A contemporaneidade trouxe para o homem um verdadeiro dilema da modernização, de um lado a figura humana representada por todo um universo unilateral cuja razão a tem como um ser de inteligência infindável assimilando se a superioridade divina e por isso de raça única, A humanidade. Do outro a reciprocidade de conhecimentos que dão a figura expressiva do homem a construção de inanimações maquinarias que pensam e agem de acordo com seu projeto.
O “Homem e a maquina” são traços de um verdadeiro enlace intrínseco de sujeito complemento, onde a formação dependenciosa da inteligência artificial cria os chamados suportes pré obrigatórios, em que estando inseridos em uma sociedade de tamanha estantaneidade de fatos e produtos, tendemos involuntariamente a cairmos em uma substituição cada vez maior das nossas necessidades fundamentais! tais como nos comunicar, movimentar e ate mesmo raciocinar, sujeitando nos a um domínio da tecnologia a seu próprio serviço.
Os filmes “O exterminador do futuro” de James Cameron e “ Duro de matar” de Len Wiseman, também são fortes representantes das conseqüências do maquinarismo informatizado do século XXI pois revelam situações em que a própria informática robótica é arma de terroristas que tem acesso a todos os serviços sociais interligados por redes inteligentes de um servidor centralizado.

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