<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443</id><updated>2012-02-16T10:14:18.050-03:00</updated><category term='Tempo'/><category term='máquina'/><category term='náusea'/><category term='Orwell'/><category term='na colonia penal'/><category term='franz kafka'/><category term='homem'/><category term='la mettrie'/><category term='Tecnologia'/><category term='coisa'/><category term='homem-maquina-mundo'/><category term='panóptico'/><category term='Interesse'/><title type='text'>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1680903143335902388</id><published>2009-08-21T23:29:00.000-03:00</published><updated>2009-08-21T23:30:49.532-03:00</updated><title type='text'>A eterna novidade</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Luís Osete&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo flutuou por alguns minutos, girando, girando, girando... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu já não sabia se era sonho ou se uma força qualquer (muito além do pensamento) me erguia do chão. Tudo, em mim, se retorcia, acompanhando movimentos circulares de um ambiente que aos poucos me encurralava, numa cercania em que cada saída era a chegada: eu, homem duplicado, vivia a duplicidade de viver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto mais eu tentava me desprender, mais me sufocava. A televisão, com suas magnéticas luzes multicoloridas, se transmutara numa roldana, fazendo a cama girar. O computador, à revelia de minhas insistentes digitações, desfilava uma única frase: As flores da vida não passam de ilusões . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei chegar à estante para abrir um livro de Alberto Caeiro. De súbito, as palavras saíram voando. Desenharam, na parede, os versos: Sinto-me nascido a cada momento / para a eterna novidade do mundo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei confuso. “Mas Alberto, se o eterno é fora do tempo, como pode se apresentar novidade?”, gritei. Depois me detive na reflexão sobre o aparente paradoxo: o atual, o fluido, o tempo, a liberdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O registro diário de um mundo caduco é uma eterna novidade? A ética que se faz beleza (ou vice versa) está fora do tempo ou é pura temporalidade? Como podemos apalpar a atualidade, escravos que somos do que é trans? O meio, a mediação, o meu olhar é nítido como um girassol... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um poema, como uma flor, foi brotando da parede. Tenho o costume de andar olhando para a esquerda e para a direita / e de vez em quando olhando para trás. Quanto tempo ainda restará para que o simples ato de atravessar uma rua, olhando para a direita e para a esquerda, seja prova de um anacronismo anti-tecnológico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acoplar-se, virtualizar-se, ser semente – pura vontade de potência. E o que vejo é sempre aquilo que nunca antes eu tinha visto / e sei dar por isso muito bem. Eu via imagens da minha infância se sobrepondo no teto, parede, porta, janela, feito uma correnteza-cinza-esverdeada-do-azul-violeta-do-céu... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei ter o pasmo essencial que tem uma criança se, ao nascer, reparasse que nascera deveras. E, como uma tarde que cai sobre as águas espelhadas do rio, libertei-me das amarras que me prendia (ou me conectava?) à roldana...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei. E, como tudo em minha volta pareceu moderno, agora só quero uma coisa, Alberto: ser eterno...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1680903143335902388?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1680903143335902388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1680903143335902388' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1680903143335902388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1680903143335902388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/08/eterna-novidade.html' title='A eterna novidade'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-4189679336399803290</id><published>2009-08-12T10:16:00.003-03:00</published><updated>2009-08-12T10:45:05.625-03:00</updated><title type='text'>Vidas tecnológicas</title><content type='html'>Por Silvana Costa e Cecílio Ricardo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando começou a surgir, ou quando começamos a nos dar conta, encaramos a tecnologia como uma revolução material. Atualmente tecnologia nos remete a inteligência artificial, robótica, pós humano, e nos esquecemos de criações outras, que em tempos mais remotos eram os tais avanços tecnológicos. Bibliotecas, fogo, carroças, discos de vinil, mimeografo, velas, calendários, nomes de lugares e pessoas são tecnologias. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Devido ao desenvolvimento tecnológico, o que ontem era progresso hoje é retrocesso. A tecnologia mostrou-se tão forte ou investimos tanto nela que virou um superpoder e uma dualidade, produzimos para avançar e retrogradar. Os aparelhos de ar condicionado: “quanto mais gelam mais esquentam”, ou seja, em regiões quentes subentende-se que seria “necessário” o uso dos tais equipamentos, porque o “calor é insuportável”. Mas será que em todo ambiente dessas regiões o clima vai mudar? Vai! Os que tiverem condicionadores de ar serão “ambientes climatizados” e contribuirão para a região, e não apenas aquela, ficar ainda mais quente. É o chamado aquecimento global, o fenômeno climático que estabelece o aumento da temperatura média da superfície terrestre, tornando-se o mais grave problema ambiental causado pela humanidade. Estudos realizados revelam que no início desse século a temperatura do planeta subiu quase 2ºC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento das temperaturas pode provocar o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível ainda que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento global ocorre devido a fatores naturais e humanos. Entretanto, 95% corresponde às ações deste último.  Quanto tempo passamos embaixo do chuveiro? Quantas horas por dia a televisão fica ligada sem ter nem um sujeito assistindo-a? Quantas roupas, papéis, brincos, sacolas plásticas, combustíveis fósseis, perfumes e mais uma infinidade de coisas consumimos diariamente sem a mínima necessidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetos de consumo, a medicina, o comportamento, tudo é orientado pela tecnologia. Durante toda a história o ser humano buscou formas de superação e comodidade. Desta forma, foi desenvolvendo e inventando instrumentos tecnológicos. Podemos dizer então que a necessidade é a mãe das grandes invenções tecnológicas e vice-versa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre ciência e tecnologia contribui tanto para o prolongamento da vida quanto sua destruição. No século XX, a descoberta da penicilina originou a criação de antibióticos e fez com que diminuísse o número de mortes causadas por doenças infecciosas. Em Israel, o governo investe em pesquisas - mais de 80% dos trabalhos científicos publicados no país são desenvolvidos nas universidades. Apesar de ser um país com dificuldades causadas pelo clima e por intermináveis conflitos, Israel apresenta estudos importantes em áreas como medicina, agricultura e informática. De acordo com a consultoria Business Data, Israel é o terceiro país em número de registro de patentes por ano nos Estados Unidos, à frente de potências como Alemanha, França e Reino Unido. A produção só é possível devido, principalmente, ao investimento do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num contexto caracterizado por rápidas e constantes mudanças, onde o conhecimento e a sua gestão adquirem uma importância cada vez maior e decisiva para a competitividade nos enlaces sociais, assiste-se à adoção e implementação, por vezes desenfreada e pouco refletida, de sistemas “tecnoinformacionais”, na expectativa de que estes resolvam problemas. Pouco se procura compreender de que forma as normas e os comportamentos sociais determinam o modo como essas tecnologias são utilizadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, essa coisa toda nos parece labiríntica. Sabemos que os objetos “tecnoinformacionais” representam uma forma de racionalidade produtora de sentido. Trata-se de uma esfera tecno­simbólica em que os sujeitos se envolvem, sentem se protegidos e passam a ver ­se e a se relacionar com o mundo e com o outro. Na contemporaneidade, as próteses midiáticas passam a participar cada vez mais da produção de sentidos nos processos de configuração do ambiente, da moradia, dos modos de fazer e de viver, de conviver e de representar a realidade. Pode-se dizer que os objetos “tecnoinformacionais” se constituem como novos lugares de significação, de racionalidade dos processos sociais, em suma, como diz Martín­Barbero, dimensão constitutiva da produção de sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos 50 anos, a introdução de novas técnicas de comunicação e informação gerou uma ruptura histórica, uma quebra de paradigma resultante de inéditas transformações tecnológicas. Os novos padrões substituem o contato territorialmente limitado, dando maior alcance e velocidade às pesquisas a partir da interação de seus autores, independente do tempo e do espaço. A respeito da progressiva incorporação de ferramentas tecnológicas interativas, convém referir que estas conduzem à criação de espaços de interação entre os comunicadores e os destinatários. Para André Lemos, trata-se, portanto, em insistir, não em uma lógica excludente, mas em uma dialógica da complementaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos domínios das ciências e das tecnologias, sobretudo em nossos dias, estão presentes os problemas éticos. Criadas para salvar vidas, a biotecnologia e a engenharia genética, por exemplo, tornaram-se empórios. Comercializam órgãos, pessoas e vidas. Priorizam classe social, raça e poder. Podemos verificar que o conjunto de circunstâncias em que se produz a mensagem interfere diretamente na ética e na estética. Tudo possui uma identidade. Temos montado em nosso universo o conjunto de símbolos que nos acostumamos a utilizar. Quais conjuntos utilizamos e em quais situações são definidos pelo contexto. Assim, compreende-se que as mudanças promovidas pela tecnologia acarretam alterações na identidade cultural do ser humano. O uso de piercing, tatuagens, mitigar as marcas do envelhecimento, as salas de relacionamento virtuais provocam sensações que nos oferecem a oportunidade de transgredir os limites do corpo e acreditar que a mente está livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo de escapar do tempo e do espaço é o que Erick Felinto estabelece como relação entre as teorias da cibercultura, o transhumanismo que elas encarnam, e o mito do ciborgue. O autor explana também sobre uma convergência entre saber teórico e imaginário ficcional. Revela que nunca antes o domínio das tecnologias e da ciência esteve tão penetrado pela retórica dos mitos e pela lógica das alegorias e metáforas. Felinto chama atenção para a maneira como os novos mitos trazem de volta à nossa “hipermodernidade”, antiqüíssimas imagens de deuses e religiões passadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para André Lemos, o conceito de cibercultura está vinculado à recombinação. Esta por sua vez é resultado da soma das chamadas “três leis fundadoras”: liberação do pólo de emissão, conexão em rede e reconfiguração das mídias e práticas sociais. A liberação do pólo de emissão é considerada a primeira lei da cibercultura. Exemplificando, significa, várias vozes e discursos se manifestando em oposição à uma edição de algum veículo transmissor de massa. A segunda lei é o princípio da conectividade generalizada, que diz respeito à distribuição de informação via rede telemática. A terceira lei trata da reconfiguração dos meios e das estruturas sociais a partir das relações entre sociedade e as novas tecnologias. É necessário ressaltar que a reconfiguração de um meio tradicional não significa o seu fim, mas a sua readaptação num novo contexto, visto que cada produto tem público e demandas diferenciadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrapondo a idéia de completivo defendida anteriormente, Robert Fulghan, considera que “[...] para que alguma coisa viva é preciso que outra se afaste para abrir caminho. Não há vida sem morte. E não há exceções. Tudo passa. As coisas vêm e vão. Gente. Anos. Idade. Tudo. Gira a roda do mundo e o velho abre caminho para o novo servindo-lhe de pasto e de ninho”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-4189679336399803290?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/4189679336399803290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=4189679336399803290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4189679336399803290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4189679336399803290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/08/vidas-tecnologicas.html' title='Vidas tecnológicas'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6540458424685262787</id><published>2009-08-11T22:18:00.004-03:00</published><updated>2009-08-13T12:32:30.655-03:00</updated><title type='text'>O que enxerga o “super-olho”?</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Cibernética, chips, biotecnologia, amor virtual. Essas são algumas das tantas palavras que passaram a fazer parte do nosso cotidiano de uns anos para cá. Elas vão entrando no nosso vocabulário e a gente nem se dá conta, assim como vamos nos sentindo, cada vez mais, dependentes de aparelhos e memórias virtuais. A educação não se ver mais sem o auxílio das tecnologias da informação e comunicação e estas são mecanismos a ser explorados para educar a sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Paulo Roberto Giardullo Pinto no texto &lt;i style=""&gt;O Panóptico: Foucaut confirma Orwell &lt;/i&gt;fala de um olho que tudo vê, um olho que vê sem ser visto e que controla seus observados. Para o autor, a tecnologia que proporciona o encurtamento das distâncias, a brevidade da informação, a agilidade da comunicação interna de determinados grupos sociais, é, ao mesmo tempo, vigilante, coercitiva, e até sufocante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Entretanto, no ritmo atual dos acontecimentos, não mais se pode imaginar uma sociedade livre da colaboração dos multimeios. A comunicação é mediada por mecanismos que se reconfiguram a cada dia, que permitem a existência de novos pólos de emissão e estabelece conectividades entre seres humanos, sob a interferência exclusiva das máquinas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Mas, vale destacar que os regimes políticos, aos quais a sociedade está submetida, tem utilizado o avanço tecnológico, a ousadia humana, em prol da manutenção do poder capitalista. Em nome de um desenvolvimento dito necessário, o sistema político e sócio-econômico mantém o &lt;i style=""&gt;status quo &lt;/i&gt;sob a justificativa de que os indivíduos precisam consumir (celulares, computadores, eletrodomésticos etc; não qualquer um e sim os de última geração) porque já existe um estado irreversível de dependência do ser humano à tecnologia. Nesse sentido, as pessoas dedicam parte da vida ao trabalho no anseio de aumentar o poder de possuir algo, geralmente algo que está na moda. E a cada dia surge algo novo na moda. Assim, constitui-se uma classe trabalhadora, geradora de lucros para uma minoria que permanece em ponto fixo de onde olha sem ser vista, legitimando o modelo panóptico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Constata-se que os paradigmas que a cada dia se (re)estabelecem em torno da tecnologia, permitem a existência de uma via de mão dupla no campo da vida humana, que não deixa de refletir diretamente no campo da comunicação social. As teorias buscam dá conta dos acontecimentos que se justificam pela existência de uma era pós-moderna, onde a transformação do mundo parece ser um objetivo comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Na comunicação isso se reflete diariamente, à medida que vive-se o impasse entre o que ético ou não no fazer comunicativo, por exemplo. Fala-se em corpo cibernético, pós-humano que aparenta está inserido numa contemporaneidade sem rumo, onde o individualismo prevalece em detrimento da coletividade, onde o tempo deixa de ser qualitativo e passa a ter valor quantitativo. E isso se reflete nas rotinas e nos ecossistemas comunicativos, vive-se uma era da informação atropelada pelo dilema do transhumanismo, pelos encantos da cibercultura, pelo controle do panóptico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;Neste contexto, a via de mão dupla é explícita: existem lados, prós e contras na relação seres humanos e tecnologia. É preciso, portanto, atentar para o fato de que esta última não é vilã da humanidade, há uma mediação humana fundamental. O mundo proporcionado pelo desenvolvimento tecnológico é encantador, facilita a vida das pessoas, agiliza os processos de troca de informações acerca do mundo e de seus acontecimentos. Nisso, o discernimento na utilização dos produtos do mundo tecnológico é essencial para que a comunicação não se perca na possibilidade de superação do humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Inspirações:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;- O Panóptico: Foucault confirma Orwell (Paulo Roberto Giardullo Pinto)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;- Cibercultura: alguns pontos para compreender a nossa época (André Lemos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:100%;" &gt;- Aulas da disciplina Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6540458424685262787?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6540458424685262787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6540458424685262787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6540458424685262787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6540458424685262787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/08/o-que-enxerga-o-super-olho-breves.html' title='O que enxerga o “super-olho”?'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6659238218231133709</id><published>2009-08-05T22:57:00.004-03:00</published><updated>2009-08-05T23:19:56.893-03:00</updated><title type='text'>ATIVIDADES</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:Car@s"&gt;Car@s&lt;/a&gt; &lt;a href="mailto:alun@s"&gt;alun@s&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vocês não cumpriram a atividade de fazer o relatório das apresentações feitas em sala, mudamos de atividade para a nota. Agora, conforme textos lidos e discutidos em sala no dia 04/08/2009, sendo um de André Lemos e outro de Erick Felinto (e levem em consideração também a entrevista com Laymert Garcia dos Santos), vocês DEVEM ESCREVER UM TRABALHO, que pode ser individual ou em grupo constituído de, no máximo, 3 pessoas, com base nas seguintes questões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Levando em conta as nossas últimas leituras e discussões, como vc avalia o atual impacto das tecnologias da informação e da comunicação nas nossas vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Segundo André Lemos, quais seriam as três leis relativas à atual dinâmica da CIBERCULTURA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Quais as principais relações que Erick Felinto estabelece entre as teorias da cibercultura, o transhumanismo que elas encarnam e o mito do ciborgue?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Que relações vocês estabelecem entre esta discussão e o campo da comunicação social?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ESTE TRABALHO É PARA TERÇA-FEIRA, DIA 11 DE AGOSTO.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEMBRO AINDA QUE NÓS DIVIDIMOS A TURMA EM GRUPO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA "FEIRA DE TECNOLOGIA" SOBRE O MODO COMO AS DIVERSAS ÁREAS ESTÃO UTILIZANDO A TECNOLOGIA, A SER REALIZADA NO DIA 13 DE AGOSTO, À NOITE. OS GRUPOS CONSTITUÍDOS ATÉ AGORA SÃO OS SEGUINTES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telecomunicações e Educação&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1. Ana Carolina &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2. Larissa Brandão &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3. Thaic Carvalho &lt;/p&gt;&lt;p&gt;4. Mirela &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5. Pablo Vasconcelos &lt;/p&gt;&lt;p&gt;6. Luciana Bispo &lt;/p&gt;&lt;p&gt;7. Luana Valéria &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Música&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Alaíde Régia&lt;br /&gt;2. Elka Kelly&lt;br /&gt;3. Jaqueline Silva&lt;br /&gt;4. Juciana Tenório&lt;br /&gt;5. Danilo Ribeiro&lt;br /&gt;6. Emiliana Carvalho&lt;br /&gt;7. Gilka&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Aurílio&lt;br /&gt;2. Lindair&lt;br /&gt;3. Daiane&lt;br /&gt;4. Fernanda Mendes&lt;br /&gt;5. Mirrail Menezes&lt;br /&gt;6. Bruna Rafaella&lt;br /&gt;7. Gisa Ramos&lt;br /&gt;8. Érica Daiane&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AINDA RESTARIAM OS TEMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ESPORTE;&lt;br /&gt;- JORNALISMO;&lt;br /&gt;- ARQUITETURA;&lt;br /&gt;- MEDICINA;&lt;br /&gt;- AGRONEGÓCIO;&lt;br /&gt;- JUSTIÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardo o posicionamento de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josemar da Silva Martins&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6659238218231133709?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6659238218231133709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6659238218231133709' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6659238218231133709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6659238218231133709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/08/atividades.html' title='ATIVIDADES'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6918517962689724376</id><published>2009-07-16T12:13:00.002-03:00</published><updated>2009-08-05T08:26:59.860-03:00</updated><title type='text'>Comunicação Alternativa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Juciana Cavalcante&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Criada sob o conceito de ser uma diferença, a comunicação alternativa surge como uma nova maneira de fazer comunicação. A boa intenção não demorou muito para sofrer duras críticas pelo produto a que se propôs: tecer a crítica sobre a maneira que se fazia comunicação. Atenho-me aos veículos alternativos de comunicação, seu surgimento baseado e motivado por uma maneira ou mais simples, ou mais acessível de se transmitir uma notícia, dando ainda voz às massas.&lt;br /&gt;A ideia original é boa, mas a realidade fora do papel cumpre algo quase que totalmente diferente ao que se imaginava. A comunicação alternativa como espaço para o exercício da crítica da mídia não só o fez como assumiu caráter comercial, o que na teoria deveria ser ela isenta. Rádios e TVs comunitárias, alternativas parecem correr ao longos das “pautas”, para não dizer dias, atrás da mola propulsora de sustentação, a chamada publicidade.&lt;br /&gt;Temas que envolvam Educomunicação, educação associada diretamente à comunicação; a comunicação e desenvolvimento que ela pode propiciar a sociedade local, uma maneira de digitalização dos meios, e ainda políticas públicas para comunicação são discutidos em muitas academias. O problema é quando essa discussão versa apenas um lado, e a crítica pela crítica não nos leva a lugar algum. Mais do que buscar soluções é necessário e imprescindível a realização de ações que visem de fato à realização em prática das discussões sobre tais temas.&lt;br /&gt;O espaço de discussões sobre a crítica da comunicação alternativa e o seu inverso, ainda podem propiciar o surgimento de novas teorias e quem sabe uma nova forma de se fazer comunicação, regida por novos parâmetros que a cada dia pautam de forma diferente os veículos de comunicação.&lt;br /&gt;Quando se ouve falar em modernização das redações, técnicas de jornalismo, enxugamento das redações, onde ainda se concentram os formados na área que embora contrariando muitos, não é uma arte e sim um a ciência, esse é um dos momentos mais específicos para se avaliar os resultados que já temos com a chamada comunicação alternativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6918517962689724376?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6918517962689724376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6918517962689724376' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6918517962689724376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6918517962689724376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/07/comunicacao-alternativa.html' title='Comunicação Alternativa'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-29813221851329673</id><published>2009-07-14T10:32:00.003-03:00</published><updated>2009-07-14T10:50:42.650-03:00</updated><title type='text'>A robótica mais perto do que acreditávamos</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por Quercia Oliveira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ler matérias e artigos sobre a robótica e a era pós-humana nos deixa, muitas vezes, com a equivocada impressão de que estas transformações acontecem distantes de nossos cotidianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, contudo, enquanto fazia uma ronda entre sites institucionais, me deparei com a surpreendente notícia de que uma equipe unebiana trouxe para o Brasil o troféu de terceiro lugar na mais importante competição de robôs inteligentes do mundo, a RoboCup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincera e honestamente falando, eu não sabia da existência, nem da importância, de tal competição e, muito menos, que desenvolvíamos na nossa universidade estudos, de excelência, diga-se de passagem, nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica, contudo, meus cumprimentos à equipe “Bahia Robotics Team” e a indicação para leitura da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uneb.br/exibe_noticia.jsp?pubid=3910"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;matéria completa &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;na página da UNEB. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-29813221851329673?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/29813221851329673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=29813221851329673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/29813221851329673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/29813221851329673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/07/robotica-mais-perto-do-que.html' title='A robótica mais perto do que acreditávamos'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1621513551287427506</id><published>2009-07-03T16:22:00.001-03:00</published><updated>2009-07-03T16:43:58.857-03:00</updated><title type='text'>(In)Formação polida</title><content type='html'>Por Silvana Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista não é condição peremptória para a liberdade de expressão, como defendem os que são favoráveis à decisão do Supremo Tribunal Federal. A liberdade de expressão não está comprometida pelo diploma. Aos que usam do conclamado alvedrio para afirmar que diploma de jornalismo é desnecessário, faço minhas as palavras do jornalista Muniz Sodré, “não tem formação específica para compreender a complexidade teórica do que é hoje informação/comunicação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diploma, ou canudo, como alguns preferem chamar ironicamente, e outros por redução, não é &lt;em&gt;sinônimo &lt;/em&gt; de ética, caráter ou preparo. Comparo o jornalismo à pedagogia. Qual o papel de cada um? Quais funções estão cumprindo? Qual a situação das escolas atualmente? E digo atualmente referindo-me há algumas décadas. Como se sente o professor diante de uma instituição falida com alunos que nada querem aprender ou se satisfazem com aquilo que lhes é oferecido? Será que &lt;em&gt;qualquer um&lt;/em&gt; pode ir para uma sala de aula? &lt;em&gt;Qualquer um&lt;/em&gt; por vocação ou dom de ensinar tem esse preparo? Por que a educação é tão secundária nos governos? Por que o jornalismo foi o &lt;em&gt;alvo&lt;/em&gt;? Será mesmo uma luta para que todos possam se expressar livremente? Será mesmo a inconstitucionalidade? Será que é inconstitucional? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do STF partiu de uma ação protocolada pelo Ministério Público Federal e o Sindicato das Empresas de Rádio de Televisão do Estado de São Paulo. Será que a natureza da &lt;em&gt;pugna&lt;/em&gt; esclarece quais interesses estão em jogo? Por que a grande mídia silenciou o caso ou manifestou apenas os que são contra o diploma obrigatório? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interesses em jogo ou jogo de interesses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A não obrigatoriedade do diploma servirá para apadrinhamentos políticos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social do jornalismo. Equivocado os argumentos da chamada Suprema Corte. Tanto que, de acordo com o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, o STF pode rever a decisão da não obrigatoriedade do diploma para prática jornalística através de uma ação embasada em novos fundamentos ou por embargo de declaração. “No caso, o embargo de declaração estaria relacionado aos pontos omissos, porque não foi observado que os colaboradores já têm espaço previsto para a manifestação de pensamento. Ao  analisar esse ponto omisso, o resultado do julgamento poderia ter sido outro”, disse o presidente nacional da OAB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia, comunicação...