Juciana Cavalcante e Carilene Xisto
"Nascera com um fundo de alegria natural e inesgotável; tinha um espiríto rápido e uma imaginação que fez flores crescerem no campo da medicina".
Definição encontrada sobre a personalidade de La Mettrie. Filosófo, formado também em ciências naturais e medicina, o bon vivant como é intitulado desafiou "os inimigos declarados da razão humana", como calvinistas, luteranos e católicos, com suas publicações a respeito do que acreditva sobre o homem e a máquina. Seus comparativos desagradaram, mais por representar uma ofensa ao dizer que o homem só seria livre a parti do momento em que fosse independente de alma. E é aqui que ele afirma em sua obra de 1748, o Homem-máquina a proximidade do homem aos animas, de igual modo, sem alma, máquinas.
Considerado louco, La Mettrie assume ainda a defesa de que o homem é determinado pelo meio e sua felicidade deve ser buscada no bom funcionamento do corpo e não na transformação social.
Seu pensamento assume aos dias atuais a contemporaneidade, onde seu pensamento assume leituras positivas e negtivas, contabilizado portanto, seu lado humanista a favor da autonomia humana. Desse modo o homem passa a ser dono de seu próprio destino.
La Mettrie conclue que duas autonomias podem coincidir, assegurando a permanencia da autonomia individual da humamidade.

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