marx já previa e anunciava, um estágio que, diria eu, seria um constante teste físico e mental.
Seríamos nós cobaias de uma mega-experiência? Sofreríamos uma “metarmofose ambulante” para nos adaptar às constantes transformações científico-sociais?
Estariam nossos controladores neste mesmo ambiente nada metafísico?
Experiências...
Somos assim, ratos de laboratório, que servem para “aperfeiçoar”a insatisfeita massa humana, a conhecida espécie Homo sapiens, se é que ainda podemos classificá-la dessa forma.
Mas e que tal Rat sapiens? Um mascaramento animalesco do homem que se vai...
Rat sapiens, reflexo das mutações que, em fase de recriação, proporcionam o aparecimento de uma nova moldagem humana.
Este blog serve aos trabalhos da disciplina "Tecnologia da Comunicação, Informação e Sociedade", do curso de Comunicação Social - Jornalismo em Multimeios, do DCH III/UNEB, ministrada pelo professor Josemar Martins (Pinzoh)
9 comentários:
Bem, a proposta do desenho era apresentar uma imagem que convergisse os diversos meios de comunicação: TV (antena), Rádio (alto-falante), Impresso (letras)e Internet (teclado)como forma de representação da disciplina: Tecnologia, Informação e Sociedade. O chapéu do primeiro, e maior boneco, seria essa representação. Seu rosto representa o globo terrestre e a interligação da tecnologia e informação na sociedade em rede, reforçada pelos bonecos em tamanho descrescente, ícone das diversas gerações: idoso, adulto, jovem e criança. Todos influenciados e influenciadores dos M.C.M. Domínio e Submissão lado a lado na era global.
OVNIs
Inconstante...
Inconstância...
Certeza apenas de que muitas dúvidas ainda virão...
Insatisfação, inconformismo, às vezes, perco o controle de mim mesma.
Imagens, pensamentos, desejos e sonhos ressurgem como tormentos em minha cabeça.
Ser, não ser, afinal, o que sou? O que serei? Parece que quero adiantar meu futuro, na busca incansável de um aperfeiçoamento ou melhoramento...
Mas fazer “tudo” ao mesmo tempo – mesmo no seu sentido relativo - é impossível!
Por outro lado, saber o que priorizar é complicado...
E se concentrar, então! Que sina!
Memória... parece que ela não tem trabalhado...
Será a influência de tantas telas que me rodeiam a todo instante?
Será, pouco a pouco, o fim da inteligência humana?
Será um reflexo do que viveremos a alguns anos: seres manipulados por máquinas?
Utopia ou não, certamente uma hipótese...
E as mutações já estão acontecendo.
Mudanças de hábito são visíveis em nosso dia-a-dia.
O calor intenso nos faria retornar aos tempos primitivos, se a agitação e a inconstância não fossem mais explícitas que a simples satisfação de estar quase nu....
Positivo?
Não em um ambiente rodeado por seres inescrupulosos...
Terceiras intenções certamente surgem na cabeça daqueles que observam os quase despidos...
Mas, como temos que nos adaptar, quem sabe acharemos natural andar como nossos ancestrais... (mesmo não estando em meio a florestas e mananciais no afago da mãe-natureza).
Exagero?
Depende do ponto de vista.
Afinal, quando pêlos quase inexistirem em nosso corpo ou quando os quatro insuportáveis e últimos inquilinos bucais resolverem não mais nascer, veremos em que espécie estamos nos transformando.
Se hoje duvidamos de OVNIs, amanhã seremos nós OVNIs de nós mesmos!
Por Verusa Pinho.
Dica de filme
Quem somos nós?
Diretor: William Anrntz, Betsy Chasse e Mark Vicente (EUA, 2004)
Narrativa que mescla ciência e filosofia.... Documentário e ficção intermediam-se em Quem somos nós, expressando nossas dúvidas mais íntimas. Explicações biológicas, químicas, Física Quântica são apresentadas por meio de desenhos coloridos e dinâmicos, associados ao dia-a-dia e pensamentos de Amanda, a protagonista das tantas indagações que vem à tona ao acompanharmos a narrativa.
"Somos co-produtores do nosso futuro. Projetamos, criamos enquanto também refletimos sobre concepções diversas e nos preparamos para as surpresas", afirmações de especialistas 'titulados' ao final do filme.
De acordo com eles, desenvolvemos nosso cérebro através de ações constantes que ativam as células nervosas e produzem ligações químicas. "Se cortamos um pensamento, desligamos células que poderiam fazer parte de uma cadeia criativa, posteriormente. Todos somos 'Deuses, Budas, Jesuses'. Não há bom ou mau, certo ou errado. Há caminhos que levam a resultados mais- ou menos- satisfatórios".
Nessas diversas questões, a narrativa desmistifica velhos conceitos e continua: -"se você pensa que está entrando num colapso nervoso, acalme-se! Você está apenas vivendo outras experiências".
Isso! Experimentar a vida parece ser a proposta desses físicos, contraditoriamente dependentes das regras sociais: dinheiro, dicotomias, fé... Para eles, existe uma força, coisa que consideramos Deus e isso traz conforto, um possível equilíbrio para nós, humanos, seres tão complexos...
Quem somos nós oscila da fase adolescente à velhice, demonstrando o quanto necessitamos nos entorpecer, em certas crises existenciais, mas, ao mesmo tempo, transcender esta matéria e atingir o nível espiritual. É como se fossemos observadores de nós mesmos, desenvolvendo novas habilidades, passando a entender o outro diante de nossas prórias atitudes.
Nesse sentido, a narrativa segue com a renovação psico-espiritual de Amanda, no objetivo de fazer com que os telespectadores saboreem a novidade na rotina e aceitem desafios.
Vale a pena assistir!
Por Verusa Pinho
RAT SAPIENS
Telas cada vez menores fazem, por vezes, os olhos se esforçarem no intuito de enxergar o que se passa no minúsculo aparelho.
“Otimização” da Tecnologia, dos processos produtivos. É isso que acontece nesta era, diga-se de passagem, de maneira incansável.
Como Marx já previa e anunciava, um estágio que, diria eu, seria um constante teste físico e mental.
Seríamos nós cobaias de uma mega-experiência? Sofreríamos uma “metarmofose ambulante” para nos adaptar às constantes transformações científico-sociais?
Estariam nossos controladores neste mesmo ambiente nada metafísico?
Experiências...
Somos assim, ratos de laboratório, que servem para “aperfeiçoar”a insatisfeita massa humana, a conhecida espécie Homo sapiens, se é que ainda podemos classificá-la dessa forma.
Mas e que tal Rat sapiens? Um mascaramento animalesco do homem que se vai...
Rat sapiens, reflexo das mutações que, em fase de recriação, proporcionam o aparecimento de uma nova moldagem humana.
Por Verusa Pinho
Será que quando eu vi um extraterrestre lá em Iraquara, em cima do galpão da Seasa, eu adquiri jeitos e trejeitos não-humanos?
Ou foi porque andei lendo muito jornal?
Vai lá saber, mas foi um desses dois!
Véu, que médico eu procuro pra doenças de jornal?
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