&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse a decisão do STF, a própria imprensa está se encarregando de acabar consigo mesma. Os critérios de noticiabilidade se confundem com sensacionalismo, espetacularização dos acontecimentos e faturamento que possam trazer a determinados setores da mídia. As novas tecnologias de informação e comunicação, principalmente a internet, incitaram ainda mais o &lt;em&gt;deadline&lt;/em&gt; (data limite do fechamento de uma edição) no jornalismo. A televisão, o impresso e o rádio passaram a analisar e investigar menos os acontecimentos. A captação da realidade com maior aprofundamento e a narrativa diversificada estão comprometidas no jornalismo diário devido à concorrência, falta de tempo e espaço nas publicações/veiculações e indolência dos jornalistas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo Traquina, as notícias não podem ser vistas simplesmente como algo que surge de forma espontânea dos acontecimentos do mundo real, mas na incidência de acontecimentos e textos. Opta-se por um &lt;em&gt;jornalismo&lt;/em&gt; repetitivo e enfadonho, uma corrida desenfreada pelo furo jornalístico, pelos níveis de audiência ou de vendas de exemplares e uma cobrança e pressa que o ser humano não dá conta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avançam para produções e investimentos em tecnologia cada vez maiores, com as mais diversas intenções, desde a busca da imortalidade através das máquinas, até a criação da inteligência artificial na área da robótica. Chegou-se ao ponto da criação de &lt;em&gt;Evas Byte&lt;/em&gt;, um misto de entertainer/apresentadora/”jornalista”, uma mera executora de tarefas incapaz de questiona-las. A “forminha” é o protótipo almejado por aqueles que fazem jogo de interesses quando seus interesses estão em jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;...E informação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A "Revolução Verde", que está ocorrendo no Irã devido à mobilização das bases de Mir-Hossein Mousavi contra o resultado da eleição – fraudulenta, segundo eles – que deu a vitória a Mahmoud Ahmadinejad, utilizou as mídias digitais para articulação do movimento e disseminação de informações. Primeiro, os manifestantes enviaram informações e mensagens por telefone. O regime iraquiano cogitou a possibilidade de bloqueio dos aparelhos. Outra alternativa foram os sites tradicionais de redes sociais – &lt;em&gt;YouTube, Facebook, Flickr e Twitter&lt;/em&gt; –, amplamente utilizados e mantidos em uma lógica de bloqueio-desbloqueio, &lt;em&gt;hackers&lt;/em&gt; iranianos versus autoridades. A internet noticiou o Irã para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terras brasileiras, o blog da Petrobras, intitulado &lt;em&gt;Fatos e Dados&lt;/em&gt;, foi criado em junho deste ano, com o objetivo de “apresentar fatos e dados recentes da Companhia e o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)”. O blog tem em média seis mil acessos diários. A Companhia constatou que o meio mais eficaz para atrair visitantes são os links nos sites de busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o jornalista Luis Nassif com a “nova modalidade”, “os jornais terão que reaprender a fazer jornalismo, sob pena de terem suas matérias permanentemente questionadas por um circuito cada vez mais amplo de blogs e sites”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos como esses demonstram que a informação não possui &lt;em&gt;limites&lt;/em&gt; na Internet, consequentemente (re)afirmam o poder dessa mídia. O pensador francês Pierre Lévy vê a internet como um espaço de pensamento e comunicação em que não existe censura. “Quem participa do movimento cibercultura vive num universo cada vez mais democrático. Os que não participam estão obviamente excluídos. Isso é muito inquietante”.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ética, retidão, caráter... E atuação.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freire afirma que a educação é “uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e/o aprendidos implica tanto esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A universidade é um espaço para troca de conhecimento acadêmico e informal. Diploma não é apenas o canudo. Este é ícone e não índice, de acordo com as definições semióticas de Peirce. Devemos lutar pela qualificação, não só dos cursos de jornalismo, mas da educação em todas as instâncias e da ética no exercício de qualquer que seja a profissão, de jornalistas a cozinheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita coisa que precisamos repensar no jornalismo. A qualidade do curso é uma delas. Por que os Excelentíssimos Ministros não fazem uso das competências que lhes são cabíveis para contribuir com a melhoria da educação brasileira? Ou a solução é acabar com o ensino? Afinal, seria mais fácil, menos dispendioso e mais interessante aos doutores da lei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema não é o diploma de jornalismo, é a educação. O problema não é a liberdade de expressão, é o amor próprio, o corporativismo e o empresariado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Decisão e (in)decisões...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi e li diversos artigos e comentários sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Professores, estudantes, sindicalistas, jornalistas, enfim, as mais diversas opiniões. Percebi – relacionado aos sentidos mesmo, porque para mim, jornalismo é enxergar, apalpar, compreender, provar e sentir – que muitos estudantes e profissionais da área não amam o jornalismo ou talvez o tenham feito porque não deram certo em outras áreas; outros tantos foram preconceituosos diante da comparação dos jornalistas com cozinheiros, feita pelo Ministro Gilmar Mendes e ainda há pessoas totalmente apáticas e desinformadas a respeito da ciência jornalística. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconselharam-me a fazer outro vestibular ou abandonar o curso, porque estava muito preocupada com a decisão do STF. Eu não faço jornalismo por causa de um diploma nem por falta de opção. Eu escolhi o jornalismo não como ofício, mas como uma forma de viver. Independente da decisão de um ministro (ou de oito...) isso não muda minha vontade. Aliás, só faz crescer o que motivou a minha escolha pelo jornalismo, utópica talvez: mudar o mundo - dignidade, justiça, ética, oportunidade e educação fazem parte das minhas ambições jornalísticas e pessoais. Ninguém que não esteja disposto a viver para o jornalismo (e não &lt;em&gt;do&lt;/em&gt; jornalismo!) deve persistir numa profissão tão encantadora e incompreendida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1621513551287427506?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1621513551287427506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1621513551287427506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1621513551287427506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1621513551287427506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/07/informacao-polida.html' title='(In)Formação polida'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8274121495688452166</id><published>2009-07-03T15:29:00.003-03:00</published><updated>2009-07-03T15:54:30.534-03:00</updated><title type='text'>Novas mídias e a comunicação alternativa</title><content type='html'>Por Cecílio Bastos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sk5OYPT7aFI/AAAAAAAAAII/mbwpve8jghk/s1600-h/Com+Alt.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 160px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sk5OYPT7aFI/AAAAAAAAAII/mbwpve8jghk/s320/Com+Alt.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354303185324042322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Quando se fala do caráter estratégico da produção simbólica para o poder, compartilho do entendimento de Jean-Paul Sartre (1994), no qual diz que a mídia desempenha os papéis de "servidores da hegemonia e guardiães da tradição". A comunicação jamais esteve tão fortemente entranhada na batalha das ideias pela direção moral, cultural e política da sociedade. Ocupa posição relevante no âmbito das relações sociais, visto que fixa os contornos ideológicos da ordem hegemônica, elevando o mercado à instância máxima de representação de interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo à volta se recompõe e se desloca incessantemente. Predominam os mantras da velocidade, da inovação e da mercantilização, cada vez mais ajustados à urgência por vantagens e dividendos competitivos. A multiplicação de produtos e serviços multimídias, disponibilizados por tecnologias de última geração, põe-se a serviço de lógicas corporativas que convertem variedades em grandes quantidades lucrativas. Daí a importância de pressões sociais sistemáticas em favor de políticas públicas que protejam e promovam o interesse coletivo contra ambições monopólicas privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramsci (1999) realça o valor em recusarmos proposições ocasionais e desarticuladoras, que querem nos incluir em "multiplicidades de homens-massa", tentando afastar os "homens-coletivos" da consciência fundamental contra o conformismo, a apatia e a alienação. As indicações do filósofo marxista italiano tornam-se especialmente úteis em um momento histórico no qual tramas sinuosas se desenrolam à sombra de telas, monitores, celulares e redes digitais, influindo cada vez mais na formação das mentalidades. O pensamento crítico e dialético impõe-se como elemento-chave para afugentar o culto celebratório do novo e o alvoroço por abundâncias mercadológicas, bem como para qualificar intervenções autenticamente transformadoras da cena pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do estado das novas configurações midiáticas, apesar das aparências espetacularizadas, seduções consumistas e feitiçarias tecnológicas, é preciso reconhecer as iniciativas que tentam reforçar a variedade informativa e cultural. Significa trazer à luz experiências que se oponham aos crivos e controles da mídia, introduzindo projetos criativos capazes de descentralizar, progressivamente, os processos comunicacionais e contribuir para o alargamento das margens de diversidade e crítica da mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRAMCI, Antonio. Cadernos do cárcere. Vol. 1. Carlos Nelson Coutinho (Org. e Trad.). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999, p. 94-95.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SARTRE, Jean Paul. Em defesa dos intelectuais. São Paulo: Ática, 1994, p. 23.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8274121495688452166?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8274121495688452166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8274121495688452166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8274121495688452166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8274121495688452166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/07/novas-midias-e-comunicacao-alternativa.html' title='Novas mídias e a comunicação alternativa'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sk5OYPT7aFI/AAAAAAAAAII/mbwpve8jghk/s72-c/Com+Alt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6126800164088731691</id><published>2009-07-02T22:54:00.004-03:00</published><updated>2009-07-02T23:12:39.196-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Essa é uma das poucas disciplinas em que temos uma certa liberdade para produzir. Por isso, me senti a vontade para fazer o texto abaixo, conforme havia sugerido Pinzoh como atividade da aula do dia 18. Contudo, segui um caminho próprio, passeando por algumas temáticas que achei pertinentes. Para completar, postei um texto que escrevi semana passada, esse tem caráter mais informal.&lt;br /&gt;Aos/as leitores/as mais apressad@s, desculpmem-me se me excedi na escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Por que uma comunicação alternativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;Por Érica Daiane&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Tal necessidade parte da discordância com o modelo vigente, devido aos moldes pouco democráticos que norteiam o fazer comunicativo, tanto no âmbito dos meios de comunicação quanto nas estruturas públicas como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A comunicação interpessoal configura-se como elemento imprescindível nos ambientes sociais. Na sociedade contemporânea, a comunicação de massa, a comunicação popular ou comunitária é, juntamente com a educação, a responsável pela formação política, social e cultural de toda a população. Para Guareshi (2004), os meios de comunicação são indispensáveis na criação, transmissão, mudança, legitimação e reprodução das culturas. Já Soares (2003) fala da inter-relação entre os dois campos, comunicação e educação, resultando em um novo campo teórico-prático de intervenção social, a educomunicação, colocada pelo autor como “caminho para a cidadania”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Neste início de século verifica-se o crescimento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s), que tem sido apontadas como importante instrumentos de mediação e construção do conhecimento, bem como de democratização da comunicação e da informação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;No entanto, é preciso ainda aprofundar a discussão quanto ao uso adequado dessas ferramentas, sobretudo no âmbito da educação formal que pouco tem aproveitado as possibilidades oferecidas por tais inovações. É comum, por exemplo, ter nas escolas aparelhos eletrônicos, como televisores, aparelho de DVD, computadores sendo inutilizados. Outro fator preocupante é a perspectiva de inclusão digital que é trabalhada (quando é) nos espaços de educação formal. Na maior parte das experiências, tal perspectiva equivoca-se devido a não abordagem do viés educomunicativo dessas novas tecnologias. Na lógica da democratização da comunicação, a inclusão só acontece a partir da tomada de consciência dos sujeitos envolvidos no processo quanto à utilização da comunicação (neste caso, especificamente de seus meios) como estratégia de organização e desenvolvimento social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Nesta perspectiva, as experiências de comunicação e educação que se dão nos espaços informais se processam justamente a partir desta tomada de consciência quanto ao poder destas áreas no processo de transformação social. Se no contexto das duas áreas, há uma relação entre a teoria e a prática, se há uma intervenção social e uma reflexão sobre esta prática, pode-se apontar a existências de experiências educomunicativas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A escola tradicional tem se distanciado do cumprimento de seu papel enquanto propulsora de uma educação libertadora, que, conforme definia Paulo Freire, está ancorada na relação dialógica entre educador/a e educando que, juntos, irão construir o conhecimento. A comunicação também não tem exercido a função social que lhe é atribuída, desconsiderando a própria condição de direito humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;É com base nessa constatação que passa a existir a contraposição dos modelos de se comunicar e educar. É isso que justifica, por exemplo, a existência de uma comunicação hegemônica e uma comunicação alternativa. De modo geral, a contra-hegemonia surge dos movimentos sociais que, preocupados com uma emancipação popular necessária à mudança da sociedade, passam a propor formas de sensibilização. Tal sensibilização se faz necessária porque parte-se da idéia de que o modelo dominante aliena os indivíduos, na perspectiva de garantir a aceitação do que lhes é imposto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Os meios de comunicação, teoricamente, divulgadores da informação de qualidade, isenta e preocupada com o bem estar social, na prática, não cumprem por completo esta função. Dessa insatisfação com a mídia “oficial” surge a mídia “alternativa”. De acordo com os estudos de Lorenzon (2009, p. 20), o termo mídia alternativa, inicialmente, aparece “associado à radiodifusão comunitária, como opção aos processos hegemônicos de comunicação, e possui, portanto, relação com a democracia”. Contudo, a chamada mídia alternativa compreende uma gama de possibilidades de se fazer comunicação, cujo foco principal é a garantia dos processos comunicativos horizontalizados, nos quais a população possa ser tanto receptora quanto produtora/emissora de informação. Nesse modelo proposto deve haver, de fato, a valorização da diversidade sócio-cultural e dos princípios democráticos que devem estar expressos nas formas de construção coletiva. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Esse conjunto de ações, executadas nos moldes da comunicação hegemônica ou no modelo alternativo proposto, só é possível porque pessoas (conscientes, sensibilizadas ou mesmo alienadas) se propõem a serem parte desta conjuntura. E, numa sociedade mediada pelas diversas mídias, resultado das mais engenhosas TIC’s, não há como controlar a produção da informação. Nesse sentido, vem à tona a necessidade de se discutir quem pode (legalmente) exercer o direito de ser produtor/a desta comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A comunicação enquanto área ou campo do conhecimento divide-se por habilitações, onde algumas ganham destaque quando trata-se do exercício profissional, exigindo formação&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;acadêmica especifica. Cada uma das suas sub-áreas, se assim podem ser denominadas, realizam atividades distintas, porém todas possuem sua devida importância na veiculação do produto final, a informação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para que haja o aprofundamento do conhecimento e assim o ajustamento da prática, surgiu a Universidade e, neste caso, os cursos de Comunicação Social. Entretanto, desde sua criação até os dias atuais, ainda não foram criados mecanismos capazes de garantir a todos os indivíduos interessados o acesso a tal formação, fator que define a educação universitária como um privilégio de uma minoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Diante disso, faz-se necessário pensar as formas de se fazer comunicação, atentando para as reflexões que podem ser feitas acerca do uso das tecnologias como instrumentos de democratização ou reprodução de um sistema alienante e opressor. É importante também analisar se a formação necessária para o exercício profissional das habilitações da comunicação passa, obrigatoriamente, pela academia, uma vez que esta não é democrática. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Portanto, os valores éticos necessários para que haja o compromisso com a prática da profissão, devem ser a preocupação principal daqueles/as que, de fato, acreditam numa comunicação livre, verdadeiramente democrática, capaz de promover o exercício pleno da cidadania. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;GUARESCHI, Pedrinho A. A realidade da comunicação – visão geral do fenômeno. In: GUARESCHI, Pedrinho A. (Coord.). &lt;b style=""&gt;Comunicação e controle social&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt;. &lt;/i&gt;6. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;LORENZOM, Adriane. &lt;b style=""&gt;Poder local no ar: &lt;/b&gt;municipalização das rádios comunitárias e fortalecimento de esferas públicas locais no brasil. Brasília: Abravídeo, 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;SOARES, Ismar de Oliveira. Educomunicação e cidadania: a construção de um campo a partir da prática social. In: &lt;span style=""&gt;PERUZZO, Cicilia Maria Krohling e ALMEIDA, Fernando Ferreira de (Organizadores). &lt;b&gt;Comunicação para a cidadania.&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;São Paulo: INTERCOM; Salvador: UNEB 2003.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt; 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Nada novo, apenas a oficialização de uma prática já tão corriqueira e que jamais impediu a existência do bom e do mau jornalismo no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Sendo bem sincera... enquanto estudante de Comunicação Social, enquanto representação estudantil (C.A), enquanto militante do movimento estudantil (nacional) de comunicação, enquanto pessoa que acredita que muita coisa está errada e precisa mudar em nossa sociedade, digo que essa decisão veio pra provar o quanto as pessoas são (e estão cada vez mais) egoístas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Cabe aqui, mais um ditado popular, dentre tantos que tem sido usado depois do dia 17 de junho: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. É nisso que parece está embasado o levante de tantos que perderam o sono depois da decisão do Supremo Tribunal Federal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Quantas decisões absurdas o STF e outras esferas do poder nacional tem tomado, mas como não nos atingem diretamente, ninguém tá nem aí. Vamos pensar um pouco: Por que ninguém se interessou em travar esse debate antes? A mídia se calava, independente da posição que defendia. A academia também não (ou muito pouco) se pronunciava. O que falta pra gente se apropriar (com qualidade) dessas discussões? É a inexistência de espaços para isso? Não. É falta de interesse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Me desculpem, mas me pronuncio aqui pra dizer que não me preocupa a decisão do STF, minha inquietação é outra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ás vezes ouço discursos de colegas que me causam náuseas... há uma pseudo preocupação com a formação. As falas são bem arrumadinhas, as críticas aos grandes meios (ao monopólio da mídia) são consensos, mas pouco vejo a diferença na prática. Parece que todo mundo esquece que a mídia é feita por pessoas, ou seja, nós daqui a pouco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Talvez, se refletíssemos mais sobre a verdadeira prática jornalística, sobre o jornalismo como ciência preocupada com uma necessária transformação social; talvez se brigássemos para que as empresas proporcionassem adequadamente o estágio... estaríamos hoje aqui preocupad@s em exigir a regulamentação da nossa profissão, preocupad@s em lutar contra a precarização da mesma ou ainda preocupad@s com algo mais emergencial numa sociedade movida pela tecnologia da informação e da comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Os argumentos expostos por Gilmar Mendes são covardemente ridículos, só prova a mediocridade do debate, o despreparo cada vez maior dos representantes políticos que, diariamente, decidem a vida de centenas de brasileiros e brasileiras. Contudo, nesse contexto de obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista, vejo um problema bem maior: o que estamos fazendo dos 4 anos (em média) que passamos na Universidade? Essa reflexão faz-se necessária para definirmos o que faremos depois desses 4 anos, logo após aquela solenidade em que vamos receber o diploma e encher o peito pra dizer que somos jornalistas "por formação".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por que não centramos nossas energias numa batalha por uma educação de qualidade, onde a Universidade não seja um privilégio de uma pequena parcela da população? Por que não questionamos a falta de oportunidade que impede a existência de mais profissionais qualificados? Por que não enfrentamos os “donos da mídia” que insistem em não oferecer a qualidade da informação de que a população é merecedora? Por que também não nos revoltamos com o STF quando a decisão atinge profissionais de outra categoria?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tudo isso porque somos egocêntricos, individualistas e assim, infelizmente, nunca seremos agentes de mudança social alguma, como, teoricamente, nos propomos a ser.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para as/os que querem desistir de estudar, lamento, só tenho a dizer que é preciso mais maturidade e um maior compromisso seja qual for a profissão a ser seguida. Àqueles/as que não se conformam com a não-exigência do canudo, busquem as alternativas. Temos aí um mercado gigante que tem lugar para todo e qualquer bom profissional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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   &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8235843865425671542?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8235843865425671542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8235843865425671542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8235843865425671542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8235843865425671542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/07/farinha-pouca-meu-pirao-primeiro.html' title='&quot;Farinha pouca, meu pirão primeiro&quot;, infelizmente'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-4640796753547157747</id><published>2009-05-27T18:55:00.002-03:00</published><updated>2009-05-27T19:05:48.383-03:00</updated><title type='text'>Uma triste despedida...</title><content type='html'>Por Luís Osete&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para ler ouvindo “&lt;a href="http://letras.terra.com.br/mutantes/272035/"&gt;Meu refrigerador não funciona&lt;/a&gt;”, do álbum “&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Divina_Com%C3%A9dia_ou_Ando_Meio_Desligado"&gt;A divina Comédia&lt;/a&gt;” (1970), dos &lt;a href="http://www.osmutantes.com/home2.html"&gt;Mutantes&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A assistente olhou para o assistente que olhou para a assistente que olhou para o vazio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diga a ele o que aconteceu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse um dos dois. Ou disseram os dois?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu ali, perplexo, com o olhar perdido nos objetos em volta, como quem já busca um refúgio em qualquer miragem, como quem já não precisa ouvir mais nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A gente tentou de tudo, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E meus olhos encheram-se de lágrimas. Senti a gelidez de uma tela que me serviu de apoio à vertigem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sente-se aí, por favor... O senhor está pálido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele representava muito para mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que consegui dizer naquele momento. Pedi um copo de água à assistente e, com o olhar contrito, mergulhei num rio de lembranças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me do dia em que ele chegou a minha casa, numa manhã de sol claro e céu sem nuvens, como diria a moça do tempo. Interessante: a partir da vinda dele, nada mais foi previsível em minha vida. Tantas moças desfilaram em sua frente, enquanto os dias se sucediam num emaranhado de sentimentos sorvidos em nossa breve relação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ínterim, quantas noites tornaram-se dia, à vista dos nossos sorrisos? Quantas tardes quentes debruçadas ao espanto de seu brilho infinito? Quantas solidões alimentadas e dissolvidas ao doce deslizar das palavras? Quantas vidas inventadas? Quantas invenções ditadas? Quantos sonhos vivenciados nas noites de insônia? Quantos planos realizados na dialética da ilusão vital que construímos?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos quantuns e quantidades inquantificáveis?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aqui está o seu copo de água. Eu coloquei uma colher de açúcar, viu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigado. Não sei nem como te agradecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não precisa. Eu só queria que você soubesse que nós fizemos de tudo para reanimá-lo. Ontem mesmo ele passou o dia inteiro ali...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontou-me uma mesa de mármore...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De certa forma, eu já sabia que ele não iria resistir, mas é sempre um choque...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sem dúvida. A gente atende muitos casos assim. Eu também já passei por isso, acredite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detesto quando as pessoas tentam me consolar assim: comparando sofrimentos. E interrompi a conversa ali mesmo. Virei o rosto para um mostruário e fiquei tentando me lembrar de como crescemos juntos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De como ele guardava, em sua memória prolífica, os momentos mais significativos de minha juventude: meus versos ingênuos eram por ele recitados a qualquer hora, minha primeira fotografia era sua imagem mais nítida, o que se pôde registrar de minha interiorana infância povoada de fantasmas e alegorias eram seus mais ricos apontamentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus devaneios, minhas dádivas, meu tudo, meu nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ó Deus, para onde vão estes seres que, ao morrer, nos deixam em completo abandono? Em que planeta paira a memória que se apaga no exato momento em que se desliga do real? Por que eu nunca dei atenção às reminiscências por ele guardadas com o fervor de um ente que aspira ser eterno, mesmo sendo finito? Por quê?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspirei, numa consternação sem medida. E, não encontrando respostas, continuei navegando em lembranças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramático inveterado, adorava corrigir meus deslizes gramaticais, como se eu deveras sempre precisasse de seu auxílio luxuoso. Fazia questão de me mostrar que uma palavra, por mais estranha que possa parecer, sempre tem um sinônimo ainda mais estranho. E uma imagem, por mais jornalisticamente objetiva, encerra diversas perspectivas, luzes, cores, tons...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser inclassificável, às vezes abandonava o papel de educador, historiador e filósofo de primeira categoria, para me entreter, com seus truques de cartas, com suas brincadeiras infantis, com suas músicas emanadas do fundo de algum cabedal infinito, com o fascínio de sua simplicidade pueril...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um revelando ao outro, parafraseando &lt;a href="http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44719/"&gt;Caetano Veloso&lt;/a&gt;, as dores e as delícias de sermos o que somos. E fomos. Numa cumplicidade mágica, em que nem as mais terríveis adversidades conseguem dissolver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A gente só precisa de sua autorização para iniciar os trabalhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do assistente soou dolorida, junto ao último sopro de uma lembrança fugidia, que eu tentava reconstituir naquela sala cercada de objetos que só faziam aumentar ainda mais a minha aflição...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que eu já estava há mais de 20 minutos com o rosto sombrio e o copo cheio de ar, mas bem que, tal como &lt;a href="http://www.ensinodefisica.net/M%FAsicas/copo%20vazio.htm"&gt;Gilberto Gil&lt;/a&gt;, ele poderia lembrar “que o ar sombrio de um rosto/ está cheio de um ar vazio/ vazio daquilo que no ar do copo/ ocupa um lugar...”. Um lugar de lembranças, de momentos, de encontros e, principalmente, de despedidas: ah, tristes despedidas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na manhã do dia 17 de maio de 2009, de sol entre nuvens e céu cinzento, meu computador foi formatado numa Assistência Técnica, situada à Avenida Adolfo Viana, centro de Juazeiro-BA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estas linhas são meus primeiros registros neste outro ser múltiplo e inclassificável, de memória prolífica, resultado da morte (formatação) de um camarada importante em minha vida... &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(também postado no blog de Germano: &lt;a href="http://www.clubedecarteado.blogspot.com/"&gt;www.clubedecarteado.blogspot.com&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-4640796753547157747?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/4640796753547157747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=4640796753547157747' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4640796753547157747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4640796753547157747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/uma-triste-despedida.html' title='Uma triste despedida...'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-7907460532229158624</id><published>2009-05-25T23:45:00.003-03:00</published><updated>2009-05-25T23:54:04.355-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;Por Emiliana Carvalho&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“É o homem como autor do seu destino, suficientemente corajoso para rejeitar qualquer apelo a um pai transcendente, suficientemente humanista para não transformar a pedagogia em arte de amestrar, e suficientemente democrático para não substituir a política pela biologia.”&lt;br /&gt;(Sérgio Paulo Rouanet)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fragmento fala essencialmente de liberdade. Primeiramente fala do homem que deve se libertar de um pai transcendente - que neste caso, é equivocadamente relacionado a deus, às energias superiores, quando, na verdade, deveria estar relacionado ao “pai metafísico”, criado pelo próprio homem e apresentado dogmaticamente pelas diversas religiões e que por sua vez são responsáveis pela manutenção de uma necessidade de apelo e salvação. Ou seja, Rouanet fala em um homem que deve ter coragem para rejeitar qualquer apelo a um pai transcendente e eu concordo, desde que ele reconheça quem é este pai, que a meu ver, é criação do próprio homem e nada tem a ver com Deus.&lt;br /&gt;O homem se domina, no pior sentido da palavra. Ele cria os próprios mecanismos físicos e psicológicos de controle. O homem aprisiona a si mesmo para depois apelar para a própria liberdade e em meio à esse processo se julga suficientemente capaz de não se responsabilizar por isso.&lt;br /&gt;O homem tal qual conhecemos é uma máquina há muito tempo forjada que não sabe seguir os próprios manuais e que não sabe o que é liberdade e talvez nem queira conhecer, pois a teme.&lt;br /&gt;Este fragmento demonstra, pelo menos para mim, a completa confusão existencial na qual a humanidade se encontra. O que de fato queremos? Liberdade ou controle? Sermos humanos ou máquinas?&lt;br /&gt;La Mettrie era um filósofo, defensor da razão, materialista e concebia a idéia de um “homem-máquina, sem Deus e sem alma”, um homem que deveria se valer pela inteligência, ao invés da espiritualidade.&lt;br /&gt;Essa é uma visão um tanto quanto equivocada da existência humana, por ser unívoca. Acredito que o homem possa ser fruto da razão e do espírito, que se observarmos mais atentamente são indissociáveis.&lt;br /&gt;O homem não é máquina, o é somente, quando trabalha no sentido de sua pedagogia do amestramento, da sua racionalidade alienada e de sua espiritualidade conturbada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-7907460532229158624?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/7907460532229158624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=7907460532229158624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/7907460532229158624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/7907460532229158624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/e-o-homem-como-autor-do-seu-destino.html' title=''/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8886812191593952475</id><published>2009-05-25T22:30:00.005-03:00</published><updated>2009-05-29T16:48:07.328-03:00</updated><title type='text'>La Mettrie hoje</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Juciana Cavalcante e Carilene Xisto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Nascera com um fundo de alegria natural e inesgotável; tinha um espiríto rápido e uma imaginação que fez flores crescerem no campo da medicina". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Definição encontrada sobre a personalidade de La Mettrie. Filosófo, formado também em ciências naturais e medicina, o &lt;em&gt;bon vivant&lt;/em&gt; como é intitulado desafiou "os inimigos declarados da razão humana", como calvinistas, luteranos e católicos, com suas publicações a respeito do que acreditva sobre o homem e a máquina. Seus comparativos desagradaram, mais por representar uma ofensa ao dizer que o homem só seria livre a parti do momento em que fosse independente de alma. E é aqui que ele afirma em sua obra de 1748, o &lt;em&gt;Homem-máquina&lt;/em&gt; a proximidade do homem aos animas, de igual modo, sem alma, máquinas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considerado louco, La Mettrie assume ainda a defesa de que o homem é determinado pelo meio e sua felicidade deve ser buscada no bom funcionamento do corpo e não na transformação social. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu pensamento assume aos dias atuais a contemporaneidade, onde seu pensamento assume leituras positivas e negtivas, contabilizado portanto, seu lado humanista a favor da autonomia humana. Desse modo o homem passa a ser dono de seu próprio destino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;La Mettrie conclue que duas autonomias podem coincidir, assegurando a permanencia da autonomia individual da humamidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8886812191593952475?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8886812191593952475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8886812191593952475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8886812191593952475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8886812191593952475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/la-mettrie-hoje.html' title='La Mettrie hoje'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6031649476708723900</id><published>2009-05-25T21:04:00.005-03:00</published><updated>2009-05-28T21:19:01.839-03:00</updated><title type='text'>Não sois máquina! Homens é que sois!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por Alaíde Régia, Carilene Xisto, Fernanda Mendes e Giórgia Kelsen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição para o termo “Homem-máquina” envolve uma série deelementos. São conjecturas e afirmações que revelam a proximidade oudistinção entre máquina e homem. De acordo com o médico e filósofofrancês La Mettrie, inicialmente o homem mantém uma proximidade com amáquina porque ambos são desprovidos de alma.O que é preciso ressaltar, no entanto, é que quando há essa definiçãoé porque La Mattrie já tem um critério prévio para estabelecer o queseja Homem, além de todo um contexto que o permite acreditar em certasdefinições e não em outras. O fato de ser médico e de estar cercadopor um clima que favorecia a efervescência de pensamentos que iam deencontro com a sociedade da sua época, contribuía para outracompreensão acerca do homem que, por sua vez refutava a concepçãovigente, uma vez que La Mattrie acreditava numa felicidade a partir da libertação do homem com relação ao poder divino e dos poderes oriundos da organização social da época.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma máquina necessita de algo que a impulsione, que a faça funcionar. E se considerarmos que numa perspectiva determinista a estrutura orgânica do homem é bastante valorizada, o que deve impulsionar o funcionamento desta máquina humana é a realização das suas vontades, o&lt;br /&gt;seu bem-estar, sem existir fatores que a reprimam. Assim, é a busca pela realização, pelo prazer que vai mover o funcionamento humano. A partir daí a crítica sobre a estrutura social começa a ser mais enfática, pois, para La Mettrie esta estrutura passa a atrapalhar a felicidade do homem quando interrompe a realização completa de suas vontades, impedindo, portanto, o bom funcionamento da máquina-homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reflexões sobre homem, máquina, estrutura social e até mesmo sobre poder, contribuem para a discussão hodierna sobre os agentes maquínicos, ou seja, aqueles dispositivos que agem sobre nós sem que percebamos. São agentes que nos faz recalcar os nossos desejos, que limita nossas ações, e nos submete a certos ditames. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante dos pensamentos de La Mattrie, o que mais nos provocou, é essa busca constante pelo prazer - impulsionada somente pelas vontades carnais – única forma de atingir o objetivo do homem: a felicidade. Para o médico francês, podemos nos libertar do poder social e divino, nos conscientizando principalmente, da inexistência da alma e espírito para que possamos alcançar nosso objetivo maior, a felicidade. E sentimentos? Será que somos desprovidos do sentimento de culpa, remorso, arrependimento, tristeza e tantos outros? Seria bom se pudéssemos realizar todos os desejos momentâneos do corpo em função de satisfazer nosso prazer, sem que antes ou depois não precisássemos julgar e refletir sobre nossas ações, porque em algum instante o que é prazeroso para nós pode não ser para o outro. Não importa o que causamos ao outro em prol da nossa felicidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir todos esses questionamentos, preferimos seguir e pensar como o cineasta inglês Charles Chaplin: “Não sois máquina! Homens é que sois!” &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6031649476708723900?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6031649476708723900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6031649476708723900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6031649476708723900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6031649476708723900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/nao-sois-maquina-homens-e-que-sois.html' title='Não sois máquina! Homens é que sois!'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1758714429850428780</id><published>2009-05-25T13:20:00.001-03:00</published><updated>2009-05-25T13:22:58.310-03:00</updated><title type='text'>A serviço da tecnologia</title><content type='html'>Por Aurilio Marcos , Lindair Vieira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CAurilio%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A contemporaneidade trouxe para o homem um verdadeiro dilema da modernização, de um lado a figura humana representada por todo um universo unilateral cuja razão a tem como um ser de inteligência infindável assimilando se a superioridade divina e por isso de raça única, A humanidade. Do outro a reciprocidade de conhecimentos que dão a figura expressiva do homem a construção de inanimações maquinarias que pensam e agem de acordo com seu projeto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O “Homem e a maquina” são traços de um verdadeiro enlace intrínseco de sujeito complemento, onde a formação dependenciosa da inteligência artificial cria os chamados suportes pré obrigatórios, em que estando inseridos em uma sociedade de tamanha estantaneidade de fatos e produtos, tendemos involuntariamente a cairmos em uma substituição cada vez maior das nossas necessidades fundamentais! tais como nos comunicar, movimentar e ate mesmo raciocinar, sujeitando nos a um domínio da tecnologia a seu próprio serviço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os filmes “O exterminador do futuro” de James Cameron e “ Duro de matar” de Len Wiseman, também são fortes representantes das conseqüências do maquinarismo informatizado do século XXI pois revelam situações em que a própria informática robótica é arma de terroristas que tem acesso a todos os serviços sociais interligados por redes inteligentes &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;de um servidor centralizado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1758714429850428780?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1758714429850428780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1758714429850428780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1758714429850428780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1758714429850428780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/servico-da-tecnologia.html' title='A serviço da tecnologia'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2923083859947914689</id><published>2009-05-21T13:54:00.000-03:00</published><updated>2009-05-21T13:57:02.785-03:00</updated><title type='text'>Uma observação pessoal</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cusuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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text-indent: 35.4pt;"&gt;Apenas mais uma crítica a algo que o próprio La Mettire criticava: o preconceito. Ele fala tanto em preconceito, etc., mas não olhou em seus textos para o próprio preconceito que possuía contra o cristianismo. Não falo de instituições ou pessoas isoladas que as representem ou não. Falo de Cristianismo (algo muito maior: uma Fé, uma visão de vida e mundo, uma religião de bases filosóficas sérias – inclusive muito estudadas, caso não fosse assim as academias não citariam Sto. Agostinho ou S. Tomás de Aquino). No texto há uma afirmação assim: o cristianismo é na sociedade “uma infecção, um mal de caráter epidêmico que se propagava pelo contágio”. Acredito, como conhecedor da causa, que isso só pode ser uma afirmação de alguém que não se debruçou muito sobre um assunto para depois falar dele. E isso não aconteceu só com La Mettire. Muitos outros teóricos fizeram ou fazem isso corriqueiramente, sempre tendo como alvo o cristianismo. A começar por Nietzsche. &lt;/p&gt;  &lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Enfim, isso é desabafo final. Um convite à quem quiser falar alguma coisa sobre algo para que estude bem antes disso. Até para não desrespeitar a fé e a cultura alheia (mesmo que o autor não concorde com ela). E quando falo isso não me refiro apenas aos teóricos. Penso de modo especial nos jornalistas (em formação ou não), que às vezes tem manias também de falar algo sem buscar compreender bem o assunto ou seu contexto. Utilizar reducionismos apenas para destilar criticas... E isso é algo que acontece muito hoje com o Cristianismo e a Igreja Católica, quando são tratados nos Meios de Comunicação de Massa. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2923083859947914689?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2923083859947914689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2923083859947914689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/uma-observacao-pessoal.html' title='Uma observação pessoal'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2659748052295574520</id><published>2009-05-21T12:21:00.000-03:00</published><updated>2009-05-21T13:53:22.138-03:00</updated><title type='text'>Consensos e dissensos: marcas de uma natureza material?</title><content type='html'>Por Bruna Rafaela, Érica Daiane, Gisa Ramos e Mirrail Meneses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como no filme “A máquina”, de João Falcão, e visões apresentadas em outras obras do autor, como o texto “A dona da história”, o tempo é a base principal para o entrelaçamento entre o sentido humano-maquínico da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Homem-Máquina Hoje”, texto de Sergio Paulo Rouanet, ao trazer as inquietações do médico Julien Offray La Mettrie, desperta-nos sentimentos diversos. Os parágrafos que provocam a embriaguez literária de uns leitores ao concordarem com seus pensamentos e teorias, ao mesmo tempo provoca a ira e a insatisfação de outros ao o verem como radical em suas palavras. Surgem assim, a partir do mesmo emaranhado de idéias, os dissensos e consensos constantes.&lt;br /&gt;Acerca do pensamento do filósofo La Mettrie observa-se que muito do que ele pensou no século 18 está presente nos atuais paradigmas da pós-modernidade, cada vez mais crescentes no século em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certo momento, a leitura fez-nos entender que o filósofo-médico levanta uma discussão, própria dos iluministas, apelando para o uso da razão, exaltando mais o homem-corpo, físico, palpável, do que o homem-espírito. A alma é colocada como mera invenção de instituições religiosas que desejavam manter subjugado o próprio homem. Para La Mettrie o caminho de realização do homem passa primeiramente pela satisfação de suas necessidades biológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto do pensamento do filósofo francês é a não diferenciação entre o ser humano e animais irracionais. O homem seria um animal qualquer, sem alma, guiado basicamente pelos impulsos naturais de seu organismo, capaz de pensar com seu cérebro, que tem como objeto a felicidade que só seria alcançada mediante a satisfação de seus desejos naturais de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontamos algumas considerações acerca das idéias de La Mettrie: elas nos ajudam a desconstruir um pouco nossa visão de mundo baseada apenas na educação formal e familiar que tivemos, para pensar em outros modos possíveis de se viver a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reivindicação do filósofo é pela autonomia do homem perante instituições religiosas, e contra os diversos tipos de preconceito em especial com relação ao próprio prazer (que na época era um tabu), além de sua afirmação da importância do corpo. Porém, quando La Mettrie coloca o valor do ser humano somente no que ele faz e não naquilo que ele é em sua essência (Cf. p.42), isso pode provocar uma grande desvalorização do próprio ser humano. Na lógica o-homem-vale-o-que-faz, o ser humano se torna um objeto praticamente mercadológico que vale aquilo que produz. Cabe aqui uma análise das tantas formas de exploração do homem pelo homem, algo que instalou numa sociedade de outrora e se perpetua até hoje, de forma cada vez mais intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratam-se de reflexões que nos permitem olhar com lucidez a própria humanidade, essencial no percurso da formação de estudantes de Comunicação/Jornalismo. As provocações trazidas pelo texto podem contribuir na compreensão/apreensão de outras formas de se enxergar a vida, os preconceitos e tabus que a sociedade ainda insiste em manter, devido à pouca reflexão crítica acerca de seus próprios comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Rouanet, aponta suas críticas com relação ao reducionismo teórico, ao niilismo moral e ao autoritarismo político de La Mettrie. Mas também, por outro lado, faz-nos questionar mais do que chegar à conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico-filósofo nega o livre arbítrio, entretanto, “estava convencido de que a natureza tinha constituído essa máquina como independente, capaz de auto-regulação”. Propõe que, a partir do “hedonismo (o prazer como fim último da vida) sem limites”, haja o controle  social interno, através da supressão da culpa, o que é possível alcançar pela não obediência ao superego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Mettrie sugere a existência de uma natureza, mesmo envolvida em um conjunto de peças e engrenagens que constituem o homem-máquina. É essa natureza que nos permitiria fugir da submissão às instituições religiosas, por exemplo. Contudo, ao trazer uma objeção que dá conta de monismo radical, diz que “é sua ‘máquina’ que os impele necessariamente a uma certa direção”. Então, aqui já não há mais a determinante (se assim possamos dizer) natureza material? Nessa posição de “corpo matéria”, “homem-máquina”, a existência dos moldes na sociedade são conseqüências das máquinas ou as máquinas são conseqüências desses moldes e padrões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de tudo, a autonomia (ser humano livre, dotado de emancipação social ou biológica) está submissa ao tempo, a máquina maior que permite o ir e vir das discussões, problemas e problematizações da vida humana. O vai-e-vem de idéias que viram teorias e “forjam” descobertas científicas, divinas, que se atualizam a cada geração, estão cada vez mais a nos envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E envolvemo-nos tanto, que, muitas vezes, nem somos mais capazes de questionar, ter idéias, teorizar... como fez La Mettrie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROUANET, Sergio Paulo. O Homem-máquina hoje. In: NOVAES, Adauto (org.). &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O homem-máquina: a ciência manipula o corpo&lt;/span&gt;. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filme “A máquina” – João Falcão&lt;br /&gt;- Espetáculo teatral “As donas da história” – da obra de João Falcão&lt;br /&gt;- Leituras e conversas tantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2659748052295574520?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2659748052295574520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2659748052295574520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/consensos-e-discensos-marcas-de-uma.html' title='Consensos e dissensos: marcas de uma natureza material?'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-866818739913156538</id><published>2009-05-21T08:57:00.000-03:00</published><updated>2009-05-21T09:17:07.279-03:00</updated><title type='text'>Homem: um ser máquina</title><content type='html'>Por: Luciana Passos, Luana Bernardes e Larissa Brandão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventamos, reinventamos como numa cadeia cíclica, sempre a chegar num mesmo lugar, mas o que nos fascina é esta capacidade de tentar ir além de almejar o poder divinal e transcendental de criar, de reinventar, de arquitetar como se fôssemos Deus ao criar o homem. &lt;br /&gt;Para isso ele cria sem limitações e acaba reduzindo-se a uma máquina que pode ser programada a qualquer hora ou até mesmo ligada no automático.&lt;br /&gt;No texto “ O Homem Máquina Hoje”,  Sergio Paulo Rouanet traz essas indagações sobre a relação homem-máquina, através da história do médico Julien Of fray de La Mettrie, um revolucionário da sua época , que quebrou princípios morais de uma sociedade conservadora.Apesar de ter vivido a séculos atrás, suas idéias são mais atuais do que nunca.&lt;br /&gt;La Mettrie desumanizou o homem, que é comparado a uma máquina, aproximando-o dos animais, o que cai por terra a idéia de valorização do homem, o que é um dos grandes pontos do texto, a alma que faz desse ser divino é retirada e em troca tem-se um cérebro que comanda uma engrenagem chamada corpo. Afinal, será que realmente somos superiores?&lt;br /&gt;O humano dotado de sentimentos, emoções, de vida em si é máquina e também é comparado aos animais, que por não terem almas são máquinas, assim La Mettrie e Descartes descrevem e defendem a sua tese de que somos semelhantes aos animais por não termos alma, por isto somo máquinas.      &lt;br /&gt;Até concordamos que somos máquinas, a vida é reduzida ao botão automático, precisamos seguir a lógica da pós-modernidade, da correria diária, de não termos tempo para refletir sobre nós mesmos e sobre o mundo, não vivemos mais a vida como ela merece ser vivida, com prazer, emoções e sentimentos, as máquinas não tem tempo para isso.&lt;br /&gt;Um outro, ponto trazido por La Mettri foi a busca pela felicidade, pelo prazer , o ideal de liberdade, da quebra de preconceitos ,adotando para isso os melhores meios de cada máquina para ser feliz, mas lá La Mettri peca ao pregar a felicidade individual e não coletiva, talvez porque ela pensa como máquina e como tal não é pensa no outro ,é individualista.&lt;br /&gt;Será que podemos voltar? Existe o botão do off, ou será que tudo sempre foi assim, a vida é uma máquina, uma mercadoria? &lt;br /&gt;Segundo Álvaro Vieira, no texto O homem e a máquina, a nossa dependência com as máquinas, a nossa relação com elas vem desde os primórdios, quando as necessidades foram surgindo. Foi com  a finalidade de “ diminuir” o trabalho muscular e libertar-se do cumprimento de tarefas “que requerem penosos dispêndio de energia muscular ou mental”, que o homem criou os instrumentos, as máquinas.&lt;br /&gt;Diante da evolução, aprimoramento dessas técnicas que facilitam o trabalho surgem questões a respeito desse avanço tecnológico, da cibernética.As máquinas irão substituir os homens pensantes? Elas devem ser também consideradas possuidoras de pensamento?&lt;br /&gt;Segundo o autor, homem e máquina estão ligados. Ela é uma “ realização específica do homem, que nenhum animal é capaz de efetuar”. Para fabricar a máquina, é necessário informações que vão além do trabalho manual.&lt;br /&gt;Para o Vieira , esses aprimoramentos sempre existiram e essas idéias surgem a partir das necessidades musculares que precisam ser supridas, a partir de necessidades coletivas.&lt;br /&gt;“Na máquina são aplicadas, tanto as forças naturais, quanto a estrutura material”.Portanto, ela só existe porque essas forças naturais atuaram para gerá-la.“ A máquina deve ser interpretada como delegação do conjunto social para a realização de um trabalho que beneficia a todo um grupo humano”.&lt;br /&gt;Segundo Vieira, as máquinas pouparão o homem do trabalho braçal, mas não do intelectual, tendo apenas economia de energia mental. Desse modo, quanto menos trabalho muscular, mais idéias e mais energia mental, para que assim ele possa criar outras máquinas.&lt;br /&gt;O autor, diz que o trabalho não irá diminuir, mas será transferido para as modalidades mais difíceis, nobres, que é a intelectual.&lt;br /&gt; “Enquanto ser social, o homem, não se contenta em ocupar nenhuma posição definitiva. Só se a sociedade deixasse de se transformar. Só assim o homem perderia o poder de conceber e tentar realizar novas fontes de ser.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROUANET, Sergio Paulo. O Homem-máquina hoje. In: NOVAES, Adauto (org.). O homem-máquina: a ciência manipula o corpo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 37-64.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-866818739913156538?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/866818739913156538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/866818739913156538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/homem-um-ser-maquina.html' title='Homem: um ser máquina'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3039951764097599403</id><published>2009-05-21T02:31:00.000-03:00</published><updated>2009-05-21T02:55:36.946-03:00</updated><title type='text'>O Homem, máquina do prazer</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Num primeiro movimento, a alma, tida nos períodos clássico e medieval como transcendental, é revestida de materialida. Assim, o homem assume uma postura autônoma perante o divino e as instituições religiosas, uma vez que seus impulsos racionais estão contidos em si, e não suspensos ou determinados pelo transcendental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Estes impulsos, contudo, meramente biológicos, a partir da visão hedonista de La Mattrie, determinam a ação humana. Dizendo de outra forma, o agir do individuo é condicionado pela satisfação de prazer dos sentidos, força autônoma sobre a qual ele não tem poder de decisão. Assim, o homem é equiparado ao animal e, seguindo a lógica de Descartes, à máquina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Afora o reducionismo teórico e as problemáticas morais, a redução da ação humana aos impulsos biológicos, apesar de promover uma suposta libertação individual, pouco contribui para mudanças sociais, uma vez que esta dimensão e a influência do meio perante a ação do homem-máquina são, praticamente, excluídas do esquema. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Seguindo esta lógica, os contemporâneos debates e descobertas acerca do DNA humano, trazem a possibilidade da “escravidão genética” uma vez que, as características, impulsos e, conseqüentemente, ações humanas estão previstas nos seus DNAs, possíveis de fabricação em laboratório. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Afastando-nos, porém, de visões extremistas, perceberemos a contribuição de La Mettrie para a autonomização do humano, e de seu corpo, perante o julgo divino e a precedência para formulações de um homem cujo princípio norteador é a satisfação do prazer, também sexual, sem recalques. Assim, nos aproximamos do homem, enquanto máquina do prazer, de carne, osso e vontade própria, conscientemente auto-regulável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;*( ROUANET, 2003,p. 38)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;ROUANET, Sergio Paulo. &lt;u&gt;O Homem-máquina hoje&lt;/u&gt;. In: NOVAES, Adauto (org.). &lt;i&gt;O homem-máquina: a ciência manipula o corpo&lt;/i&gt;. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 37-64.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3039951764097599403?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3039951764097599403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3039951764097599403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/o-homem-maquina-do-prazer.html' title='O Homem, máquina do prazer'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-647609538042491095</id><published>2009-05-20T23:09:00.000-03:00</published><updated>2009-05-20T23:22:56.473-03:00</updated><title type='text'>O homem máquina Hoje</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por ana Carolina, Mirela Costa, Pablo Moura e Thaic Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;La Mettri conseguiu a proeza de desagradar a gregos e troianos ( Calvinistas, Luteranos, Católicos e etc.).  Para esse "louco" médico não havia nada além do prazer do corpo. não existia alma, inspiração divina, só o corpo e o cérebro (que é o responsável por guia-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse corpo tem uma unica finalidade: a felicidade, o prazer. O cerebro funciona em função dessa meta e movimenta o corpo, que é só corpo, jeito de engrenagens e desejos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lá mettri é um tipico iluminista que coloca o homem como centro e razão de todas as coisas, um ser que trabalha para um único fim, conquistar a felicidade. E não se trata de uma felicidade coletiva, mas sim individual, e para comprovar a sua tese ele demonstra o tempo inteiro as semelhanças entre o homem e a máquina, de forma que até nos confundi, não se sabe se ele fala da máquina ou do homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Texto interessante e considerado moderno, apesar de vários estudiosos ainda não concordarem com os estudos de La Mettri, ele foi o que chegou mais perto da realidade atual, estamos vivendo um periodo que cada vez mais o homem tenta alcançar esta tão almeijada felicidade e na maioria da s vezes de forma individualizada, pensa-se num bom emprego, numa boa casa, nas futuras viagens, passeios, mas pouo se pensa no bem estar coletivo. Esse texto nos possibilita uma profunda reflexão sobre os reais valores existentes na sociedade atual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-647609538042491095?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/647609538042491095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/647609538042491095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/o-homem-maquina-hoje.html' title='O homem máquina Hoje'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2287364904211009099</id><published>2009-05-20T22:51:00.000-03:00</published><updated>2009-05-20T22:57:38.340-03:00</updated><title type='text'>A máquina - O filme</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por ana Carolina &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A máquina do desejo de transformar a realidade árida, do desejo de colocar no mapa uma cidade nordestina, pobre, seca, onde nem mesmo o seu povo quer habitar. Esaa máquina do desejo humano pode transformar o destino de uma pessoa, de um povo, de uma nação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um homem submisso ao desejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um corpo submisso ao prazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um mundo submisso ao tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tempo, desejo, corpo, prazer, homem, mundo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sem desejo, nem mesmo o tempo pode transformar uma nordestina em "a Nordestina", nem o homem em "O homem", nem uma vida em "A vida".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2287364904211009099?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2287364904211009099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2287364904211009099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/maquina-o-filme.html' title='A máquina - O filme'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3518169250485300210</id><published>2009-05-20T22:39:00.000-03:00</published><updated>2009-05-20T22:45:26.617-03:00</updated><title type='text'>O prazer enquanto fator distintivo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na leitura do texto “ O Homem-Máquina Hoje” Sergio Paulo Rouanet traz ideias polêmicas abordadas pelo filósofo medieval La Mettrie . Para o antigo pensador, o homem poderia ser comparado com um máquina posto que é movido apenas por seus impulsos orgânicas e não imateriais. O mais profundo seria a pele, sem um ser moral em essência, conceito criado por matrizes religiosas, sobretudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecendo um paralelo com o outro filósofo, este contemporâneo e brasileiro, Álvaro Moreira Pinto, que em seu artigo “O Homem e a Máquina” defensor da hipótese segundo a qual a diferença entre estes dois objetos do mundo consiste no fato que o segundo só e somente só pode ser gerado pelo homem em condições de convivência social. A máquina, de acordo com Moreira Pinto, é fruto das condições históricas de onde nasce enquanto objeto de/para realização de trabalho social. O homem cria objetos extra natureza para dominar adversidades climáticas, espaciais etc. Vencida as barreiras físicas, o ser histórico desenvolve novas formas de conhecimento desaguando, com isso, em formas outras de organização da vida coletiva. Ou seja, aqui as máquinas são vistas como objetos de uma intencionalidade racional subjetiva do ser humano enquanto pertencente a uma dada atmosfera social portadora de saberes anteriores, alicerce para novas descobertas maquínicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se comparado com o ideal de prazer humano defendido pelo médico apresentado por Rouanet, o que colocaria em choque as duas noções de máquina seria a relação entre a o postulado do médico europeu que entende o ser humano enquanto máquina programada pela natureza para exercer a liberdade, e a do pensador brasileiro, devoto a possibilidade de máquinas, por mais sofisticadas possíveis terem finalidades pré estabelecidas, qual prazer teriam estas máquinas dos usos cotidianos, se são projeções das vontades humanas? Ao contrário da natureza, criadora e fonte de prazer para suas criaturas – as “máquinas humanas”- que gozo poderia ter uma tecla, por exemplo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3518169250485300210?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3518169250485300210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3518169250485300210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/o-prazer-enquanto-distincao-das.html' title='O prazer enquanto fator distintivo'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3098267820627585144</id><published>2009-05-20T18:01:00.001-03:00</published><updated>2009-05-20T18:07:15.934-03:00</updated><title type='text'>A liberdade da Máquinas</title><content type='html'>Por Elka Macedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ossos, cartilagem, derme, epiderme, mente, coração: peças de uma engrenagem capaz de transformar ambientes, realidades e mundos, cujo funcionamento só é possível com o auxilio de um combustível. Para quem adota o principio transcendental: a alma, para os que buscam a valorização do corpo pelo corpo: o prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deparamos-nos, então, com um dilema que há séculos divide opiniões. Seria o homem dono de si e, portanto cabe a ele buscar a felicidade através dos prazeres da carne? Ou o homem é regido por um ser superior e porquanto deve alimentar o espírito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta discursão é bastante atual, na medida em que expressa as disparidades de uma época em que a igreja ainda tem uma forte influencia na sociedade, e em que o prazer e a satisfação pessoal são metas de uma grande parcela da população que quer se sentir incluída em determinados segmentos ou grupos sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos numa época onde a aparência é supervalorizada e os ideais de beleza movimentam o capital e fazem a roda do mercado girar. Com isso, o nosso organismo não é mais regido por suas vontades naturais, mas por necessidades criadas por uma industrial cultural que tem como foco vender acima de qualquer principio moral ou ético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao se debruçar sobre este discurso nos deparamos com perguntas que volta e meia nos fazem refletir; Somos livres no século XXI? Será que já conseguimos definir o que é liberdade? O conceito de liberdade é universal ou é pessoal? Qual a liberdade que queremos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns podem dizer que liberdade é poder ir e vir sem precisar dar satisfação a ninguém, outros podem achar que é o direito de expressar os seus anseios, e os mais otimistas devem afirmar que a liberdade está no exercício dos direitos humanos. Ora, mas será liberdade o “poder” seguir modelos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3098267820627585144?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3098267820627585144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3098267820627585144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/liberdade-da-maquinas_20.html' title='A liberdade da Máquinas'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3538838074025696707</id><published>2009-05-20T12:19:00.000-03:00</published><updated>2009-05-20T12:47:33.921-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem-maquina-mundo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='franz kafka'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='la mettrie'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='na colonia penal'/><title type='text'>Notas sobre um aparelho singular: a máquina do mundo...</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Luís Osete&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um aparelho singular – disse o oficial ao explorador, percorrendo com um olhar até certo ponto de admiração o aparelho que ele no entanto conhecia bem”. Assim se inicia a novela “Na colônia Penal” (1914), do escritor tcheco &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Kafka"&gt;Franz Kafka (1883-1924)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma novela sucintamente alegórica, na qual o lapidar estilo kafkaniano apresenta uma máquina capaz de torturar um condenado por horas a fio, até inscrever em seu corpo o mandamento inalienável, a síntese das eras, a verdade última da humanidade, o supra-sumo: “Honra o teu superior!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acompanhar os preparativos da cerimônia de tortura e execução, um observador estrangeiro foi convidado, descrito por Kafka como “o explorador”. Além dele, participam da novela “o soldado”, “o condenado”, “o oficial” e “o comandante”, que nunca aparece fisicamente, mas que a todos assombra com uma forte onipresença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O oficial, responsável pela criação da engenhosa máquina e encarregado de ministrar a justiça, é o guia do explorador no itinerário de toda a cerimônia de tortura. É ele quem descreve, com indisfarçável prazer, os detalhes sórdidos de uma máquina concebida para que cada condenado sinta na pele o peso de, inadvertidamente, ter cometido a “loucura” (à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Julien_Offray_de_La_Mettrie"&gt;La Mettrie&lt;/a&gt;) de não se sujeitar a uma “vontade que lhe seja exterior”. Ou seja, que tenha tido a audácia de pleitear ser “autônomo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O explorador, arquétipo do observador neutro, objetivo e imparcial, percorre as linhas da novela com olhos e ouvidos atentos aos movimentos e palavras do oficial. Tudo parece caminhar tranquilamente para um final infeliz e previsível: a execução do condenado, a partir do funcionamento da máquina. Mas só se não for Kafka nessa hora, só se não for a figuração da “máquina do mundo” nessa hora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o aparelho singular, com todo o seu engenho, com toda a sua precisão, com toda a sua literalidade (até mesmo com toda a sua delicadeza), falha. O oficial, com toda a sua geométrica análise dos fatos, com todos os seus gestos e frases previamente calculados, com toda a sua humilde sujeição a uma vontade externa (a ordem de um superior), é um ser humano: de carne, osso, sentimentos e remorsos: essa “reminiscência desagradável”, esse “antigo hábito de sentir, que retoma seu predomínio”, o maior de todos os inimigos do homem, segundo La Mettrie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre o remorso e a frustração de não mais conseguir colocar em funcionamento a velha “máquina do mundo”, o homem-máquina-mundo se tece na singeleza da solidão profunda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o grand finale (“a hora da estrela”, se, ao invés de Kafka, fosse Clarice) se apresenta: simples e eterno...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu não posso ir além do que já fui. Detesto quando contam o final das histórias que não li...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3538838074025696707?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/3538838074025696707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=3538838074025696707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3538838074025696707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3538838074025696707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/notas-sobre-um-aparelho-singular.html' title='Notas sobre um aparelho singular: a máquina do mundo...'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-5264305776577321089</id><published>2009-05-19T10:28:00.000-03:00</published><updated>2009-05-19T10:34:33.671-03:00</updated><title type='text'>A Máquina e seus combustíveis</title><content type='html'>* &lt;em&gt;Por Bruna Rafaella P. de Freitas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O filme A Máquina mostra a relação do homem com o tempo. O desejo do homem de querer voltar para construir uma história diferente e também a vontade de avançar no futuro.&lt;br /&gt;O protagonista Antônio( Gustavo Falcão) brinca como tempo coloca o homem numa situação superior a que vivemos, mostrando a capacidade do homem de transcender.&lt;br /&gt;No enredo do filme são discutidos temas referentes à comunicação como audiência, programas de auditório, sensacionalismo, propaganda e a referida capacidade que a comunicação tem de fazer algo existir, no caso a cidade de Nordestina, que antes de aparecer nos MCM( Meios de Comunicação de Massa) não existia. Foi por meio dos MCM que Antônio colocou Nordestina no mundo e no mapa.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; No filme “A Máquina- O amor é o Combustível” talvez o diretor, João Falcão, com esse título desejou mostrar que para toda ação se realizar por menor que seja tem de ter uma causa primeira, um desejo que a impulsione, no caso do filme o combustível é o amor que levou Antônio( Gustavo Falcão) a trazer o mundo para Nordestina, para que sua amada  Karina( Mariana Ximenes) não lhe escapasse. Mas em outros tempos os combustíveis que permitiram a criação de tecnologias além do amor, foi a curiosidade, a insatisfação interior(sensação de que sempre falta alguma coisa)  e a necessidade de conforto e comodidade( eletrodomésticos, automóveis, controle remoto, estradas, aviões, telefone,etc.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-5264305776577321089?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5264305776577321089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5264305776577321089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/maquina-e-seus-combustiveis.html' title='A Máquina e seus combustíveis'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1006983631121431679</id><published>2009-05-17T15:49:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T16:18:16.051-03:00</updated><title type='text'>O homem e a máquina, ou seria a máquina e o homem?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;*Por Mirela Costa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O homem e a maquina, ou seria a máquina e o homem? Distinção difícil de se fazer nos dias atuais e até ao longo do tempo. Mas se considerarmos a primeira afirmação, surge outra interrogação, de onde vem essa vontade ou necessidade de se criar tantas maquinas? Essas são algumas das indagações que surgem na cabeça de várias pessoas, inclusive na minha.&lt;br /&gt;E depois de assistir ao filme “A máquina”, alguns aspectos, ou melhor, atitudes são elucidadas no texto e merecem reflexão. No filme é nítido o “desejo”, talvez essa seria a palavra chave, desejo de conhecer o mundo, desejo de tê-lo nas mãos, desejo de diminuir as distancias, desejo de ser visto...&lt;br /&gt;E assim sucessivamente, acredito que todas as coisas criadas no mundo até hoje foram criadas a partir do desejo do homem, sempre querendo mais, a cada nova descoberta ou criação, ele percebe que pode ir mais longe e que tudo é possível, basta querer e assim hoje vivemos num mundo onde muitos acreditam que a máquina domina, mas não por mais tecnologia que se use e por mais impressionante que seja seus feitos, ela é fruto do homem, nasceu através da criação dele.&lt;br /&gt;A máquina, é o símbolo talvez do desejo humano, o homem sabe que é capaz de criar coisas extraordinárias, e o faz constantemente, a tecnologia cada dia mai nos surpreende, mas mais impressionante do que a tecnologia é capaz, é a imaginação e criatividade aliada ao desejo do homem de fazer nascer esse mundo tomado pelas máquinas que nós vivemos. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1006983631121431679?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1006983631121431679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1006983631121431679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1006983631121431679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1006983631121431679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/o-homem-e-maquina-ou-seria-maquina-e-o.html' title='O homem e a máquina, ou seria a máquina e o homem?'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6573424819214202064</id><published>2009-05-15T10:04:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T16:14:40.238-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='panóptico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orwell'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='máquina'/><title type='text'>E no oitavo dia o Homem criou a Máquina...</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sg1vMF17UoI/AAAAAAAAAIA/br9167wC_Lg/s1600-h/homem.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 191px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336043387021382274" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sg1vMF17UoI/AAAAAAAAAIA/br9167wC_Lg/s200/homem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Jaquelyne A. Costa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O homem surge. E nasce com ele a curiosidade pela praticidade. O homem pensa. Há de haver algum modo de facilitar essa vida na selva porque correr atrás de um mamute não é fácil e, muito menos, seguro. O homem tem imaginação. Monta estratégias falando com seus companheiros numa linguagem ainda desconhecida, ouve-se apenas algo parecido aos macacos. Entre um “uuuhuuaa” e outro vão caçar. De novo o problema. Matar mamute na unha é arriscado. O animal é feroz e corre atrás do homem que corre em direção de um abrigo seguro. O jeito é voltar para a caverna e pensar mais um pouco enquanto o estômago grita (antes gritando que morto). &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Nas paredes das cavernas as conquistas são desenhadas e o fogo permite que eu as veja. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A máquina já existia em sua cabeça. O homem pensava. O homem tem Poiesis e o momento é de criar. Arriscou umas pedras lascadas colocou-as amarradas numa vara e correu atrás das feras para ver se dava certo. De longe, como nas olimpíadas o lançamento de varas, o homem mirava na sua caça e não é que acertava?! Mas ele percebeu que ainda podia melhorar. Assim aparece o que se chama de Tecnologia. A máquina estava dentro da cabeça do homem. O homem possuía a máquina e a máquina era já uma necessidade. &lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;O homem é uma máquina ou a máquina é o homem?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/em&gt;A História foi revelando que o homem estava tão próximo da máquina que hoje pode até ser confundido a ela. Preste atenção ao andar na rua. Na sua frente vai um garoto vestido com uma calça jeans, uma camiseta preta, um boné vermelho, um tênis desses com amortecedor prateado, uma mochila gigante cheia de coisas, brinco, relógio, e nos ouvidos os fones brancos de um mp4. Mais a frente, no café da esquina, um homem sério usa seus dedos sem parar num objeto escuro e brilhoso, o qual chamam de notebook Lá na lanchonete você entra e pede um simples suco de laranja. A garçonete pega as laranjas, liga um aparelho que produz um intenso ruído. Advinha o que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Das idéias um liquidificador de idéias.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguns teóricos dizem que a máquina é uma extensão do homem e que as pessoas exageram ao dizer que o mundo vai ser tomado pelas máquinas, mas isso é tarefa para o filme O Exterminador do Futuro 1,2,3,4... e quantos mais forem criados. O que preocupa mesmo é saber de que maneira as pessoas irão se relacionar com as desvantagens das vantagens das máquinas. Sim, porque vivemos um momento de tentativa de conscientização ambiental, as empresas se dizem responsáveis ecologicamente, e acham que amenizam a situação de degradação do mundo colocando em seus kit press um material reciclado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Vamos morar no subsolo porque não há mais espaço. Aqui em cima há um cenário maquinal como o de Metrópolis. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas, com a modernidade as coisas aumentam sua proporção e o homem perde o domínio das coisas que ele mesmo inventou. As máquinas não nasceram por si mesmas, elas foram criadas e esse saber produzido instaura uma espécie de poder. O filósofo Foucault trata muito desse tema em suas obras, principalmente em Microfísica do Poder, quando ele diz que “toda forma de saber produz poder”. A sociedade está sendo guiada por uma força camuflada que a tudo vê e controla. É como o Panóptico de Jeremy Bentham, um filósofo inglês que concebeu um sistema de prisão onde as celas seriam postas em círculo, individualmente, com a parte da frente virada ao olhar atento de um Diretor, instalado numa torre ao centro, que a tudo viria e não seria visto. E então, como o gado é levado pelo vaqueiro, nós vamos sendo levados por esse Olho que a tudo vê.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Só uma pergunta: alguém pode me dizer para onde estão nos levando? É que me preocupa o lugar, pois eu já me sinto totalmente desnuda e há um olhar que não sai de cima de mim!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Orwell em sua obra 1984 elabora uma teoria baseada nesse modelo de Jeremy e diz que a sociedade é governada por uma força onipresente que tortura e oprime, fazendo assim, desrumos na História. E aí me aparece o Big Brother Brasil, as câmeras de segurança internas e externas. Você caminha na rua preocupado com sua vida, as contas, o casamento, e outros assuntos de ordem particular, enquanto outros olhos avistam cada passo dado seu. No elevador do prédio onde mora no canto direito ou esquerdo do teto está um olho. Na boutique no shopping lá está aquela plaquinha até meio ridícula que diz “Sorria, você está sendo filmado.” E pra que diabos sorrir para um troço desses?! Mas parece que é só assim que nos podemos sentir seguros. Muito estranho tudo isso. A segurança está em ser vigiado o tempo todo, como se a todo momento você pudesse estar a cometer um crime.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Não quero sorrir porque estou sendo filmada. Nem vejo a íris de quem me observa...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Estou escrevendo isso aqui enquanto pessoas me observam sem que eu saiba, talvez rastreando sites que visito, arquivos que abro no computador, telefonemas que atendo, papéis que assino... Ai, ai! Se for parar para pensar acho que enlouqueço! Para onde foi parar a Lei da Privacidade? Na privada? Quem mandou dar a descarga? Ah, sim! Desculpe, deve ter sido esse tal de Panóptico que a tudo vê e controla. Como é que se desliga essa máquina? Cadê o botão on/off? Esqueço que só ela nos vê, ela que pode nos desligar do mundo, nos deixar meio neuróticos, esquizofrênicos e loucos. O que vejo mesmo é que as pessoas estão ficando cada vez mais embrutecidas e isso me entristece. Para quê escrever uma carta a punho se se pode mandar um e-mail? Para quê conversar pessoalmente de mãos dadas se existe MSN? Presenciar o pôr do sol ao vivo já virou coisa de filme. Colher uma flor nem precisa porque existe o cartão virtual mesmo... Affffff... O que o homem fez do homem? O que a máquina fez do homem? Onde está a poesia que habitava o homem, eu já quase não a encontro... parece que se perdeu há bastante tempo tanto que Drummond deixou assim escrito: &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Repara:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;ermas de melodia e conceito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;elas se refugiaram na noite, as palavras.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Ainda úmidas e impregnadas de sono,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;E muda, encerro com esse trecho da música de Gilberto Gil, &lt;strong&gt;Cérebro Eletrônico&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 136px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336037936685972898" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sg1qO1ws_aI/AAAAAAAAAHw/kP0YiLu2ECs/s200/p06a.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;“O cérebro eletrônico faz tudo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Faz quase tudo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Faz quase tudo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mas ele é mudo...”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;(Gilberto Gil)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio e Janeiro: Edições graal, 1979.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Poema “Procura da poesia” de Carlos Drummond de Andrade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ROHDEN, Huberto. Filosofia da Arte. São Paulo: Martin Claret, 2007. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6573424819214202064?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6573424819214202064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6573424819214202064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6573424819214202064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6573424819214202064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/e-no-oitavo-dia-o-homem-criou-maquina.html' title='E no oitavo dia o Homem criou a Máquina...'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sg1vMF17UoI/AAAAAAAAAIA/br9167wC_Lg/s72-c/homem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6372698576599282164</id><published>2009-05-14T22:26:00.000-03:00</published><updated>2009-05-15T11:33:45.900-03:00</updated><title type='text'>Voltas no tempo*</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Num pedaço de qualquer lugar” Antônio faz e refaz o tempo. O filme de Adriana e João Falcão acontece na cidade de Nordestina. Uma cidade pequena que não comporta o sonho dos seus moradores. A maioria vai deixando o local. E isso é bem representado quando a mãe de Antônio, que tem 11 filhos, tira foto apenas com dois e o retrato dos outros 9 que já haviam deixado a cidade.&lt;br /&gt;Karina também quer conhecer o mundo. O cenário de “A máquina” consegue construir um ambiente auto-contido, um lugarejo isolado do mundo. Por isso Karina planeja ir embora dali, e conta os dias para completar seus dezoito anos. Mas Antônio tem o poder de controlar o tempo e promete trazer o mundo para sua amada.&lt;br /&gt;O filme transporta-nos para um palco, é como se o teatro pudesse conter o cinema. E, como nos ensaios de Antônio e Karina, o filme parece permitir ensaiar a vida. Antônio dá voltas no tempo, pára os segundos, revive os momentos.&lt;br /&gt;Com diálogos que variam entre a brincadeira sonora (que tempo era esse, ora essas?) e ironias semânticas (segurança era o cara que ganhava para deixar o outro camarada inseguro) “A máquina” faz pensar e cantar esse tempo, esses planos, essa vida e essa poiéses que cria uma rede de outras coisas.&lt;br /&gt;O tudo e o nada do amanhã permitem ao filme a construção de dois finais, ou duas saídas, ou o ensaio e o definitivo. Antônio decepciona Nordestina quando não consegue prever o futuro, e vive 50 anos para voltar a cidade, prever o futuro, e reencontrar Karina.&lt;br /&gt;O longa-metragem retrata, ainda, os meios de comunicação e a faminta busca pela audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Por Thaic Carvalho 8º período de Jornalismo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6372698576599282164?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6372698576599282164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6372698576599282164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6372698576599282164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6372698576599282164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/voltas-no-tempo.html' title='Voltas no tempo*'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-5232782590221399486</id><published>2009-05-14T22:05:00.000-03:00</published><updated>2009-05-15T11:34:01.689-03:00</updated><title type='text'>Onde estão as crias de La Mettrie?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Cecilio Bastos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A humanidade saiu da cama em que estava com @ parceir@. Pulou do estado explosivo e ofegante do prazer para o pós-orgia. Agora toda superprodução está a nossos pés, mas não sabemos o que fazer. E continuamos produzindo, ou melhor, reproduzindo. Se La Mettrie estava certo quando disse que “cada indivíduo desempenha seu papel na vida que foi determinado pelos mecanismos propulsores da máquina”, então o homem-máquina está com algum defeito de fabricação. A sociedade atual vai de encontro aos conceitos do filósofo La Mettrie quando a manutenção da máquina não alcança os movimentos emancipatórios da cele&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgzBKznS-FI/AAAAAAAAAHQ/bdeTSQX2UfE/s1600-h/Quadro+da+Charutaria.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgzKA0xuXKI/AAAAAAAAAHg/ZgXGtZYfOro/s1600-h/Quadro+da+Charutaria.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335861774043208866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgzKA0xuXKI/AAAAAAAAAHg/ZgXGtZYfOro/s320/Quadro+da+Charutaria.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;bração do prazer. Pelo contrário, destrói.&lt;br /&gt;Os terráqueos se tornaram máquinas reprodutoras. Reproduze-se política, sexo, forças produtivas, forças destrutivas, mulheres, crianças, inconscientes, arte. Vive-se na reprodução indefinida de ideais, de fantasmas, de imagens, de sonhos que há tempos ficaram para trás. Caminhamos no vácuo, porque parece, que até aqui, esgotaram-se todas as possibilidades de liberação. Já não há vanguarda artística, sexual nem política com uma possibilidade de crítica radical.&lt;br /&gt;Coisas continuam a funcionar ao passo que a idéia delas já desapareceu há muito. E o paradoxo é que elas funcionam melhor ainda. A produção mundial de automóveis, por exemplo. Hoje, não se produz carros para o seu destino – pessoas. A industrialização de veículos está destinada à venda. Não importa se o produto vai ser vendido ou não. O importante é reproduzir. Outro exemplo é o sexo. Os seres tecnológicos, as máquinas, os clones, as próteses, todos eles estão transformando os seres humanos em protozoários.&lt;br /&gt;A evolução(?) sucumbiu o conceito de sexo, de transa, de prazer, de desejo. Todas as tentativas atuais, entre as quais a pesquisa biológica de vanguarda, tende para o aperfeiçoamento do ser assexuado imortal em detrimento do sexuado mortal. Na época da liberação sexual, a palavra de ordem foi “o máximo de sexualidade com o mínimo de reprodução”. Atualmente, o sonho de uma sociedade clônica seria o inverso: o máximo de reprodução com o mínimo possível de sexo. E a AIDS parece ser uma das grandes ferramentas de manutenção desse novo sistema, instaurando a confusão elementar da epidemia.&lt;br /&gt;O sexo não está mais no sexo, mas em toda parte. Assim como o político, que já não está no político, mas infectando todos os domínios. Cada área por assim dizer expande-se no seu mais alto nível e se generaliza, perde sua idéia, sua sombra. Quando tudo é político, nada mais é político, e a palavra já não tem sentido. Quando tudo é sexual, nada mais é sexual, e o sexo perde toda a determinação. Quando tudo é estético, nada mais é belo nem feio, e a própria arte desaparece.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-5232782590221399486?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/5232782590221399486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=5232782590221399486' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5232782590221399486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5232782590221399486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/onde-estao-os-filhos-de-la-mettrie.html' title='Onde estão as crias de La Mettrie?'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgzKA0xuXKI/AAAAAAAAAHg/ZgXGtZYfOro/s72-c/Quadro+da+Charutaria.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1947950340569735429</id><published>2009-05-13T20:43:00.000-03:00</published><updated>2009-05-13T20:52:49.647-03:00</updated><title type='text'>ATIVIDADE PROGRAMADA PARA 14--5-2009</title><content type='html'>*&lt;br /&gt;Em primeiro lugar gostei dos textos postados até aqui sobre a primeira aula e o filme "A Máquina", de João Flacão. Espero pelos demais participantes!!!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Em segundo lugar segue aí a ATIVIDADE PROGRAMADA que combinamos na aula.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ATIVIDADE PROGRAMADA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Em função de viagem para participar de reuniões em Salvador/BA, do TOPA (Coordenação de Núcleo), no dia 13 de maio, e do Programa de Interdepartamental de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação e Cultura no Meio Norte Baiano (Departamentos de Jacobina, Juazeiro e Senhor do Bonfim) com o Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG), no dia 15 de maio, e de acordo com normas institucionais, estou encaminhando esta Atividade Programa para as aulas da disciplina acima identificada, referentes ao dia 14 de maio do corrente.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;A Atividade Programada – já devidamente comunicada e combinada com os/as alunos/as – consiste no seguinte:&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;1. Estão sendo disponibilizados dois textos (estão na xérox):&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;a. ROUANET, Sergio Paulo. O Homem-máquina hoje. In: NOVAES, Adauto (org.). O homem-máquina: a ciência manipula o corpo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 37-64.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;b. PINTO, Álvaro Vieira. O Conceito de Tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. (Capítulo II, O Homem e a Máquina, p. 71-134).&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;2. Os alunos devem LER esses dois textos, priorizando o primeiro deles, e devem construir, individualmente ou em grupo, um texto sobre a relação entre HOMEM e MÁQUINA, e postá-lo no blog &lt;&lt;a href="http://www.tic-e-soc.blogspot.com/"&gt;http://www.tic-e-soc.blogspot.com/&lt;/a&gt;&gt;, cujo acesso com permissão de postagem deve ser feito através do login &lt;&lt;a href="mailto:tic.e.soc@grupos.com.br"&gt;tic.e.soc@grupos.com.br&lt;/a&gt;&gt; e da senha “*******" (preservada; os alunos já sabem dela). O prazo para esta postagem é até o dia 20 de maio de 2009, e a avaliação da atividade será procedida no dia 21 de maio de 2009.&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Juazeiro, BA, 11 de maio de 2009&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;br /&gt;__________________________________&lt;br /&gt;Josemar da Silva Martins&lt;br /&gt;Professor&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1947950340569735429?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1947950340569735429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1947950340569735429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/atividade-programada-para-14-5-2009.html' title='ATIVIDADE PROGRAMADA PARA 14--5-2009'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1425344200536576476</id><published>2009-05-10T16:34:00.000-03:00</published><updated>2009-05-10T17:26:17.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Interesse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tempo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><title type='text'>Bom uso das tecnologias. Será?!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Juciana Cavalcante&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Algo tão inquietante para as sociedades de um modo geral sempre foi à organização do tempo e aquilo que se pode produzir nele. Mas talvez nunca tenha sido tão difícil quanto hoje. Percebendo quanto já se foi produzido por essa atual sociedade e nossas grandes diferenças.&lt;br /&gt;Muita coisa mudou!! Homens e mulheres são mais exigidos pela vida. No filme A Máquina, ambientado em uma pequena cidade do sertão chamada Nordestina, Karina da rua de baixo (Mariana Ximenes) sonha em ser atriz e partir para o mundo, no entanto Antônio de Dona Nazaré (Gustavo Falcão) adianta-se para trazer o mundo até Karina. Na história, sonhos contradizem a realidade, as condições geográficas e políticas ameaçam conter a vida, e o amor desempenha o papel de elemento transformador.&lt;br /&gt;O fato de Antonio amar tanto ao ponto de querer trazer o mundo a sua amada, ao invés de se obedecer ao curso normal, mostra a necessidade do homem em trazer o mundo para si, a serviço de seus interesses. Para isso, ele sai da cidade e utiliza-se de uma importante ferramenta, anuncia em um programa de televisão, que irá fazer uma viagem ao futuro, partindo da Praça de Nordestina. Se fracassar, garante que uma máquina da morte o irá destruir, ao vivo, na frente de todos.&lt;br /&gt;Ao ver o filme, fica claro o nível de interesse do público pelo drástico, à medida que se fala em morte, sangue, no trágico, a audiência aumenta. É claro que a sociedade ainda se reserva a esse gosto e para isso os meios de comunicação de massa desfrutam das volumosas receitas. Se o público gosta, lucro certo.&lt;br /&gt;Na verdade, parece que as tecnologias são instrumentos de potencialização de desejos, mas até onde isso é benéfico? O uso dos veículos de comunicação por parte de Antonio de Dona Nazaré serviu de subsídio para uma conquista, e quantas ‘Fontes’ não se utilizam desse mesmo fator.&lt;br /&gt;Precisamos então rever algumas concepções enquanto profissionais da mídia, uso das tecnologias, confiabilidade de fontes. Ou então talvez seremos também reprodutores dos mesmos erros que tanto criticamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;*Estudante do 8º período de Comunicação Social - Hab. Jornalismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1425344200536576476?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1425344200536576476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1425344200536576476' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1425344200536576476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1425344200536576476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/bom-uso-das-tecnologias-sera.html' title='Bom uso das tecnologias. Será?!'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8765154286886544432</id><published>2009-05-10T11:17:00.000-03:00</published><updated>2009-05-10T17:24:00.330-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='náusea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='máquina'/><title type='text'>A coisa, o barulho, a náusea</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bizarralocomotiva.no.sapo.pt/BizarraLocomotiva_HomemMaquinaCDcoverFrontHEAD2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 395px; FLOAT: left; HEIGHT: 392px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://bizarralocomotiva.no.sapo.pt/BizarraLocomotiva_HomemMaquinaCDcoverFrontHEAD2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;*Pinzoh, eu fiz uma crônica (acho que é isso) depois de assistir ao filme A Máquina bem antes dessa nossa aula. O amor pode ser o combustível, mas a sua ausência também realiza combustão. Eis aqui o produto de minha "máquina".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334203998228118370" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgbmRkna-2I/AAAAAAAAAGk/TUfEgGV8bMQ/s200/metropolis_Rep.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou aborrecida. Completamente enjoada. Aquele ronco causa-me náusea profunda, amofinha-me. Enquanto escrevo isso, ele vem chegando, ele e seu roncar que chama a atenção de quem estiver passando pela rua, assusta senhoras distraídas, animais cansados, atraindo olhares de moças atiradas, e de jovens que invejam a sua posição levemente curvada sobre a coisa. Sua chegada é sentida da avenida, e estremece até as divisórias das salas, com suas frouxas janelas de escura matéria. Sua saída por muitas vezes é confundida com trovões. Eu digo: não!Não há chuva nem trovões, é somente esse homem que se atreve a comparar-se ao deus Thor. Outro dia assustou-me, meu coração saltava no peito como uma pomba preste a voar, fez-me borrar uma palavra dum poema que acabava de sair de meus pensamentos que andavam distantes, passando do outro lado do céu. Isso foi um forte contribuinte para fazer surgir em mim essa náusea que transborda do infinito universo espiritual de meu ser. Vou pôr ordem a esse meu aborrecimento, que já me aborrece antes mesmo de eu pensar em explicar qualquer coisa que se remeta a este acontecimento diário, rítmico e infelizmente tão repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Antes, num passado nem tão distante assim, um passado que não passa de meses, um ano no máximo, não havia aquele barulho insuportável em sua motocicleta. Era apenas o rodar da corrente, um som suportavelmente audível. Quase não se distinguia o seu barulho dos outros barulhos existentes nesse ambiente absurdamente urbano, encurralado de motores, apitos, buzinas, gritos, latidos, a barafunda que há nas ruas das cidades, empurros daqui, empurros dali. Melhor seria citar os tempos em que essa coisa motorizada não existia e que no mínimo, seus passos, seus passos eram imperceptíveis. Eram passos calmos, lassos, abafados, em sua simplicidade perdida. A colocação de um pé na frente de outro; o esquerdo se move para frente ao passo que o direito fica atrás, e vice e versa. O ato concomitante que o humano, como ser bípede, chama de andar, caminhar. Quando havia somente estes passos, não havia esse sentimento embrulhado, nauseado de desespero de não querer ouvir nunca mais aquele barulho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o homem não sabe desgrudar-se da máquina. Ele agora é máquina, uma máquina com alguns (poucos) traços humanos. A visão que tenho é horrivelmente estranha: uma máquina possuída por outra montada em seu dorso. Bizarro! Nem no mais futurista dos filmes se viu coisa assim. A nova compleição que lhe cabe é esta: seus braços começam a enrijecer, o metal duro e prateado sobe-lhe os riscos nervosos do pescoço unindo-se à cabeça, seus cabelos de cor cinza-pomba, as mãos alaranjadas corroídas pela ferrugem, os olhos vermelhos como óleo diesel, sua voz áspera, suas costas de adagas brilhantes, sua boca preta como asfalto. Sua barba composta por filetes de metalóides, seus dentes de platina, suas unhas de amálgama, seus nervos de irídio. Sua respiração é como o roncar do motor, já não sente amor nem dor, não sente quase nada, apenas emoções muito ínfimas, quase tolas. Ele, circunspecto de aço, e seu barulho malacafento!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sim, lembrei-me dum trecho do livro A Pomba, de Patrick Süskind, que diz exatamente o que quero, portanto, aproprio-me delas (as palavras), serão minhas por este instante, aqui, cabíveis enormemente aqui. “Já não reina barulho suficiente nesta rua, na cidade inteira? Não basta o intenso calor que desce do céu? Vocês ainda precisam sugar com seus motores o último resto de ar respirável, para queimá-lo e soprá-lo, mesclado com veneno e ferrugem e fumaça quente, no nariz dos cidadãos decentes? Seus sacos de merda! Seus sujeitos criminosos! Vocês deveriam ser eliminados. Isso mesmo! Chicoteados e liquidados.” São como gralhas em ambiente errado, hienas descontroladas, esses homens equivocados, exibidos, orgulhosos e bestas! Suas defecações gasosas espalhadas pela atmosfera não mais azul, e sim um tecido escuro que repousa pesadamente sobre o planeta, como se quisesse sufocá-lo, apertando-o. Não são felizes, apesar de demonstrarem alguma reação que pode ser confundida à felicidade. Esse é o caso dele, que pensou ser mais feliz substituindo seus passos humanos por passadas de um objeto elétrico-motorizado. Ânimo fugaz, durando o tempo de dominar a fera de metal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Esse barulho nojento enjoa-me, causa-me dores de cabeça, esse ar poluído que a máquina torce de seu único pulmão metálico, um cilindro acoplado à motocicleta tendo em si um orifício na forma de um oito aberto; repleto de micropartículas de CO2, o bióxido de carbono; um ar negro que me entra pelas narinas, pela boca, pelos poros da pele e chega até bem dentro de mim. O mundo inteiro poluído, inteiramente irrespirável, completamente porco! Olho para a coisa, parada lá fora como se nada houvesse acontecido, como se não acontecesse diariamente um grave crime. E como ela, milhões andam por aí, aderindo à moda de barulhar modernamente, impulsivamente, desconcertantemente, aborrecidamente, e tantas mentes fossem necessárias para expressar essa minha indignação, esse meu mal-estar. Ele, o motoqueiro-coisa, continua sugando o ar, a minha paciência, a minha paz, a minha saúde, o meu desejo de unicidade particular momentânea, de amplidão psíquica, de lembranças futuras...&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ah, sujeito sujo! Você vai pagar em moeda dobrada! Você, criminoso, viverá imundo, impregnado de seu erro para o resto de sua vida mesquinha, pobre e solitária. Sim, você que por dentro é uma fruta sazonada, um velho à beira da morte, seco, vazio, ou cheio demais de coisas chulas, que não vive a vida por vergonha dos outros, por medo, por angústia, por brio venenoso, por querer evitar um perigo iminente! Você, essa coisa maquinal, mistura de ligas de aço pigmentado, ferro, gases, orgulho ferrenho, inútil, infantil, cioso, exibicionista! Essa coisa sem sentido, inautêntica, inaudita, perdida, incabível nesse mundo pós-moderno, que de tão pós é póstumo desejo de ser. Você que se perdeu nos valores falsos, nos falsos sentimentos, nos falsos olhares que lhe dirigem, nos falsos amigos, falácias de estranhas pessoas, de pessoas que você nem conhece pessoalmente.Você não passa de uma coisa quebrável, trocável, que se pode jogar fora sem o menor remorso, que se pode pôr outro em seu lugar a qualquer momento. Um novo modelo, mais avançado, de cor inédita, mais caro, mais garboso, mais veloz, manchado pela luxúria, comandado pela voz da arrogância de quem se sente superior. Você, essa coisa, coisamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;*Jaquelyne de Almeida Costa - Estudante do 8º período do Curso de Comunicação Social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8765154286886544432?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8765154286886544432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8765154286886544432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8765154286886544432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8765154286886544432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/coisa-o-barulho-nausea.html' title='A coisa, o barulho, a náusea'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/SgbmRkna-2I/AAAAAAAAAGk/TUfEgGV8bMQ/s72-c/metropolis_Rep.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8512508397139981531</id><published>2009-05-07T20:06:00.000-03:00</published><updated>2009-05-07T20:08:00.890-03:00</updated><title type='text'>A máquina da Máquina(ou As Cinzas das Horas, umas falas de Bandeira)*</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que estará na parte invisível do filme “A máquina”, do diretor João Falcão? Que máquina tem esta Máquina, em que o amor é o combustível? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No filme, “ambientado”  numa cidade pernambucana chamada Nordestina que, segundo o mapa do final da película, estar situada ali perto de Afrânio, aparece uma representação meio cênica teatral, como se os atores estivessem em um palco, ao invés de estúdios ou externas reais, comuns no cinema,  um jovem casal faz do tempo uma fuga de suas vidas. Ela, atormentada com a pequenês de Nordestina, espera chegar o dia da maioridade para tentar chegar ao mundo que lhe chega pela televisão e, mais que isso, fazer parte dessa encenação global, ser do mundo ideal, onírico, mágico do audiovisual. Ele, espera o dia de fazer parte, de papel passado e tudo, com firma reconhecida, lavrado em cartório, rezado por padre, do mundo de Carine. Antônio viaja no tempo... Por várias a personagem passa em frente ao um relógio pendurado em sua oficina, indo e vindo em frente às cinzas das horas -pra lembrar um pouco do eterno Bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, que será esse tal de tempo, afinal? Que máquina é essa  que faz as gentes –  olha o Manuel de novo – guardar, projetar, levar para brincar nos dias mais azuis  do céu da gente, o desejo ou a esperança de um dia ser tudo o que quis ser e, infelizmente, ter – tocados pelas mãos do consumismo. Entre o mundo e eu, prefiro o mundo, disse o poeta. Depois das máquinas, ando mais de mão dadas com aquela que diz: cada vez mais deserto, e assim mais povoado. Mas, voltemos ao tempo, que bicho de sete cabeças e anos será este que nos faz cantar: se você vier pro Kidé e vier comigo... ou: se avexe não, amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Ah, o amanhã...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo, cá pra nós, nada mais é do que uma tentativa de quantificar a vida, de organizar as transfigurações que compõem a vida. Daqui a noves meses nasce. Será menino ou menina? Será um guri que passa cinco anos chorando? Será uma mocinha fugitiva da coisa mais espontânea da vida tempo: amor, o combustível do tempo? Maturana afirma, amor é tão natural quanto estar vivo, é um tropeção que preenche o coração pela vida temo afora e adentro, sobretudo.&lt;br /&gt;Tentar fugir do tempo, em busca de outro tempo, é tentar pular o muro das vivências mais fundas e cotidianas, é se anular pelo que não é ainda, mesmo sendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, depois de João, Bandeira, Kidé, tempo, máquina, fica a dúvida, que é  o preço da pureza,  como diria um cabeludo as antigas. Qual o tempo da máquina?  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Por João Paulo Marques – aluno do 8º período de jornalismo do DCH III Uneb.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8512508397139981531?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8512508397139981531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8512508397139981531' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8512508397139981531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8512508397139981531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/maquina-da-maquinaou-as-cinzas-das.html' title='A máquina da Máquina(ou As Cinzas das Horas, umas falas de Bandeira)*'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-9110518771754460096</id><published>2009-05-06T19:23:00.000-03:00</published><updated>2009-05-06T19:29:38.746-03:00</updated><title type='text'>Nova Experiência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este Blog foi construído como experiência da disciplina Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade, do curso de Comunicação Social - Jornalismo em Multimeios, do Departamento de Ciências Humanas III (Juazeiro) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), oferecida e realizada no primeiro semestre de 2008 para o 7º paríodo. Estamo reuntilizando ele agora, na mesma disciplina, no semestre 2009.1, para o 8º período do curso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contamos com a participação dos alunos e alunas para a remodelação e animação do blog.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Josemar da Silva Martins (Pinzoh)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Professor&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-9110518771754460096?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/9110518771754460096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=9110518771754460096' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/9110518771754460096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/9110518771754460096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2009/05/nova-experiencia.html' title='Nova Experiência'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8939345792171042062</id><published>2008-04-02T15:02:00.000-03:00</published><updated>2008-04-02T15:03:05.078-03:00</updated><title type='text'>(SEM TÍTULO)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há poucos anos atrás era apenas cenas de filme de ficção científica imaginar a codificação do genoma humana e a utilização dessa informação para prever doenças no futuro, produzir pessoas geneticamente modificadas, diferenciar as pessoas e qualificá-las. Mas isso já acontece na nossa sociedade atual, que detém o comando sobre as vidas humanas, controlando e vigiando, é o biopoder.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas para compreender essa forma de poder, precisamos entender como ela surgiu e de que forma a sociedade há séculos atrás foi organizada. Para recapitularmos podemos voltar até a Idade Média onde a ordem era mantida pela obediência dos súdidos ao senhor feudal, isso era representado através de rituais, cerimônias, o pagamento de impostos e taxas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na Antiguidade Clássica começou-se a entender o corpo como um objeto de poder e a partir de então foi desenvolvendo tecnologias com o objetivo de discipliná-lo, que pode ser conceito por Foucalt como “métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeitação constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade.” Ou pode ser definido também como o “processo técnico unitário pelo qual a força do corpo é com o mínimo de ônus reduzida como força política, e maximizada como força útil.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas qual o objetivo de disciplinar o corpo? A resposta é simples, além de organiza esse corpo em termo de sociedade, a principal função é produzi-lo como força produtiva é como no filme de Charles Chaplin, Tempos Modernos, em que o corpo é distribuído em uma linha de produção e treinados para realizar uma determina função, apertar parafusos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso aconteceu na sociedade moderna e com o desenvolvimento da sociedade contemporânea essa relação também se transformou, a disciplinarização transformou-se no biopoder. Após o poder disciplinar, que gera e controla os corpos (tanto individuais como no sentido da populacional) em determinados espaços, desenvolveu-se uma outra tecnologia, o biopoder que gera e controla o corpo mas agora num espaço aberto. Contudo o surgimento dessa tecnologia não acaba com a outra, eles se unem e cumprem um papel mais efetivo para um único objetivo, o político econômico de acumulação de riquezas, preservação e conservação da força de trabalho, vigilância e controle da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; Mas quais são os efeitos dessa vigilância e controle? Como podemos definir os limites entre o desenvolvimento tecnológico para fins médicos e científicos saudáveis do que para transformá-lo em biopoder?  Essas questões devem ser discutidas neste mundo atual para definir limites, normas, algumas regras, não para voltar ao passado da sociedade moderna, do mundo panóptico, mas fazer com essa sociedade que não aperta mais parafusos, pense, se auto regule e decida sobre questões tão cruciais para a perpetuação da espécie.                                                              &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;///&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fernanda Santos Silva -7 período&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-8939345792171042062?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/8939345792171042062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=8939345792171042062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8939345792171042062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/8939345792171042062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/04/sem-ttulo.html' title='(SEM TÍTULO)'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-7201824659347573837</id><published>2008-03-31T12:41:00.001-03:00</published><updated>2008-03-31T12:42:34.849-03:00</updated><title type='text'>Triste fim de Pedro</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EGWpzu9TI/AAAAAAAAAEY/fanFIqYiie4/s1600-h/louco[1].JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183931632329880882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EGWpzu9TI/AAAAAAAAAEY/fanFIqYiie4/s320/louco%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O enclausuramento acontecera num belo dia de domingo quando os lugares públicos ficam repletos de “famílias de bem” que buscam descontração e alegria com seus entes queridos. Em meios a crianças e adultos reunidos em piqueniques surge o improvável e o constrangedor. A polícia preventiva da cidade planejada de Brasília fora chamada ao parque para “corrigir” um jovem que se banhava, em trajes íntimos, no chafariz do parquinho corrompendo o princípio da normalidade do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma delegacia, Pedro, um jovem de vinte e um anos, matutava deitado no chão duro da cela o porquê da sua prisão, o motivo para que aquelas pessoas se incomodassem com o seu gesto inofensivo, afinal era um dia muito quente e aquele era o único meio pelo qual pudesse se refrescar e, apesar de ser morador de rua, tinha o desvelo de manter a higiene pessoal e isso para ele é o poder que uma pessoa exerce em si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o olhar vigilante de câmeras instaladas em vários pontos da alcova, o rapaz refletia e pensava em sua saudosa família. Seu pai, um caixeiro viajante, homem de “valores e de moral” aconselhava como um pastor zeloso por suas ovelhas a importância de um individuo ser bem visto pela sociedade e qualquer comportamento fora dos padrões seria motivo para que essa mesma sociedade o recriminasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oriundo do norte do Amazonas, Pedro fora criado em meios a tribos indígenas, embora não fizesse parte dessa comunidade e fizesse leituras extracurriculares de Foucault, e não compreendia seu gestor por este obriga-lo a se comportar de modos contrários aquilo que ele vivenciava; andar descalço, sair com poucas vestimentas, tomar banho ao ar livre. Sociedade do controle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dezoito anos o rapaz confuso decidiu, por pressão do pai, mudar-se para um espaço urbano em busca de respostas e de uma renda capitalista. È o estudo da ecologia humana os deslocamentos humanos em busca de objetivos. Optou por Brasília, “coração do estado brasileiro” e onde queria se alistar no exército. Do serviço militar, logo foi dispensado, embora pudesse conhecer a disciplina pelo qual todos os alistados eram submetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ter sucesso em conseguir emprego e não tendo lugar onde pudesse repousar no fim do dia, Pedro começa a vagar pelas ruas, trepando em algumas árvores que ainda encontrara em busca de frutos para se alimentar. Logo passou a pedir moedas e comidas nos portões das casas de “senhoras de respeito” para que pudesse matar sua fome. O costume de pedir tão logo passou a ser sinônimo de incômodo e ele passou a ser estereotipado pela sociedade de vagabundo, já que não trabalhava e nem estudava, ou seja, não tinha nenhuma “ocupação” que fosse reverenciada pela sociedade, nenhum processo disciplinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorou muito para que ele notasse a repulsão que os indivíduos ditos “normais” nutriam pela sua pessoa. Sentiu-se então como Gregor Samsa, de A Metamorfose. Será que a sociedade ainda se comporta como Kafka criticou? Na busca por tentar reverter àquela situação passou a mostrar aquilo que detinha e que ninguém haveria de tomar: Seu conhecimento e sua sabedoria. Então, começou a explicar as indagações de Nietsche, Deleuze e Foucault para todos aqueles que se aproximavam em troca de algum centavo. As pessoas passaram a questionar como um homem de costumes tão “impróprios” e ao mesmo tempo tão inteligentes poderia acabar daquele modo. Julgaram então como um louco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas até esse momento o provável distúrbio mental do jovem Pedro ainda não tinha causado tanto espanto e coação. Até o momento do banho de cueca no chafariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de passar uma noite na sala úmida e abafada de uma delegacia, talvez o lugar mais confortável que passara a madrugada desde sua saída do exército, saiu da prisão, lugar que na teoria significa reeducação, mas que na prática não é vivenciada com esses preceitos. Direto para as ruas foi agora denominado “homem perigoso” com ficha policial, uma ameaça para o convívio social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo observado por todos e todas, o olho que tudo vê deixa nosso “velho herói” encalistrado que a cada dia se esquivava tornando um ser introspectivo e arisco fato que geraria a constatação “para os outros” da sua loucura. A sociedade passa a monitorá-lo. È o controle do “Homem” sobre o homem. O biopoder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Jacy Nunes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-7201824659347573837?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/7201824659347573837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=7201824659347573837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/7201824659347573837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/7201824659347573837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/triste-fim-de-pedro.html' title='Triste fim de Pedro'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EGWpzu9TI/AAAAAAAAAEY/fanFIqYiie4/s72-c/louco%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2562030188349616032</id><published>2008-03-31T12:36:00.000-03:00</published><updated>2008-04-02T15:10:00.645-03:00</updated><title type='text'>A Arte de Governar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pinzoh, abaixo segue o meu escrito a respeito do texto &lt;em&gt;A Governamentalidade&lt;/em&gt;, com a diferença de que resolvi seguir outra linha de abordagem, distante de resumo, pois entendi que a atividade consistia em fazer um texto dentro do texto dado. Desculpe pela demora, só pude te enviar hoje pois em jaguarari, por conta das chuvas, a net caia toda hora e na segunda-feira fiquei meio adoentada. Aí vai.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Arte de Governar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes possibilidades existente no universo lingüístico é a utilização dos &lt;&lt;campos&gt;&gt; das palavras, com vias a reconstruir seus significados, ou as “mil faces secretas sob a face neutra” no dizer poético Drummondiano, ou seja, sermos capazes de pôr um nome na intimidade de uma coisa e recomeçar o talento de existir. Por conta disto, as palavras Arte e Governo, embora pertençam a diferentes constelações de signos ou diferentes corredores isotópicos, podem ser propositadamente resignificadas. Isso porque, dessa comunhão, nada infringe o princípio de que toda enunciação deve estar intimamente ligada ao contexto do qual emana. Um ponto obscuro, de difícil resolução para quase toda teoria: qual deve ser a terminologia adequada para se tratar de tal tema, e qual será o limiar da linguagem verbal torna-se insuficiente à explanação de um outro modo de pensar - que necessitaria da adoção das demais semioses.&lt;br /&gt;É importante destacar que as palavras estão fundamentalmente ligadas à fabricação do mundo, das realidades e das teorias, e não como singelas peças de reprodução- como alguns também insistem em ver o ofício dos jornalistas. Portanto, quando Foucault opõe o modo de Governar ‘maquiavélico’ do exercício de governo como Arte, descrevendo detalhadamente as manobras estatais para se alcançar as zonas conscientes e inconscientes das populações, que seriam o fator preponderante dessa modalidade de governar, organiza-se também dentro do conceito de polícia, ciência política que regula a sociedade pelos seus dispositivos de segurança, um outro tipo de controle que é o do discurso.&lt;br /&gt;Questionar-se Como? Porquê? Com que finalidade? uma população concordará com a soberania nas diversas formas históricas de Governo implica em detectar quais estratégias discursivas- além das táticas e das técnicas- coordenaram o estabelecimento e a aceitação de uma representação para o “interesse geral”, que verdadeiramente não passa de uma abstração das vontades reais de cada ser humano. Mas o fato é que esse fenômeno existe e funcionaria mais ou menos como um orador( representação do Governo) frente a um auditório( população). O universo de sentido propiciado pelo discurso impõe-se tanto pelo ethos -- categoria citada por Dominique Maingueneau nos seus estudos de Comunicação – como pelas idéias que transmite. Na realidade, essas idéias se apresentam por intermédio de uma maneira de dizer que remete a uma maneira de ser, à participação imaginária da população em uma experiência vivida; são os traços de caráter que o orador deve mostrar ao auditório(pouco importa sua sinceridade) para causar boa impressão, são determinações físicas e psíquicas ligadas pelas representações coletivas à personagem do Governo, o que lhe atribui um caráter e uma corporalidade. E estes, segundo Maingueneau, provêm de um conjunto de representações sociais valorizadas ou desvalorizadas, sobre as quais se apóia um discurso que, por sua vez, pode confirmá-las ou modificá-las. Finalmente, esse tipo de incorporação permitirá a construção de um corpo governamental: o da comunidade imaginária dos que comungam na adesão de um mesmo discurso.&lt;br /&gt;Optar por uma explanação concernente ao arcabouço lingüístico dado por Michel Foucault ao tema da Governamentalidade como um dos mecanismos de poder é essencial na medida em que atribui às palavras, aos signos e aos discursos em geral vital importância nas discussões sobre poder; quando, por exemplo, um discurso torna-se o lugar de uma afirmação se interditado por diversas vezes. Também reafirma uma coerência com grande parte dos textos de Foucault, a exemplo de A Ordem do Discurso, que trata especificamente da autonomia do discurso e dos mecanismos de sua interdição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOUCAULT, Michel. Microfisica do poder. Rio e Janeiro: Edições graal, 1979, p. 277-293. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FOUCAULT, Michel.A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1999&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação . São Paulo: Cortez, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poema “Procura da poesia” de Carlos Drummond de Andrade &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(MARIANA)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2562030188349616032?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/2562030188349616032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=2562030188349616032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2562030188349616032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2562030188349616032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/arte-de-governar.html' title='A Arte de Governar'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1991962787840355797</id><published>2008-03-31T12:35:00.001-03:00</published><updated>2008-03-31T12:35:39.820-03:00</updated><title type='text'>Biopoder, biopolítica e o tempo presente</title><content type='html'>O texto que li foi o “Biopoder, biopolítica e o tempo presente”, de Antônio Cavalcanti Maia.do livro “O Homem-Máquina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto em questão é bastante atual, e mostra as relações da organização social, como e porquê as políticas são realizadas, e qual o papel do homem atual nesta mesma sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O humano é focado em sua condição de corpo, mero corpo a ocupar um espaço numa sociedade sistematizada e com funções específicas. O mundo industrial que vivemos, cada função é importante para a equação final (entende-se como equação final o tempo presente, que mesmo caminhando sempre à um futuro presente, jamais deixa de ser presente) e o corpo humano é fundamental para o funcionamento dos mecanismos mecatrônicos, por isso as industrias empregam pessoas de ambos os sexos, pois o importante é o corpo agindo mecanicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medicina hoje serve para deixar os corpos preparados para o trabalho, neste sentido o texto diz que a medicina deixou de ser um bem privado para ser um bem público, pois é a população operária que fazem a indústria funcionar, e este corpo deve ser preservado para que possa fazer nascer novos corpos para a engrenagem social continuar operante.&lt;br /&gt;Os “corpos” fazem parte da “sociedade” humana, e esta possui leis e ordens morais e cívicas que delineiam a boa conduta e estereotipam os “mocinhos e mocinhas” da grande novela que é a vida. Falando em novela, estas também são formas de educar a população para uma homogeneização de caráter e expectativas de vida. Os sonhos individuais são fabricados em massa e postos à venda nas livrarias, rádios, televisores, cinemas e no meio da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade de hoje uma outra questão que chama a atenção no texto é a relação de redes no dia a dia empresarial e individual. A sociedade informatizada possui imensos bancos de dados sobre as populações e sobre cada indivíduo ou bem produzido. O novo “big brother” do século XXI não necessariamente olha o indivíduo de forma direta, mas sim de todos os lados, o  poder de rastreamento da sociedade alcançou tamanho nível que é possível saber via satélite e via cadastros uma gama de informações a cerca de pessoas e produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Élder Vieira de Carvalho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1991962787840355797?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1991962787840355797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1991962787840355797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1991962787840355797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1991962787840355797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/biopoder-biopoltica-e-o-tempo-presente_31.html' title='Biopoder, biopolítica e o tempo presente'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3273866977157798441</id><published>2008-03-31T12:31:00.000-03:00</published><updated>2008-03-31T12:34:01.775-03:00</updated><title type='text'>O BIOPODER</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EEVJzu9SI/AAAAAAAAAEQ/_LGm_xWwt3I/s1600-h/dedo+em+riste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183929407536821538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EEVJzu9SI/AAAAAAAAAEQ/_LGm_xWwt3I/s320/dedo+em+riste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O biopoder &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( baseado no texto Biopoder, Biopolítica e o tempo presente de Antônio Cavalcanti Maia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da década de setenta Michel Foucault identifica na sociedade o biopoder que seria segundo Adauto Novaes “processos que acarretam uma progressiva organização da vida social, por meio de meticulosos rituais de poder que têm como objetivo o corpo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maia identifica ainda que a lei de exercício do poder é aquela do corpo a corpo, de corpos que se aplicam sobre outros corpos para educá-los, fabricá-los. O poder é ao mesmo tempo causa e efeito. Como exemplo tem o uso dos espartilhos onde a tecnologia do eu servia de exemplo para todos da sociedade, ou seja, toda uma comunidade servia-se de algo igualitário a todos. Era na verdade a disciplina igualitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vivemos resquícios dessa sociedade de controle vista em todo o século XVIII e meados do século XIX, a disciplina aprendida, principalmente, nas escolas onde alunos de todo mundo eram e ainda são em muitos lugares obrigados a usarem fardas, ou sentarem em lugares marcados, são exemplos claros dessa tecnologia de controle. Cada aluno não pode ter explorada suas particularidades, pois se entraria no caso de “fuga de regra” e a sociedade procura através do controle, evitar perturbações a moral a aos costumes do lugar. Esse tipo de norma social ainda tão comum a nosso “pensamento pós-moderno” nos faz, por exemplo, pensar duas vezes antes de tomar uma determinada postura social em um lugar público, escolher esta ou aquela roupa etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder do corpo sobre outro é uma forma de tecnologia de controle, pois perpassa pela ordem política, o controle do tempo, iniciado com a revolução industrial, é fator determinante para uma sociedade capitalista bem definida. O homem que governa o outro impõe suas subjetividades a respeito da vida. O poder disciplinar é, a um só tempo, “massificante e individuante, isto é, constitui num corpo único aqueles sobre os quais se exerce, e molda a individualidade de cada membro do corpo” (Deleuze, 1992, p. 223).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vimos no texto de Antônio Cavalcanti Maia a disciplina tem princípios básicos que são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ela é uma arte de distribuição espacial dos indivíduos – ou seja, através do controle dos corpos e dos espaços a sociedade pode ser modificada excluindo quem é mal visto pelos demais, ou quem é taxado de louco por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a disciplina exerce seu controle não sobre o resultado de uma ação, mas sobre seu desenvolvimento – as ações oriundas da disciplinaridade não têm por objetivo adequar apenas um ator social às normas, mas todo um conjunto de indivíduos atuante num contexto. O trabalho de disciplinar é global e não unitário, é um meio prático e seguro de ordenar corpos na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é uma técnica de poder que implica uma vigilância perpétua e constante dos indivíduos – é o que podemos falar hoje das câmeras de segurança instaladas em praticamente todos os lugares ou dos cadastramentos de dados que fazemos na web; a sociedade hoje, portanto, utiliza-se de dispositivos de controle altamente eficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;funciona por meio de um controle minudente do tempo – como já falamos o tempo é a palavra de ordem para a sociedade capitalista, qualquer desperdício é evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante dizer que o biopoder está diretamente ligado as novas formas de tecnologia e informação, a tecnologia hoje nos reduz a números, códigos que uma vez digitados viram nossa impressão digital, em sentido completo da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que preocupa é que com a chegada de novas tecnologias os atores sociais tornaram-se iguais, a humanidade caminha em uma só direção, a era das máquinas chegou e nossa condição de homem é caca vez mais escassa, somos os mesmos vigiados de anos atrás, mas agora com um maior aparato científico. As tecnologias da informação caminharão então para dois sentidos. De um lado a formação contínua do que vemos hoje, todos iguais, com objetivos de vida semelhante e iguais enquanto “modificador” da sociedade. E de outro haverá a construção de um novo homem, alheio a formas tecnológicas e tido como incapaz por outros milhões, assim como vemos hoje, de um lado uma capital cheia de recursos financeiros e econômicos, utilizando-se de tecnologia de ponta. De outro, bem ali perto um homem pobre que sequer sabe escrever seu nome, ou tem água para beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biopoder aliado a tecnologia pode ser o construtor de uma sociedade mais justa e não igualitária do ponto de vista da subserviência e da disciplina, mas pode dar a chance de trazer indivíduos excluídos à nossa esfera social. Tornar homem o homem e não máquinas fabricadas dia após dia pelas famílias, escolas e empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audimara Lima 7º período de Comunicação Social&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3273866977157798441?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/3273866977157798441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=3273866977157798441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3273866977157798441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3273866977157798441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/o-biopoder.html' title='O BIOPODER'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R_EEVJzu9SI/AAAAAAAAAEQ/_LGm_xWwt3I/s72-c/dedo+em+riste.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-757051464166266395</id><published>2008-03-31T12:30:00.001-03:00</published><updated>2008-03-31T12:30:48.000-03:00</updated><title type='text'>O OLHO QUE TUDO VÊ?</title><content type='html'>UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS – DCH III&lt;br /&gt;CURSO: COMUNICAÇÃO SCOAIL – JORNALISMO EM MULTIMEIOS&lt;br /&gt;DISCIPLINA: TEC. INF. SOC. E COMUNICAÇÃO&lt;br /&gt;PROF: PINZOH                                 SEMESTRE 2007.2&lt;br /&gt;ALUNA: DALILA SANTOS             7º PERÍODO  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                 O OLHO QUE TUDO VÊ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Panóptico, o olho que tudo vê... Antes de nos atermos ao texto base para a confecção deste texto secundário, gostaria de questionar o que esse olho que tudo vê realmente vê. Ele observa todos os passos, gestos e comportamento dos indivíduos que estão sob seu domínio. Agora, ele seria capaz de saber o que se passa na cabeça de casa um dos vigiados? Quais são seus pensamentos e sentimentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos analisar da seguinte maneira: as atitudes e os comportamentos são gerados da junção de diversos elementos, entre eles os sentimentos e os pensamentos. Mas todo e qualquer indivíduo tem a capacidade de disfarçar a sua verdadeira personalidade, vide os famosos Big Brothers da vida. O olho que tudo vê serve como uma ferramenta de inspeção, onde as pessoas são vigiadas e controladas, mas não totalmente codificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas cinco cartas escritas por Jeremy Bentham no século XVIII, observamos a construção de um modelo de edifício, criado como penitenciária, mas utilizada em outras instituições como escola, hospitais e hospícios. O autor dos textos nos descreve como se deve constituir um local onde se possa exercer domínio sobre as pessoas confinadas naquele lugar. A ferramenta tecnológica utilizada por ele para a execução desse modelo de dominação é a arquitetura. Através da construção de um edifício onde o observador-mor fique no centro e os observados fiquem ao seu alcance em sua totalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse modelo de construção civil, a intenção é que todos, inclusive os funcionários do local, tenham seus passos observador e controlados por alguém que “tudo vê” e que nunca é visto. Todos estão naquele ambiente passando por um processo de disciplinação. Dessa maneira, constitui-se um sistema de informações, tudo o que acontece dentro daquele edifício é monitorado e analisado, gerando uma série de informações sobre os indivíduos que constituem aquele espaço. A catalogagem dessas informações geram estatísticas, considerada outra tecnologia de poder. Através delas geram-se informações sobre todos os aspectos: origem dos indivíduos, idade, perfil psicológico, motivo pelo qual foi aprisionado (no caso de hospícios e penitenciárias) etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tecnologias utilizadas como ferramenta de poder e as informações geradas através delas definem regras, que através de um sistema disciplinar, juntamente com o espaço social e as rotinas estabelecidas, iram constituir modelos padrões de enunciados. Esses últimos definiram o que é certo e o que é errado dentro de uma sociedade. A relação tecnologia, informação e sociedade é um ciclo onde todos são dependentes uns dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enunciados gerados em um determinado espaço, como as penitenciárias, transpassam os muros desses prédios e chegam à sociedade como regras a serem cumpridas. Outro espaço, que constitui uma série de enunciados e que está inserido no modelo panóptico é a escola. Nela somos vigiados, controlados e disciplinados durante grande parte de nossas vidas. Os enunciados gerados dentro desse espaço em sua maioria serão carregados pelos indivíduos pelo resta da vida. A escola pode ser considerada uma das maiores, senão a maior, ferramenta de poder. É uma geradora infinita de informações e constitui um grande globo de enunciados admitidos, em quase sua totalidade, pela sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-757051464166266395?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/757051464166266395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=757051464166266395' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/757051464166266395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/757051464166266395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/o-olho-que-tudo-v.html' title='O OLHO QUE TUDO VÊ?'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3989919253833105173</id><published>2008-03-31T12:26:00.000-03:00</published><updated>2008-03-31T12:29:23.821-03:00</updated><title type='text'>A GOVERNAMENTALIDADE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Texto: A GOVERNAMENTALIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda (24/03), após a aula, perguntei a Pinzoh qual deveria ser o estilo do texto que ele solicitou e que vale metade da nota da primeira unidade. Ele respondeu apenas que deveria ser do jeito que eu quisesse. Disse ainda, que valeria até mesmo uma poesia. Então pensei: pô! Se eu fosse poeta como Germano, Vinícius ou Daniel, seria fácil. É, eu não sou.&lt;br /&gt;Pior do que essa triste conclusão foi chegar em Pilar (local onde moro) e perceber que havia faltado energia.&lt;br /&gt;Quando a energia voltou, eu já havia tentado iniciar o trabalho, mas ainda não tinha conseguido produzir nada. O fato é que já passava das 23:30 e eu sequer havia começado o texto. De repente veio a luz – dessa vez no interior da cabeça: Eles quem? Aí eu escrevi essa loucura que vocês vão ler agora.&lt;br /&gt;Ah! Por incrível que pareça, eu gastei mais tempo fazendo o diálogo abaixo do que fazendo essa introdução. Acreditem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Polícia, para que polícia? Polícia é para quem precisa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Quem precisa?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Eu, tu, eles...&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Eu, sim. Tu, também. E eles? Quem são eles?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Eles são aqueles.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Aqueles quem? O que eles pensam que são?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Bem! Aqueles que governam.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Governam? Só se for você. É isso que governam? Para que governo? Quem precisa dele?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Nós.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Nós é muita gente. Nós quem?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Eu, tu, eles...&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Só resta agora dizer que eles também precisam de nós.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- É verdade. Eles precisam.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- É loucura. Para que precisam?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Ora! Para que o vaqueiro sem boiada?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Vaqueiro? Boiada?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Sim! Alguém precisa levar até o curral, aqueles que já conhecem o caminho.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&amp;shy;- Que caminho? Onde você quer chegar? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Estou esperando que me digam que caminho seguir.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Esperando? Quem você espera?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Pelo governo. Pelo soberano. O “olhar superior”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Governo? Olhar superior?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Sim. Já sei que devo trabalhar, estudar, me vestir bem, não usar drogas ilegais, chegar cedo, sair tarde, “olha a hora que você chega. Depois de ‘tal hora’ você toma falta”. Devo andar “assim”, e não “assado”. Posso falar “isso”, mas não “aquilo”. Se alguém diz: que tal uma cervejinha? Eu digo que não posso. “só no final de semana. Afinal, beber no meio de semana é coisa de desocupado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Que loucura!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Que verdade, não?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Quem te disse isso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Foram eles.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Eles quem?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Aqueles que governam.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- O papo ta bom mas tenho que ir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Já? Qual o problema?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- É que já se passaram os dez minutos de intervalo e logo depois do “recreio” @ ti@ faz chamada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Quem te disse?&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;- Eles.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Eles quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Luiz&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3989919253833105173?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/3989919253833105173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=3989919253833105173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3989919253833105173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3989919253833105173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/governamentalidade_31.html' title='A GOVERNAMENTALIDADE'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6536792945038218194</id><published>2008-03-25T11:28:00.000-03:00</published><updated>2008-03-25T11:32:58.276-03:00</updated><title type='text'>Governar, Governo, Governamentalidade e suas Instâncias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-kNCJzu9RI/AAAAAAAAAEI/pjJi18bToVI/s1600-h/governamentalizar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181687176910271762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-kNCJzu9RI/AAAAAAAAAEI/pjJi18bToVI/s320/governamentalizar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Em sua obra, A Governamentalidade Michel Foucault analisa os principais dispositivos de segurança, procurando perceber como surgiram historicamente os problemas da população, chegando a partir daí no surgimento do ‘governo’. O autor elucida questionamentos de como ser governado, por quem, até que ponto, e com qual método. Ele analisa as literaturas do século XVI vinculadas à obra do príncipe de Maquiavel, que traz em seu contexto considerações de como um príncipe consegue manter sua soberania perante seus súbitos, citando autores como Guillaume de La Perriére que assumem uma posição de oposição e recusa à obra da arte de governar citada por Maquiavel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte de governar para Foucault tem uma relação restrita com segurança, população e governo e esteve ligada desde o século XVI ao desenvolvimento do aparelho administrativo da monarquia territorial, rompendo com a tradição da teoria jurídica da soberania, fundamentada no governo do território. Segundo Foucault, o governo é uma correta distribuição das coisas e não somente o território e seus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michel Foucault examinou como o poder se “organizou” de modo a produzir certas práticas discursivas e não-discursivas. Trata-se de práticas que funcionaram como condições de possibilidade para a emergência da noção moderna de Estado e de tudo o mais que se implica tanto na vida política de hoje, quanto nas próprias tentativas de constituir o sujeito moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando as dificuldades que se estabeleceram, ao longo do século XVII, pelo embate entre a soberania e a família, Foucault nos mostra que a arte de governo, esse conjunto de saberes que estabelece uma racionalidade própria, particular ao Estado, só conseguiu se desbloquear quando mudaram as condições econômicas e demográficas da Europa e, por isso mesmo, se articulou o conceito moderno de população e, na esteira deste, também o conceito moderno de Economia. Também o conceito de governo mudou no sentido de se restringir. Se, pelos fins do Renascimento, governar não se referia apenas à gestão política e do Estado, senão que se referia também “à maneira de dirigir a conduta dos indivíduos ou dos grupos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Modernidade o uso da palavra governar se restringiu às coisas relativas ao Estado. O filósofo nos mostra que o estreitamento do significado de governo decorreu do fato de que “as relações de poder foram progressivamente governamentalizadas, ou seja, elaboradas, racionalizadas e centralizadas na forma ou sob a segurança das instituições do Estado”. É daí que se coloca uma nova questão política para a Modernidade: a relação entre a segurança, a população e o governo. Para dar conta dessa questão, a arte do governo começou a tornar-se Ciência Política. Todo esse processo é resumido pelo filósofo nas seguintes palavras: “Em suma, a passagem de uma arte de governo para uma ciência política, de um regime dominado pela estrutura de soberania para um regime dominado pelas técnicas de governo, ocorre no século XVIII em torno da população e, por conseguinte, em torno do nascimento da economia política”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, governamentalidade, não é uma instância central do estado moderno, são práticas de governo com ações distribuídas por todo o tecido social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO 01: A GOVERNAMENTALIDADE – In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979, p. 277-293.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por: Lidiane Cavalcante, Natália Aguiar e Rebekka Ott&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6536792945038218194?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6536792945038218194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6536792945038218194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6536792945038218194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6536792945038218194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/governar-governo-governamentalidade-e.html' title='Governar, Governo, Governamentalidade e suas Instâncias'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-kNCJzu9RI/AAAAAAAAAEI/pjJi18bToVI/s72-c/governamentalizar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1513957544304569790</id><published>2008-03-24T12:34:00.000-03:00</published><updated>2008-03-24T12:48:53.490-03:00</updated><title type='text'>O Panóptico (Ou o olho que tudo vê)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-fLeJzu9QI/AAAAAAAAAEA/cpGySU0Xuls/s1600-h/sllll_olho_gigante%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181333615202465026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" height="160" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-fLeJzu9QI/AAAAAAAAAEA/cpGySU0Xuls/s320/sllll_olho_gigante%5B1%5D.jpg" width="168" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-fLU5zu9PI/AAAAAAAAAD4/eTwF2Ghn0VM/s1600-h/sllll_olho_gigante%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Texto 03: O panóptico ou A casa de inspeção – IN: SILVA, Tomaz Tadeu da (org). O Panóptico. Jeremy Bentham – Belo Horizonte: Autêntica, 2000, pag. 15- 26.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por Germano Xavier&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De cara o título do texto já me conquistou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma espécie de separação, talvez resquícios de uma cadeira ou outra do curso de Letras que faço. A junção do termo “Pan”, do grego “Pantós”, e o seu significado de abrangência, de totalidade... com o termo “Óptico”, do grego “Óptikos”, respeitante à visão, ao enxergar as relações humanas e o mundo, ocasionou curiosidade em mim. Eu estaria diante do “Olho que tudo vê”, do grande escritor e filólogo J.R.R. Tolkien? Por admirar a saga fantástica escrita por este mestre da fantasia, escolhi o texto de Jeremy Bentham. Era dúvida também se esse texto faria uma conversa paralela com os programas estilo “Reality Show” televisionados por “mundos” não tão distantes. Era dúvida, sim, mas eu precisava ler o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E li.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo passou por mudanças. O mundo muda, sim, sempre. Ele é mutável. O homem é mutável, ele muda. As relações sociais mudaram, em todas as esferas possíveis. O contato Homem X Poder mudou, muda, é mutável. Não foi diferente durante a Idade Média, trevas que não sei onde. Não foi diferente nos anos e séculos após o “fim” da Idade Medieval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia tudo fica velho, perde seu valor ou perde seu mérito existencial. Aí surgem novas coisas, novas idéias, novos homens. E a mudança de paradigma é sempre uma batalha “dente por dente, olho por olho”. O estratagema escolhido para se alavancar muros novos é um signo difícil de ser elaborado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estratagema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeremy Bentham quebra os vidros opacos da frente de nossos olhos e revela o novelo de lã que é o alicerce de uma instituição social-humana. O presídio é a fonte de análise, o projeto de sustentação de seus valores enquanto presídio e enquanto aparelho funcional. O seu destinar, o seu “para quem, como?”... Da planta ao telhado, a noção de objetivar uma feitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a significação? O valor? A forma que isso toma, qual? Um presídio é só um presídio? Quando ele muda de nome? Quando vira Casa de Inspeção? Transforma-se? Como? Para onde vai? Quem é o habitante? É o homem o habitante? É? Não? Sim? De que tipo? Tem tipo? E esse homem, vai? Quem viu? Para onde? É cimento de construção esse homem? Ou é brinquedo de quebrar? Serve? Ou gasta? Como mudar o nome desse homem? Tem como? Há jeito? Há? Como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Panóptico, a função básica parece ser o comunicar para descomunicar, olhos para não ver. Há uma preocupação em produzir afastamento, desligamento, incerteza, desnatureza e desinformação. A tal “inspeção” é feita para privar, reter, castrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capa-se a alma do homem. Capa-se o olho. O homem fica cego...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será mesmo novo esse método? O ordenamento das funções dentro da arquitetura do presídio deve obedecer a um conjunto de ligações, de comunicações. Os tempos modernos pediram uma revisão na forma de o homem se comunicar com o próprio homem, e também com o que a ele parece superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou necessário vigiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vigiar: subtende-se controlar. Controlar, palavra de ordem. Controlar o homem, ele próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controlar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Panóptico é a cadeia da alma. Prisão organizada para matar o fantasma da existência. O ver é a arma que trucida, o vigiar é o sabre que esfacela, o espiar é a mata que esconde, o ser-visto é a faca na jugular, morte sem vida, caimento dos ombros, a dor que suga pouco a pouco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma semelhança com a noção do Big Brother?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diria Orwell?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daria ele um tiro para o céu e comemoraria a existência já antiga de um de seus mundos?! Ou revelaria influências diante das missivas observadas no texto de Bentham? E por que tanta aleivosia? Não é o Panóptico a câmera que te vigia quando atravessas a calçada de teu prédio? Não é o Panóptico a câmera que registra a placa do seu carro na saída do estacionamento? Não é o Panóptico a imagem tua no televisor do supermercado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é mesmo Panóptico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existiu ou existe? Velho ou novo? Usa muletas o Panóptico? Quem vai preso? Eu? Você? Todos nós estamos presos? Quais os crimes? Viver? Viver é um crime? Ser homem é um crime? Somos vítimas? Sim? Não? O que somos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tijolos de construção? Ou cimento de quinta categoria?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1513957544304569790?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1513957544304569790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1513957544304569790' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1513957544304569790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1513957544304569790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/o-panptico-ou-o-olho-que-tudo-v.html' title='O Panóptico (Ou o olho que tudo vê)'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-fLeJzu9QI/AAAAAAAAAEA/cpGySU0Xuls/s72-c/sllll_olho_gigante%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-3922288445866037149</id><published>2008-03-24T11:52:00.001-03:00</published><updated>2008-03-24T11:53:14.840-03:00</updated><title type='text'>BioPoder, BioPolítica e o Tempo Presente, de Antônio Cavalcanti Maia</title><content type='html'>A preocupação com a identificação e análise do processo pelo qual se dá a tomada do poder sobre os corpos ocupou o centro dos estudos de Michel Foucault, especialmente a partir da década de 1970. Traçando o caminho percorrido pelas tecnologias de poder e os processos que levaram a uma organização e controle da vida social, o pesquisador francês identifica o conceito de biopoder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo dessas considerações é que Antônio Maia inicia o texto BioPoder, BioPolítica e o tempo presente, na tentativa de buscar alguns conceitos aplicados por Foucault, que mostra emergir nova linha no cenário das idéias contemporâneas, em maior contato com o desenvolvimento das tecnologias, e uma nova tecnologia do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como afirma Antônio Maia (p. 84), Foucault “não pretende fundar uma teoria geral e globalizante, e sim trabalhar uma analítica de poder capaz de dar conta do seu funcionamento local, em campos e discursos específicos e em épocas determinadas”. Assim, a superação histórica da forma de poder soberano, dominante na Idade Média, pela emergência do poder disciplinar no final do século XVII, pode ser compreendida como uma decorrência da expansão do sistema fabril na Europa e da progressiva especialização do trabalho que ele demanda. Nessa acepção, o poder disciplinar centra-se no adestramento do corpo, com vistas a um melhor aproveitamento do tempo e concomitante maximização do rendimento do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas novas relações de poder, agora introduzidas pelas tecnologias, provoca um diálogo e uma necessidade de distinção conceitual entre a “técnica” e a “tecnologia”. Segundo Foucault e reafirmado por Maia, uma técnica disciplinar, centrada no corpo, que manipula o corpo e produz efeitos individualizantes é sobreposta por uma tecnologia que “agrupa os efeitos de massas próprios de uma população (...) que visa, portanto, não ao treinamento individual, mas, pelo equilíbrio global” (p. 78).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do século XIX, de acordo com Foucault, já não importava apenas disciplinar as condutas individuais, mas, sobretudo, implantar um gerenciamento planificado da vida das populações. Assim, o que se produzia por meio da atuação específica do biopoder não era mais apenas o indivíduo dócil e útil, mas era a própria gestão da vida do corpo social. A partir dessa mutação, as figuras do Estado e do poder soberano, das quais Foucault se afastara anteriormente a fim de compreender o modus operandi dos micro-poderes disciplinares, tornaram-se então decisivas, pois constituíam a instância focal de gestão das políticas públicas relativas à vida da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da década de 70, Foucault chamava atenção para o fato de o biopoder se materializar a partir de duas estratégias distintas, ambas agindo de modo a afirmar a lógica mecânica, a lógica industrial. A primeira delas, correspondendo ao que ele chama de disciplina, centra-se no corpo individual, corpo que a disciplina torna maleável, eficiente. Segundo Foucault, as disciplinas são “métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõe uma relação de docilidade-utilidade” (FOUCAULT apud MAIA, p. 82).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, através da disciplina, a modernidade realizou a "distribuição espacial dos corpos", promoveu a "organização de um campo de visibilidade" dentro do qual o fluxo destes corpos pôde ser otimizado. O capitalismo industrial treinou, aumentou e potencializou a vida útil destes corpos. Quanto à segunda estratégia, ela diz respeito ao que Foucault chama de regulamentação da vida humana. Trata-se não apenas de disciplinar um "homem-corpo" pensado como inteireza, individualidade, mas de exercer um controle sobre o "homem-vivo", sobre a vida pensada em bloco, sobre o ser humano concebido como "ser-espécie".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, faz-se necessário perceber as linhas fundamentais que agora diferenciam as práticas biopolíticas nas sociedades industriais e nas sociedades de informação: no primeiro caso a vida é uma substância maleável, que pode ser reproduzida e modelada dentro de limites mais ou menos claros; no segundo caso, trata-se da digitalização e produção da vida. Enquanto o corpo moderno tem se mostrado plástico, adaptável às pressões do capital, o capital biotecnológico contemporâneo prescinde da própria inteireza de corpo ou dos limites da espécie para se reproduzir e produzir a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Paulo Victor Purificação Melo&lt;br /&gt;7º semestre de Comunicação Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-3922288445866037149?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/3922288445866037149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=3922288445866037149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3922288445866037149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/3922288445866037149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/biopoder-biopoltica-e-o-tempo-presente.html' title='BioPoder, BioPolítica e o Tempo Presente, de Antônio Cavalcanti Maia'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2832715054905686894</id><published>2008-03-23T23:33:00.000-03:00</published><updated>2008-03-23T23:35:08.791-03:00</updated><title type='text'>A GOVERNAMENTALIDADE, de Michel Foucault</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Michel Foucault em sua obra, A GOVERNAMENTALIDADE, procurou debruçar-se em torno dos conceitos e teorias sobre as formas de governos, desenvolvidas principalmente após “O Príncipe” de Maquiavel. Partindo dessa obra, considerada como um dos principais manuais de orientação de como um Príncipe deve governar, e como deve conservar a sua soberania sobre os seus súditos, Foucault procurou analisar a problemática que gira em torno da idéia de governo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com as transformações ocorridas nos vários setores da sociedade, principalmente a partir do século XVI, o conceito de governamentalidade passou a ser questionado. Mudanças com a formação dos Estados Nacionais e no pensamento religioso, exigiu-se também mudanças no processo administrativo – o ato de governar.   Partindo dessas transformações, o sentido da palavra governo passa a ser questionada, no qual, proporcionou o surgimento de outra literatura que vai de encontro com o pensamento de Maquiavel, são os “anti-Maquiavel”. Enquanto que Maquiavel define que governar é gerir território e populações, deixando clara a soberania do príncipe sobre os homens, os teóricos “anti-Maquiavel”, defende que no governo existe uma multiplicidade de formas e que muitos podem governar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Partindo dos textos do “anti-Maquiavel”, Guillaume de La Perriére, Foucault procura caracterizar essa “arte de governar”. Para La Perriére, “governo é uma correta disposição das coisas de que se assume o encargo para conduzi-las a um fim conveniente”. Ou seja, governar seria exercer o poder sobre as coisas e não só sobre o território e seus habitantes. Estas “coisas” seriam, portanto, a relação dos homens com suas riquezas, recursos, territórios, costumes, hábitos, climas, etc. Por isso, “governar é governar as coisas”. Partindo desse novo conceito da arte de governar, Foucault põe em questão, também, a idéia de soberania encontrada na obra de Maquiavel. Essa nova forma de governo define que “para ser um bom soberano, é preciso que tenha uma finalidade: ‘o bem comum e a salvação de todos’”. Sendo que esse “bem comum”, termo muito usado por jurista é desconsiderado por uma outra definição de governo de La Perriére, no qual “o governo é definido como uma madeira correta de dispor as coisas para conduzi-las não ao bem comum , como dizem os textos juristas, mas a um objetivo adequado a cada uma das coisas a governar”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um outro problema levantado por Foucault está ligado a  problemática  da população, o qual seria objetivo final do governo, que tem como função melhorar a sorte da população, aumentar a sua riqueza, sua duração de vida, sua saúde, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, Foucault considera que as “relações contínuas e múltiplas entre a população, o território, a riqueza, etc., se constituirá uma ciência que se chamará economia política e, ao mesmo tempo um tipo de intervenção política”, o que resultaria na passagem de uma arte de governo para uma ciência política, que serão desmembrado a partir do século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iuzicleide Ferreira; Jaquelline Nascimento e Michele Rodrigues&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2832715054905686894?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/2832715054905686894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=2832715054905686894' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2832715054905686894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2832715054905686894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/governamentalidade-de-michel-foucault.html' title='A GOVERNAMENTALIDADE, de Michel Foucault'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-5955102650293564429</id><published>2008-03-23T17:34:00.000-03:00</published><updated>2008-03-23T17:57:25.509-03:00</updated><title type='text'>Governamentalizar - Maria Isabel Edelweiss Bujes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;O processo de aculturação do ser humano o conduziu a convivência social, impulsionando-o a organização das formas de viver segundo objetivos ora amplamente aceitos, outrora situações de imposição do poder. A conduta do individuo se estabelece dentro da sociedade conforme é guiada por si ou pelo outros (instituições, estado, religião) sofrendo alterações e enquadramentos para justificar os fins da técnica de governar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Foucault a governamentabilidade institui relações de poder que utiliza de formas racionais de pensamento, de jogos estratégicos e tecnologias para sobrepor o olhar soberano a frente da população. São estes aparatos que ajudam o governo ou estado, a tratar da população sem descuidar-se do individuo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As tecnologias utilizadas dentro da governamentabilidade trazem do individuo a possibilidade de subjetivação e reflexão sobre o eu, enquanto este procura guiar sua conduta de acordo com os parâmetros institucionais, que são compostos por relações assimétricas com o poder Estatal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O método da escola moderna é um dos principais exemplos do exercício da governamentabilidade, em que são formuladas as crianças, praticas que representam à sociedade, utilizando as microtecnologias, para tornar o meio mais aceitável às idéias políticas impostas. Ainda na infância o individuo é entregue a um conjunto de práticas e rotinas e rituais institucionais que são focados em metas para desenhar a conduta social de cada homem e encaminhá-lo a procedimentos elaborados com a finalidade de atender fins das racionalidades governamentais, apontada por Foucault com as tecnologias do governo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os regimes particulares de verdade, chamados sistemas de expertise por Maria Isabel Edelweiss, autora do texto, são uns dos modos de utilizar as tecnologias como painel para exposição das informações trazidas por especialistas, os quais definem a forma de governar as crianças e compreender suas ações enquanto parte importante da sociedade. A infância “conduzível”, pois a racionalidade de descrever onde está o poder e quem é capaz de determinar a conduta dos outros homens, sem aparentar invasão ou distúrbio no meio social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certas práticas disciplinares são modos de utilizar tecnologias para impor um “comportamento” regrado e descrito por Isabel Edelweiss, como autodisciplinamento. “De modo que os sujeitos mantenham a si mesmo e aos outros sob controle”. Para tais fins, a governamentabilidade se apropria de dispositivos de subjetivação, que incitam a constituição do ser. As relações entre instituições, comunidade e estado exercem influencia sobre os indivíduos que estão integrados a este processo tanto em áreas onde o governo é periférico, quanto na sua forma central, ambos, utilizando a governamentabilidade como firma maneira de interagir entre as tecnologias (rotinas, aparatos) de denominação social ou apenas do próprio sujeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Governamentalizar é utilizar as informações absorvidas por meio das tecnologias para compor o cenário social melhor e adequar o indivíduo, sujeito de si, ao seu “habitat” ou a sociedade, trazendo ao homem a potencialidade de aprender a ser senhor de si mesmo e dos outros, mas, dentro das regras que são resultado das relações de poder que todos participam, sejam problematizando os conflitos ou os solucionado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Maria Gisele e Sheila Gomes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-5955102650293564429?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/5955102650293564429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=5955102650293564429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5955102650293564429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/5955102650293564429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/governamentalizar-maria-isabel.html' title='Governamentalizar - Maria Isabel Edelweiss Bujes'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-6665394776605966303</id><published>2008-03-23T11:50:00.001-03:00</published><updated>2008-03-23T11:52:46.210-03:00</updated><title type='text'>Panóptico ou a Casa de Inspeção: contando a idéia de um novo princípio de construção. Jeremy Bentham</title><content type='html'>"Panoptico ou a Casa de Inspeção", é um conjunto de cartas de duas pessoas que se correspondem a fim de discutir a construção de um novo modelo para uma casa de inspeção, ou seja, um presídio. No decorrer de todo o texto são colocadas estratégias associadas ao projeto arquitetônico do prédio, com o intuito de obter um resultado satisfatório, não só na estrutura física do local, mas, principalmente, no cumprimento de sua função como instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim da Idade Média e todas as mudanças que marcaram a sua transição para a Modernidade, era preciso pensar em modelos institucionais adequados à nova estrura social que se fazia presente. No que diz respeito ao sistema de segurança, Jeremy Bentham sugere o Panóptico como meio mais eficaz para sanar as deficiências dos sistemas mais antigos de vigilância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mecanismos utilizados na construção da casa são o que pode-se nomear como as tecnologias desenvolvidas para o cumprimento de seus fins. O estabelecimento de um prédio circular com celas separadas entre si, ocupando toda a cincunferência e a presença de um inspetor no seu centro, observando todo o movimento do ambiente, por exemplo, foram estratégias pensadas de forma a impedir a comunicação entre os presos e para mantê-los sobre rígida vigilâcia. Portanto, as decisões não são tomadas ao acaso. Existe um plano, um projeto para as coisas acontesserem desse modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, estabelecia-se uma condição na qual o controle social era exercido por uma relação psicológica de poder entre o inspetor e os presos. O primeiro, era um observador invisível e os outros eram os controlados, vigiados por todos os lados. Uma espécie de "Big Brother", no qual o prêmio estava muito distante de um milhão de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, as estratégias utilizadas naquela época não foram desprezados, e sim, aprimoradas. O princício do controle social continua sendo exercido, mas agora de forma diferente. O inspetor não precisa mais fazer o trabalho pesado. Ele é apenas o idealizador desses mecanismos. Pois agora são os indivíduos que de forma consciente ou inconsciente vigiam-se uns aos outros, a fim de manter o controle e a ordem na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eneida Trindade, Leônidas Vidal, Livia Orge e Patrícia Teles&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-6665394776605966303?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/6665394776605966303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=6665394776605966303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6665394776605966303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/6665394776605966303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/panptico-ou-casa-de-inspeo-contando.html' title='Panóptico ou a Casa de Inspeção: contando a idéia de um novo princípio de construção. Jeremy Bentham'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-1367017290927994182</id><published>2008-03-22T20:02:00.000-03:00</published><updated>2008-03-22T20:25:36.673-03:00</updated><title type='text'>O Panoptismo: mecanismo ideal de poder</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-WRgJzu9OI/AAAAAAAAADw/WXx90vxrPhc/s1600-h/Panoptismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180706927934371042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-WRgJzu9OI/AAAAAAAAADw/WXx90vxrPhc/s320/Panoptismo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudanças sociais ocorridas no séc. XVIII e XIX levaram a alterações do jogo do poder, que foi sendo gradativamente substituído pelo que Foucault denomina de sociedades disciplinares, as quais atingiram o seu apogeu no século XX. A passagem de uma forma de dominação a outra ocorreu quando a economia do poder percebeu ser mais eficaz e rentável vigiar do que punir .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Coube às sociedades disciplinares organizar os grandes meios de confinamento, os quais tinham como objetivo concentrar e compor, no tempo e no espaço, uma forma de produção cujo efeito deveria ser superior à soma das partes. O indivíduo não cessava de passar de um espaço fechado ao outro: família, escola, fábrica, universidade e eventualmente prisão ou hospital. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Panóptico é a utopia de uma sociedade e de um tipo de poder que é, no fundo, a sociedade que atualmente conhecemos utopia que efetivamente se realizou. Este tipo de poder pode perfeitamente receber o nome de panoptismo. Vivemos numa sociedade onde reina o panoptismo. Com o Panóptico e vai produzir algo totalmente diferente. Não há mais inquérito, e sim vigilância e exame. O Panóptico teve uma tríplice função à vigilância, o controle e a correção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dispositivo panóptico, descrito por Michel Foucault em Vigiar e Punir, constitui uma ‘máquina’, idealizada por Bentham no século XVIII, cuja arquitetura é formada por uma torre central e uma construção circular periférica. Nesta se encontram indivíduos a serem vigiados – prisioneiros, loucos, escolares, trabalhadores, isolados em células, formando “uma coleção de individualidades separadas” – enquanto naquela se encontram os vigias. As salas da construção periférica são determinadas por janelas externas (por onde entra a luz) e por janelas internas (frente à torre central). E é justamente essa a eficiência do dispositivo panóptico: “ver sem ser visto”; à torre é possível ver tudo o que acontece no prédio externo, ao passo que este nem sabe se é, ou não, vigiado. “A visibilidade é uma armadilha”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Foucault (1990), o poder é uma prática social e, por isso mesmo, é constituído historicamente e articula-se com a estrutura econômica. O que Foucault chamou microfísica do poder significa tanto um deslocamento do espaço de análise quanto ao nível que este se efetua. De acordo com a sua categorização, as sociedades e os seus respectivos regimes de visibilidade podem ser divididos em: sociedades de soberania, onde o rei ou senhor exercia o poder, por meio de uma vigilância externa e geral; sociedade disciplinar, na qual as instituições são um dos maiores dispositivos de visibilidade, principalmente com relação ao funcionamento dos operários institucionais; e sociedade de controle veio substituir a sociedade disciplinar, na qual ocorre a implementação progressiva e dispersa de um novo regime de dominação, ou seja, o exercício do poder a distancia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, encontramo-nos numa crise generalizada de todos os meios de confinamento da sociedade disciplinar e assistimos à instalação de uma sociedade que controla à distância. Desse modo, a crise das instituições modernas representa a implantação progressiva e dispersa de um novo regime de dominação. A lógica da sociedade disciplinar é analógica, ou seja, descontinua e diferenciada em cada confinamento, enquanto a da sociedade de controle é numérica e constante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Exemplos do panoptismo foucaultiano na sociedade contemporânea são vários, principalmente nos Reality Show, programa voltado para um público ávido para assistir o que acontece na casa do "vizinho", virou febre. Foi uma fórmula importada na busca desenfreada pela audiência, apostando no sucesso do inusitado, cheio de recursos tecnológicos, na conquista da mídia e na invasão definitiva da privacidade alheia, é claro. O programa televisivo Big Brother Brasil, da rede Globo, relembra a estrutura de Bentham do século XVIII – “ver sem ser visto”. Os participantes ficam confinados dentro de uma casa, observados por dezenas de câmeras e milhões de pessoas. Inclusive as relações entre os participantes se assemelham às descritas por Foucault. Os mais disciplinados constroem uma imagem positiva, transmitida para a sociedade externa, que funciona como juíza. Aqueles que transgridem, que se rebelam, são literalmente eliminados. E o programa segue, promovendo seu autofuncionamento por um processo de seleção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além desse exemplo pode-se citar o cada vez mais utilizado “disque-denúncia”. Roubos de carros, agressão às mulheres, depredação de patrimônio público, crimes contra a fauna e a flora, contra o trabalho infantil, contra o trabalho escravo, assassinatos, espancamentos, estupro, prostituição infantil, abuso sexual, pedofilia etc. No entanto, contra todos estes males, a sociedade possui um dispositivo que pode atuar a seu favor – mais uma vez a sociedade pode agir. Este é um claro exemplo descrito por Foucault de que os poderes, as relações de forças, não se exercem apenas de cima para baixo, pelos “soberanos”; o poder não é exercido, ele simplesmente acontece, como um processo, agrupando todos os atores sociais, e possibilitando a estes, desde que disciplinados, gozarem de seus benefícios, de sua ordem, de sua manutenção, de sua preservação. Porque, ao fazer isso, o indivíduo funciona como o vigia de Bentham, age em benefício do social. Não apenas isso, ele contribui com a ordem vigente, solitária, imanente e independente do poder, que alimenta esse tipo de sujeito e é alimentado por ele. O poder – a disciplina – é preservado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por Micael Benaic&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referência&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Ed. Vozes, 29ed., Petrópolis, 2004.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-1367017290927994182?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/1367017290927994182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=1367017290927994182' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1367017290927994182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/1367017290927994182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/o-panoptismo-mecanismo-ideal-de-poder.html' title='O Panoptismo: mecanismo ideal de poder'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/R-WRgJzu9OI/AAAAAAAAADw/WXx90vxrPhc/s72-c/Panoptismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-2965589819054126947</id><published>2008-03-21T12:58:00.000-03:00</published><updated>2008-03-21T13:01:08.435-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;MAQUIAVELISMO X ECOCOMUNALISMO NA SOCIEDADE PÓS-MODERNA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança, população e governo. Essas são as palavras-chave com as quais Foucault inicia o seu texto A Governamentalidade. Traçando um breve histórico sobre os séculos XVI ao XVIII, o filósofo apresenta a mudança de paradigma quanto ao modo e a finalidade do governo, que, do Estado dos Príncipes, transforma-se em Ciência, com um conjunto de normas pela manutenção da ordem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A territorialidade dos grandes estados, bem como a contra-reforma são alguns fatores apontados pelo autor como determinantes para instaurar na sociedade a reflexão acerca do problema de governar: como ser governado, por quem, com qual objetivo? Essas foram indagações que, mais tarde, embasaram Maquiavel a escrever O Príncipe, descrevendo-o como o soberano absoluto que tudo pode para manter-se no poder. Por outro lado, a literatura anti Maquiavel, principalmente desenvolvida pelos católicos, nos faz pensar numa essência natural e jurídica entre o príncipe e seu principado, ou seja, a “arte de governar”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estabelecidas as duas vertentes, La Perriére caracteriza essa arte como práticas múltiplas, já que os sujeitos governantes podem ser pais, professores, opondo-se à singularidade transcendente do príncipe maquiavélico. Le Vayer descreve então, três tipos de governo: o de si mesmo, a moral; a família, economia, teorizada por Rousseau no artigo Economia Política; o Estado, a política. Para esse autor, há uma ascendência entre o que eu nomearia de micro e macro espaço: para saber governar um Estado, é preciso saber governar a si mesmo, sua família, seus bens. É a chamada “pedagogia do príncipe”. Ao mesmo tempo, há um movimento descendente, que faz repercutir na conduta dos indivíduos e na gestão da família ass práticas governamentais. É a chamada “polícia”, espécie de espelho, modelo a ser seguido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sentido de economia também passa por modificações.Se antes era uma forma de governo, no século XVIII passa a ser um nível de realidade, campo de intervenção do governo. Perriére defende que governar é dispor de coisas e conduzi-las a um fim conveniente. Pessoas, riquezas, territórios, tudo isso faz parte das “coisas” a serem controladas, como um navio em alto mar. Podemos identificar essa definição no contexto do século XX, não distante de nossa realidade. O jornal Tribuna da Luta Operária, vinculado ao Partido Comunista do Brasil (PC do B), que circulou de 1979 a 1988 pelo país, costumava combater a ditadura militar em sua linguagem marxista-leninista.No exemplar nº 83, a Tribuna associa a crise política do governo de João Batista Figueiredo a um navio desgovernado, onde o timoeiro, o capitão e os marinheiros estão perdidos por não compreenderem sua função: “Apesar de apavorados com o perigo iminente, nenhum deles se responsabiliza pelo erro, e ninguém reconhece que todos são incompetentes para alterar a rota, para tapar os buracos e evitar naufrágio. Assim é o navio desgovernado do regime militar”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O retorno ao discurso socialista proferido pela Tribuna encontra-se hoje nos discursos de líderes governamentais, como Evo Morales, Bolívia, e Hugo Chaves, Venezuela, que demonstram o quanto a democracia vem sendo criticada pelos mais diversos setores sociais, já que fenômenos com o desemprego, pobreza, resultantes da desigualdade social, continuam vivos na atualidade. Contraditoriamente, tais líderes optam pelo centralismo de poder, reavivando aspectos da ditadura em seus países. As ONGs, por sua vez, movimentos sociais institucionalizados, seriam um exemplo de como a consciência da igualdade tem trabalhado em prol do suprimento das necessidades básicas das comunidades á margem do crescimento financeiro e intelectual do sistema capitalista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para Perriére, governar “coisas” é utilizar leis como táticas por meio da sabedoria, diligência e paciência, estando a serviço dos governados e buscando a perfeição na intensificação dos processos que dirige. É justamente o que a Tribuna criticava, pois para o periódico a ditadura não trabalhava pelos cidadãos, daí a reivindicação de uma Assembléia Constituinte para que o povo escolhesse seu guia-chefe e participasse ativamente desta “ciência do Estado”, como afirma Foucault. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ainda no século XXI, os resquícios do ideal Maquiavélico são identificados em políticas como a norte-americana. O Princípio diplomático do dólar como meio de interferência em territórios orientais e sul-americanos, por exemplo, tem se tornado fonte de conflitos. O caso recente da morte de um colombiano em território estrangeiro demonstra o quanto a territorialidade está enraizada nas condutas dos governantes pós-modernos. A interferência no Oriente é outro exemplo que revela o quanto ter o controle sobre terras-riquezas-mão-de-obra é típico do capitalismo em sua essência mercantilista de ser. A tecnologia assessora esse monitoramento, na política do Estado Vigiado contra o Terrorismo, a Violência Urbana, ou mesmo para realização de experiências científicas, visando o controle do comportamento e pensamento humanos, extensão do Nazismo de outrora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acúmulo na racionalização do poder... essa prática chega a ser repulsiva para autores como Foster, editor da Monthly Review. Em seu artigo Organizar a revolução ecológica, o autor cita a avaliação da Global Scenario Group a fim de examinar a transição para a sustentabilidade global. O último relatório emitido pelo grupo Great Transition apresenta três cenários: Mundos Convencionais, Barbárie e Grandes Transições, que vão desde a Força de Mercado e necessidade de Reforma Política, ao novo Paradigma da sustentabilidade e Ecocomunalismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ecocomunalismo? Segundo Foster, este seria o estágio em que haveria uma transformação ecológica radical de encontro à hegemonia capitalista, começando pela mudança de valores e estilos de vida evoluindo para mudança substancial das estruturas sociais. O “estado estacionário” classificado por Stuart Mill seria o consumo do capital excedente em vez do investimento. Marx, por outro lado, escreveu “o novo sistema começa com o auto-governo das comunidades”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No círculo vicioso do capitalismo, a sociedade burguesa apenas muda seus modos de produção e distribuição. A centralização da economia sistematizou o governo em sua soberania, disciplina e gestão, tendo compromisso com a população. Compromisso? Não é bem o substantivo que a maioria dos brasileiros acredita estar na prática das suas lideranças políticas. Segundo Foucault, ao longo do século XVIII o que se desenvolveu foi uma Governamentalidade do Estado contra a Estatização da Sociedade. Talvez se vivesse no século XXI, clamaria pelo equilíbrio entre as duas formas de Governo, no sentido social do primeiro e “comunalista” do segundo, em prol de uma sociedade mais igualitária e sustentável. Já dizia Epicuro: “quando medido pelo propósito natural da vida, a pobreza é grande riqueza, riqueza ilimitada é grande pobreza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por Verusa Pinho de Sá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOSTER, John Bellamy. Organizar a revolução ecologia, 2005. Disponível em &lt;a href="http://www.monthlyreview.org/1005jbf.htm" target="_new"&gt;http://www.monthlyreview.org/1005jbf.htm&lt;/a&gt; Acessado em 16/03/08.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979. p.277 a 293.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOHN, Maria da Gloria. O Protagonismo da Sociedade Civil: Movimentos Sociais, ONGs e Redes Solidárias. 1a. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-2965589819054126947?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/2965589819054126947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=2965589819054126947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2965589819054126947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/2965589819054126947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/maquiavelismo-x-ecocomunalismo-na.html' title=''/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-4950977561779195921</id><published>2008-03-20T19:52:00.000-03:00</published><updated>2008-03-20T20:00:42.783-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Texto 03: O panóptico ou A casa de inspeção – IN: SILVA, Tomaz Tadeu da (org). O Panóptico. Jeremy Bentham – Belo Horizonte: Autêntica, 2000, pag. 15- 26.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;             A partir da representação arquitetônica de uma casa de detenção (que poderia ser útil também a outras instituições, como hospitais, escolas e fábricas), o autor constrói uma metáfora de como é possível estabelecer controle e transformações sociais, políticas e econômicas numa dada sociedade.&lt;br /&gt;            Um novo sistema político se configurava na Europa do século XVIII. As formas de manutenção de controle social, antes compatíveis com o regime feudal característico da Idade Média, não obtinham a eficiência necessária na sociedade que se instaurava, já que atendiam a princípios políticos pautados no extremismo religioso e centralizador, não compatíveis com o novo período, denominado, antiteticamente ao anterior, de período das luzes.   &lt;br /&gt;           No intuito de resolver os problemas de vigilância que se faziam presentes, Jeremy Bentham propõe o Panóptico, um edifício circular dividido em celas, pelas quais seria possível a entrada de luz e ar, que funcionaria justamente como um dispositivo tecnológico de poder. E de que forma se instituiria esse poder? Por meio de uma torre central, o vigilante poderia perceber a silhueta dos prisioneiros com o auxílio dos efeitos de luz, podendo assim, exercer o controle sobre eles. O segredo para a garantia de ordem, no entanto, se dá pela questão da visibilidade: apesar de poderem ver ‘onipresentemente’ toda a extensão da casa de detenção e em tempo integral, os vigilantes não podem ser vistos, facilitando, dessa maneira, o cumprimento de suas ações, ainda que estas não estivessem necessariamente em curso. O objetivo final de manutenção de controle feita pelo Panóptico, portanto, não se dá pela punição física, meio do qual se utilizavam os detentores de poder na Idade Média, mas sim por força psicológica, através da intimidação causada pela sensação constante de se estar sendo vigiado.&lt;br /&gt;            Atualmente, sobretudo com o desenvolvimento e proliferação de tecnologias que facilitam as relações de poder instituídas pelo Panóptico, tal princípio permanece em plena atividade, adaptado aos novos mecanismos sociais, mas exercendo o mesmo controle de quando proposto. As tecnologias tornaram-se mais práticas e eficientes, o que facilitou sua inserção em todos os espaços possíveis, desde ambientes públicos, como sistemas de vigilância por micro-câmeras, até mesmo no interior de seres humanos, como a introdução subcutânea de chips localizadores em prisioneiros considerados de alto risco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;                                                                                                                        Por Inês Guimarães&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-4950977561779195921?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/4950977561779195921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=4950977561779195921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4950977561779195921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4950977561779195921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/texto-03-o-panptico-ou-casa-de-inspeo.html' title=''/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-4723454992013407458</id><published>2008-03-20T16:53:00.000-03:00</published><updated>2008-03-20T16:56:03.923-03:00</updated><title type='text'>ANÁLISE DO TEXTO GOVERNAMENTALIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá Pinzó. Não conseguí entrar no blog indicado. Estou enviando o texto pelo e-mail. Avaliei o texto do Facault, "governamentalidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB&lt;br /&gt;COMUNICAÇÃO SOCIAL – HABILITAÇÃO EM MULTIMEIOS&lt;br /&gt;DOCENTE – JOSEMAR MARTINS (PINZÓ)&lt;br /&gt;DISCENTE – JOSÉ SEBASTIÃO MENEZES DA SILVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;                      ANÁLISE DO TEXTO GOVERNAMENTALIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O presidente brasileiro Juscelino Kubistheck costumava dizer que "governar é construir pontes". Ele se referia a necessidade dos governantes não apenas edificar "obras de pedra e cal", mas exercitar o diálogo com os correligionários e opositores, articular entendimentos. A análise de Michel Focault sobre a governamentalidade, parte do texto "Microfísica do Poder", traz um relato vivo sobre a arte de gerir governos através dos tempos, fragmentos de experiências adquiridas em sociedades complexas, conservadoras e resistentes a idéia de democracia. Fucault lança luzes sobre as "idéias de vanguarda" da arte de governar , o embricamento de governo, povo, Deus, família, patrimônio e economia. O pensamento "kubithekiano" aparece na metade do Século XX, a partir de uma visão contemporânea, mas não menos influenciada por esse arcabouço difundido desde a idade antiga. Podemos a partir do pensamento de Focault questionar? Que impulsos forjaram s conceitos de governabilidade na história humana? Qual o impacto da mentalidade dos governos no desenvolvimento das sociedades?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      Fucault  denomina a governamentalidade de estado como um fenômeno fundamental na história do ocidente. Se a história é concebida hoje a partir de uma compreensão de processos, não é difícil deduzir que o poder sempre foi uma das principais forças motrizes a operar no mundo a partir do momento em que o homem resolveu se organizar em grupo. A sociedade tem íntima ligação com a lógica do poder. Poder aqui implica também governo. Governo se caracteriza com condução, modo de gerir gente, recursos, idéias e ideologias. Há um fator preponderante nessa relação que é o interesse. Para quem o governo está destinado? Como o governante lida com o poder constituído ou não? Qual o grau de consciência governamental de um líder? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Como a palavra já dá pistas "governar + mentalidade", ou a faculdade ou entendimento do que é governar. Talvez o documento mais conhecido da história sobre a arte de governar esteja em livros religioso, como a Bíblia e o Alcorão onde estão os decretos, instituídos por uma divindade ou orientados aos homens sobre comportamentos sociais ou de ordem religiosa. Mas é no livro de Nicolau Maquiavel que os governantes terão uma idéia mais direcionada exclusivamente sobre como lidar com o poder. A crítica que se faz ao "Príncipe" é que o livro não foi feito exatamente para governar, mas sobretudo para "manter o poder", seja lá em que circunstâncias. Fucault alerta que embora o Príncipe tenha sido abominado, chegou a ser reverenciado pelos contemporâneos e sucessores imediatos, sobretudo no Século XIX, quando desaparece quase toda a literatura sobre a arte de governar. Fucault avalia que "a literatura anti-Maquiavel não tem somente uma função negativa de censura, de barragem, de recusa do inaceitável: é um gênero positivo que tem objeto, conceitos e estratégia e é em sua subjetividade que gostaria de analisá-lo". A maioria dos livros críticos em relação a Maquiavel, são de origem católica. Um dos questionamentos do conteúdo diz respeito a questão das relações de força, considerado como princípio de inteligibilidae e de racionalização das relações internacionais. Segundo Fucaut o objetivo do exerc´cicio do poder será: manter, reforçar e proteger esse principado, entendido não como o conjunto constituído pelos súditos e território, o principado objetivo, mas como a relação do príncipe com o que ele possui, com o território que herdou ou adquiriu e com os súditos. Daí surge uma inquietação que vale a pena analisar. Há uma diferença abissal entre governar e conservar o poder. A grosso modo gerir os destinos de uma nação de maneira mais natural e tradicional significa atender as expectativas dos súditos, dos governados que esperam do poder o senso de justiça, o equilíbrio, o bom senso nas decisões de interesse coletivo, em ações de cunho democrático e plural. Em suma, o povo quer se sentir amparado nos bons e maus momentos. Não é por acaso que nos momentos de comoção social, em guerras nos quais um país tem participação, é clássica a cena do rei, rainha, príncipe, ou presidente, convocar a sociedade para anunciar uma decisão e intuir nas mentes e corações a subjetividade do amor e da preocupação coletiva. Foi assim com Napoleão, com Hitler, com De Gaulle e com Getúlio Vargas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      Mas é comum na história perceber a contradição do poder, vista sobre o ângulo da benevolência. A intencionalidade dos governantes nem sempre foi de interesse coletivo, mas para atender aos reclames de uma casta, da corte. Os exemplos de Stalin, dos cesares romanos, dos ditadores sul americanos dão uma idéia mais clara do pensamento "distorcido do que seria governar". A tese do "direito divino dos reis" é um exemplo claro da "da autoridade natural", defendida por remanescentes das famílias influentes da Europa. O rei Luiz XIV por exemplo dizia: "o estado é meu" ou então "o sol nasce e se põe em meus domínios".  São escassos os exemplos na História sobre o fenômeno de um país sem governo. A idéia parece vazia, ou impossibilitada de ser concebida diante dessa característica tão comum na natureza humana que é o de aceitar uma liderança, mesmo que a "última palavra" seja de um grupo de escolhido numa multidão. Há de se ter um norte e essa direção precisa ser compreendida e apontada por alguém.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      O texto trata da questão família e poder, governo e família, governo família e economia e como se dá esse embricamento. O autor chama a atenção para a seguinte pergunta: Como introduzir a economia – isto é, a maneira de gerir corretamente os indivíduos, os bens, as riquezas no interior da família – ao nível da gestão de um estado? A carta de La Mothe Lê Vayer para o Delfim dá uma idéia clara dos valores da época e de como um governante deveria agir na sociedade: estabeleceu um tratado de moral, em seguida um livro de economia e finalmente um tratado de política. Esse tripé seria essencial para um governante bem sucedido. "aquele que quer governa o estado, precisa primeiro saber se governar, sua família, seus bens e seu patrimônio. Apesar dessas reflexões ocorrerem entre os séculos XVI e XVIII, poderemos perceber que na antiguidade esses mesmos valores são cobrados do governante, mesmo que não sejam tão clarividentes. A história bíblica do Rei Davi por exemplo, mostra que os afazeres do governante, preocupados com as guerras e decisões administrativas causaram problemas sérios na família, como tentativa de assassinato de um dos filhos do rei contra o próprio pai, abuso sexual de um irmão contra a irmã e adultério. O desgaste do rei hebraico foi evidente porque ele não soube equilibrar os "palcos de sua existência", e pagou muito caro por isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      Percebe-se que a idéia de governar é complexa bastando não apenas o talento administrativo em si, mas o governo está relacionado às instituições e ao coletivo. As atitudes e o comportamento do governante influenciam diretamente no conjunto da sociedade. A boa gestão do estado teria uma influência forte sobre o comportamento dos chefes de família que saberiam também como governar seus bens. Facault nos estimula a pensar sobre a era da governamentalização do estado e o fenômeno que o fez sobreviver. Sobre as táticas empregadas na condução dos governos que deixa de ser definido plo aspecto da terrritorialidade, mas pela massa da população, pela instrumentalização do saber econômico e pelos dispositivos de segurança. Tronou-se lugar comum a afirmação de que o estado ruiu como instituição, ofuscado pelas companhias transnacionais que agora estariam "dando as cartas". Não estaria a governamentalidade usando agora uma nova tática que é dá ao povo e a iniciativa privada uma falsa sensação de autonomia e poder para continuar sobrevivendo de forma sutil?&lt;br /&gt;      &lt;/div&gt;JOSÉ SEBASTIÃO MENEZES DA SILVA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6910233671189931443-4723454992013407458?l=tic-e-soc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/feeds/4723454992013407458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6910233671189931443&amp;postID=4723454992013407458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4723454992013407458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6910233671189931443/posts/default/4723454992013407458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tic-e-soc.blogspot.com/2008/03/anlise-do-texto-governamentalidade.html' title='ANÁLISE DO TEXTO GOVERNAMENTALIDADE'/><author><name>Tecnologia da Informação, Comunicação e Sociedade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17195600461719585044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_L2v1qmrEx4s/Sgbn315qFwI/AAAAAAAAAGw/Azu8I3MephE/S220/metropolis-expressionismo-alemao-steampunk-outracoisa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6910233671189931443.post-8928263813422137954</id><published>2008-03-19T15:06:00.000-03:00</published><updated>2008-03-19T16:12:35.765-03:00</updated><title type='text'>Biopoder, biopolítca e o tempo presente.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     A partir de, basicamente, análises de obras do filosofo Michel Foucalt, é que o Doutor em Filosofia. Antônio Cavalcanti Maia aborda os conceitos e tecnologias envolvidas na polêmica do biopoder, biopolítica e sociedade.&lt;br /&gt;    A rápida expansão tecnológica atual leva-nos a pensar em questões como efeitos desta tecnologia na moral e leis da sociedade, nas mudanças trazidas por esta tecnologia, bem como nas novas técnicas de que se utiliza a tecnologia para inserir-se nas sociedades. As obras de Foucalt traçam um estudo da modernidade dos séculos XVIII e XIX com suas tecnologias disciplinarizantes e populacionais. A primeira, aplicada ao corpo individual, criando regras e normas de conduta que aumentassem a utilidade das pessoas no mundo da Revolução Industrial, e a segunda tecnologia, já levando em consideração o conjunto, as massas, buscando meios de estuda-las e domesticá-las. Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Microfísica do poder e&lt;/span&gt; em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vigiar e Punir &lt;/span&gt;encontra-se grande parte dos pensamentos do filósofo sobre as técnicas, o poder e a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    O biopoder seria o governo dos corpos, instituido mediante rituais de suplício, direção e  obrigações &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;realizado  não mais pela  figura do rei  mas pela própria sociedade, pela Justiça e o Direito. Exercer este poder requer criação de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;técnicas &lt;/span&gt;disciplinarizadoras de regulamentação e fiscalização dos corpos além da aplicação de leis e normas de vivência. Haveria por um lado um corpo global com discursos comuns, e por outro lado, o corpo dócil. A sociedade poderia ser assim esquematizada:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;table class="MsoNormalTable" style="border: medium none ; border-collapse: collapse; margin-left: 4.8pt; margin-right: 4.8pt; width: 230px; height: 159px;" align="left" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 125.3pt;"&gt;   &lt;td style=
